Mostrando postagens com marcador pais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pais. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de agosto de 2020

Dica especial de dia dos pais 2020: Chichi Ariki (1942)

chichi_ariki-225688927-mmed

Mais uma dica especial para o dia dos pais e, dessa vez, com mais um filme japonês. O diretor escolhido foi Yasujiro Ozu, um dos meus favoritos.

Contando a trajetória de um pai que abandona o seu trabalho de professor após a morte da esposa e se muda de cidade com o seu filho, Chichi Ariki nos apresenta uma bela história de amor entre um pai e filho, ambos com seus sonhos e batalhando para continuar vivendo no Japão pós-Segunda Guerra Mundial.

Filmado em preto e branco, é um filme rápido, mas muito bonito. Sua narrativa é o que mais me chamou atenção, pois ela progride muito no meio do filme, mas sofre uma boa desacelerada caminhando para o final. Dessa forma, o filme mostra o desenvolvimento da relação entre pai e filho, exibindo todo o seu mimetismo.

Para olhares contemporâneos, o filme parece caminhar toda hora para um debate acalorado, mas Yasujiro Ozu é uma mente em paz e o seu filme não é nada mais que singelo. Em nenhum momento pai e filho se rendem aos debates (ou seria melhor, combates) que a porca cinematografia contemporânea tenta enfiar goela abaixo dos espectadores. Aqui a relação é íntima, apesar de geograficamente distante. Ambos, pai e filho, nutrem um respeito mútuo grande e o que os une é a afetividade.

Esteticamente, a obra é um petardo. Filmado no característico estilo do Yasujiro Ozu; a câmera na altura de uma pessoa sentada, mais próxima ao chão, mas focando em alguns momentos no rosto dos personagens. Todo em preto e branco, o filme é muito bonito, principalmente na versão restaurada pela Criterion.

Uma ótima pedida para o dia dos pais.

5 pontos

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Volta Às aulas


Volta às aulas!!!! EEEEEEE!!! AAAAAA... é... esse período é muito chato.
Afinal, a escola é um inferno... professores chatos, alunos chatos, gente metida, gente hipócrita, medíocre e idiota.
É simplesmente horrível.
Eu, ano passado, quando soube que não tinha passado no vestibular, bem... na verdade eu passei no vestibular, só não passei na prova, aí eu fiquei muito perdido.
Pois é... Eu ainda estou perdido, não sei se trabalho, não sei se me dedico ao meu livro (Esse negócio de livro dá um trabalho, rapaz!), não sei se faço cursinho... Não sei!!!
Eu estou mais perdido que filho de puta em dia dos pais.
Teve uma vez que eu dei um vaso de flores pra minha mãe no dia das mães.

domingo, 14 de agosto de 2011