segunda-feira, 1 de abril de 2013
Post literário: Lolita
Posted on 01 abril by Felipe
Eu não gosto de falar de coisas que não gosto no blog, por que não gosto de fazer propaganda negativa para os outros, mas um livro é diferente de um filme, por que você não perde "apenas" uma ou duas horas da sua vida, mas dias inteiros.
É por isso que o post de hoje é só um "post literário" e não uma dica literária, por que esse livro é ruim.
Lolita conta a péssima história de um pedófilo sortudo que corre atrás de meninas nojentinhas de 12 ou 13 anos e acaba se dando bem com uma metidinha vagabunda de algum canto obscuro dos EUA.
Humbert Humbert é um típico anti-herói, mas ele não esta sozinho... Todos são anti-heróis nesse livro. Sua ex-namorada dos 13 anos, sua ex-mulher, sua nova mulher caipira e até mesmo a, suposta, pobre Lolita.
Suposta pobre, por que Lolita não é nenhuma santa e se você acha, como eu achava, que vai ficar com dó dela ou algo assim, mude de ideia meu amigo.
A menina é tão chata, irritante, fresca e metida que você acaba ficando com raiva dela e mal pode esperar para o momento em que ela se dê mal na história.
E no final, ela nem se dá tão mal assim.
E o cretino do Humbert Humbert... É um personagem tão ruim, tão sem carisma, que depois de 50 páginas lidas, você nem nota mais a presença dele. É como se ele fosse um narrador inexistente, ou algo assim... Um elemento sem importância para a história, um zero à esquerda, como ele realmente é.
Enfim, não compre esse livro, nem leia, nem cogite lê-lo algum dia e se você vê-lo algum dia na livraria, rasgue-o para mim, por que, infelizmente, ele estará na sessão dos best-sellers de sempre.
É por isso que o post de hoje é só um "post literário" e não uma dica literária, por que esse livro é ruim.
Lolita conta a péssima história de um pedófilo sortudo que corre atrás de meninas nojentinhas de 12 ou 13 anos e acaba se dando bem com uma metidinha vagabunda de algum canto obscuro dos EUA.
Humbert Humbert é um típico anti-herói, mas ele não esta sozinho... Todos são anti-heróis nesse livro. Sua ex-namorada dos 13 anos, sua ex-mulher, sua nova mulher caipira e até mesmo a, suposta, pobre Lolita.
Suposta pobre, por que Lolita não é nenhuma santa e se você acha, como eu achava, que vai ficar com dó dela ou algo assim, mude de ideia meu amigo.
A menina é tão chata, irritante, fresca e metida que você acaba ficando com raiva dela e mal pode esperar para o momento em que ela se dê mal na história.
E no final, ela nem se dá tão mal assim.
E o cretino do Humbert Humbert... É um personagem tão ruim, tão sem carisma, que depois de 50 páginas lidas, você nem nota mais a presença dele. É como se ele fosse um narrador inexistente, ou algo assim... Um elemento sem importância para a história, um zero à esquerda, como ele realmente é.
Enfim, não compre esse livro, nem leia, nem cogite lê-lo algum dia e se você vê-lo algum dia na livraria, rasgue-o para mim, por que, infelizmente, ele estará na sessão dos best-sellers de sempre.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Dica cinematográfica: La Robe Du Soir
Posted on 27 março by Felipe
Esse é um filme francês de 2009, que conta a história de Juliette, uma menina de 12 anos que, como todas as pessoas nessa idade, começa a perceber e a se confundir quanto a sua sexualidade e comete coisas no mínimo embaraçosas para ela e a sua família.
Erroneamente esse filme é classificado como um filme com temática lésbica, mas há pessoas, como eu, que discordam disso, visto que ele é mais um drama psicológico e como tal filme do gênero é aberto à várias interpretações.
Juliette tem 12 anos, vive com sua mãe e seus dois irmãos em um bairro de classe média de alguma cidade de Paris. Como ela não é rica, acaba "herdando" as roupas de seu irmão mais velho, o que a fez se vestir como um menino sempre e a deixa envergonhada quando ela usa roupas mais femininas, com decotes, babados, etc...
Aliado à isso está o fato dela ser muito tímida, o que acaba afastando os garotos. Já a sua professora de francês é totalmente o contrário.
A mulher tem 30 anos, é independente, bonita (?) - apesar de eu discordar nesse ponto - e desinibida, deixando todos os alunos gamados nela, inclusive o garoto mais popular e idiota da classe, Antoine.
Inclusive, a professora dá aulas particular à Antoine, por que ele é burro mesmo, e Juliette começa a desenvolver estranhos sentimentos, que ficam confusos até mesmo para quem está assistindo, por que não chega a ser uma obscessão, nem a ser ciúmes, afinal, não fica claro de quem Juliette gosta ou o que ela quer de verdade.
Provavelmente, Juliette só queria ser como sua professora, bonita, desinibida e desejada por todos os garotos da escola.
Mas o filme é bem ambiguo nesse quesito e deixa essa questão livre a interpretações, mas o final dá a entender que Juliette supera os seus problemas e fica de bem com a vida, pelo menos eu prefiro pensar assim.
Já a parte técnica do filme não deixa dúvidas: É muito boa!
A fotografia é ótima, é muito bem filmado e as locações são um colírio para os olhos.
Enfim, se você quer assistir à um ótimo filme nesse feriado, alugue "La Robe du Soir" ou fique ligado no iSat, talvez o canal reprise o filme esses dias...
Até mais.
Erroneamente esse filme é classificado como um filme com temática lésbica, mas há pessoas, como eu, que discordam disso, visto que ele é mais um drama psicológico e como tal filme do gênero é aberto à várias interpretações.
Juliette tem 12 anos, vive com sua mãe e seus dois irmãos em um bairro de classe média de alguma cidade de Paris. Como ela não é rica, acaba "herdando" as roupas de seu irmão mais velho, o que a fez se vestir como um menino sempre e a deixa envergonhada quando ela usa roupas mais femininas, com decotes, babados, etc...
Aliado à isso está o fato dela ser muito tímida, o que acaba afastando os garotos. Já a sua professora de francês é totalmente o contrário.
A mulher tem 30 anos, é independente, bonita (?) - apesar de eu discordar nesse ponto - e desinibida, deixando todos os alunos gamados nela, inclusive o garoto mais popular e idiota da classe, Antoine.
Inclusive, a professora dá aulas particular à Antoine, por que ele é burro mesmo, e Juliette começa a desenvolver estranhos sentimentos, que ficam confusos até mesmo para quem está assistindo, por que não chega a ser uma obscessão, nem a ser ciúmes, afinal, não fica claro de quem Juliette gosta ou o que ela quer de verdade.
Provavelmente, Juliette só queria ser como sua professora, bonita, desinibida e desejada por todos os garotos da escola.
Mas o filme é bem ambiguo nesse quesito e deixa essa questão livre a interpretações, mas o final dá a entender que Juliette supera os seus problemas e fica de bem com a vida, pelo menos eu prefiro pensar assim.
Já a parte técnica do filme não deixa dúvidas: É muito boa!
A fotografia é ótima, é muito bem filmado e as locações são um colírio para os olhos.
Enfim, se você quer assistir à um ótimo filme nesse feriado, alugue "La Robe du Soir" ou fique ligado no iSat, talvez o canal reprise o filme esses dias...
Até mais.
Gato Filosófico #15
Posted on 27 março by Felipe
segunda-feira, 25 de março de 2013
Gato Filosófico #14
Posted on 25 março by Felipe
domingo, 24 de março de 2013
Gato Filosófico #13
Posted on 24 março by Felipe
sábado, 23 de março de 2013
Dica musical: The Strokes-Comedown Machine
Posted on 23 março by Felipe
The Strokes é uma banda que deu uma puta sorte na vida. Isso é fato, afinal eles não são tão bons assim como todos os pseudo-indies dizem, mas, ainda assim, seus CD's valem a pena serem ouvidos.
Tem sempre umas 4 ou 5 músicas que vão ficar tocando no seu iPod por algumas semanas e você não vai conseguir odiá-los por muito tempo. Enfim, eles são únicos.
Não são mais indie, tampouco são rock, mas sim, pertencem à alguma vertente ainda não criada da música, sei lá... Só sei que eles são legais. Ouvir as músicas deles é algo legal de ser feito.
Desde o lançamento de "One Way Trigger" os Strokes voltaram a serem assuntos de longas páginas em fóruns e páginas do facebook. Só por que seus pseudo-indies fãs não gostaram da música, que por sinal, é foda pra caralho!
Mas isso não vem ao caso, o que vem ao caso é de que os Strokes não são aquela mesma banda bêbada de antes, não são mais 5 playboys de Nova Yorque brincando de fazer música.
Eles são uma banda agora e bandas mudam sua sonoridade com frequência e isso é bom. Serve para eles crescerem e também para ganhar novos fãs.
O novo CD dos Strokes é assim, é diferente dos outros, mas isso não é ruim, por que mesmo diferentes as músicas estão boas.
Enfim, eu gostei do novo CD dos Strokes e o melhor, você também pode gostar, é só clicar aqui.
Tem sempre umas 4 ou 5 músicas que vão ficar tocando no seu iPod por algumas semanas e você não vai conseguir odiá-los por muito tempo. Enfim, eles são únicos.
Não são mais indie, tampouco são rock, mas sim, pertencem à alguma vertente ainda não criada da música, sei lá... Só sei que eles são legais. Ouvir as músicas deles é algo legal de ser feito.
Desde o lançamento de "One Way Trigger" os Strokes voltaram a serem assuntos de longas páginas em fóruns e páginas do facebook. Só por que seus pseudo-indies fãs não gostaram da música, que por sinal, é foda pra caralho!
Mas isso não vem ao caso, o que vem ao caso é de que os Strokes não são aquela mesma banda bêbada de antes, não são mais 5 playboys de Nova Yorque brincando de fazer música.
Eles são uma banda agora e bandas mudam sua sonoridade com frequência e isso é bom. Serve para eles crescerem e também para ganhar novos fãs.
O novo CD dos Strokes é assim, é diferente dos outros, mas isso não é ruim, por que mesmo diferentes as músicas estão boas.
Enfim, eu gostei do novo CD dos Strokes e o melhor, você também pode gostar, é só clicar aqui.
Gato filosófico #12
Posted on 23 março by Felipe
terça-feira, 19 de março de 2013
Dica literária: Nineteen-Twenty one
Posted on 19 março by Felipe
Hoje eu vou indicar um manhwa (ou será mangá mesmo?) que acabei de ler.
É coreano, feito por um dos melhores artistas digitais da atualidade que é o Zhena, o mesmo autor de Girls of Wild's uma das melhores hq's digitais da atualidade, se não a melhor.
O Zhena é um artista que faz quadrinhos para a internet e eu acho que ele ganha dinheiro com isso sim, sabe com propagandas no seu site, essas coisas, além de que alguns de seus trabalhos, como o Nineteen-Twenty -one foi publicado por uma editora em um livro em formato hq, o que é muito legal.
No entanto, eu acho difícil alguma editora trazer as ótimas histórias desse cara pra cá, pro Brasil.
Mesmo assim, vale a pena ler. Mesmo que você demore uns dois meses pra achar tempo de terminar de lê-las por completo, como eu.
Nineteen-Twenty one conta a história de uma garota de 21 anos que, por causa de um acidente de carro, ainda não passou no teste nacional da Coréia do sul pra entrar em uma faculdade.
No sintervalos do cursinho que ela faz, ela vai pra uma rua muito bonita e cheia de flores alimentar uns gatos de ruas e é numa dessas saidinhas dela que a menina conhece um bonito rapaz de 19 anos, que ia lá na rua todos os dias para brincar com os gatos.
Os dois acabam desenvolvendo uma certa relação mútua, mas não revelada, devido ao elemento em comum para os dois que são os gatos. Além dos problemas com a decisão do que fazer para o futuro, que nenhum dos dois sabe, eles ainda tem que lidar com os inimigos dos gatos e com a relação que cresce entre eles.
Essa história é um romance, com gatos, garotos bonitos típicos de mangá e uma protagonista bobinha, mas é uma história encantadora.
Não é nenhum crepúsculo da vida, não! É uma história boa de verdade, com gatos engraçados, personganes cativantes e, eu não sei se sou só eu por causa do período de vida que estou passando, de fácil identificação com os questionamentos deles sobre a vida.
Enfim, ótima indicação!
É coreano, feito por um dos melhores artistas digitais da atualidade que é o Zhena, o mesmo autor de Girls of Wild's uma das melhores hq's digitais da atualidade, se não a melhor.
O Zhena é um artista que faz quadrinhos para a internet e eu acho que ele ganha dinheiro com isso sim, sabe com propagandas no seu site, essas coisas, além de que alguns de seus trabalhos, como o Nineteen-Twenty -one foi publicado por uma editora em um livro em formato hq, o que é muito legal.
No entanto, eu acho difícil alguma editora trazer as ótimas histórias desse cara pra cá, pro Brasil.
Mesmo assim, vale a pena ler. Mesmo que você demore uns dois meses pra achar tempo de terminar de lê-las por completo, como eu.
Nineteen-Twenty one conta a história de uma garota de 21 anos que, por causa de um acidente de carro, ainda não passou no teste nacional da Coréia do sul pra entrar em uma faculdade.
No sintervalos do cursinho que ela faz, ela vai pra uma rua muito bonita e cheia de flores alimentar uns gatos de ruas e é numa dessas saidinhas dela que a menina conhece um bonito rapaz de 19 anos, que ia lá na rua todos os dias para brincar com os gatos.
Os dois acabam desenvolvendo uma certa relação mútua, mas não revelada, devido ao elemento em comum para os dois que são os gatos. Além dos problemas com a decisão do que fazer para o futuro, que nenhum dos dois sabe, eles ainda tem que lidar com os inimigos dos gatos e com a relação que cresce entre eles.
Essa história é um romance, com gatos, garotos bonitos típicos de mangá e uma protagonista bobinha, mas é uma história encantadora.
Não é nenhum crepúsculo da vida, não! É uma história boa de verdade, com gatos engraçados, personganes cativantes e, eu não sei se sou só eu por causa do período de vida que estou passando, de fácil identificação com os questionamentos deles sobre a vida.
Enfim, ótima indicação!
Gato filosófico #11
Posted on 19 março by Felipe
domingo, 17 de março de 2013
Gato filosófico #10
Posted on 17 março by Felipe
sábado, 16 de março de 2013
Dica televisiva: Baccano!
Posted on 16 março by Felipe
Hoje trago uma dica televisiva, televisiva por que é de um anime, mas você provavelmente não vai vê-lo na tv, mas isso não importa, o que importa é que hoje vou indicar o anime "Baccano!" de Ryohgo Narita, o mesmo criador de Durarara!!
Este é um ótimo anime, afinal, não poderia esperar-se menos do criador de Durarara!!, que é um dos melhores animes de todos os tempos.
Baccano! tem uma história bem diversificado, tudo gira em torno de um trem, onde se encontram diversos tipos de criminosos, imortais, monstros e pessoas normais que deram o azar de estar no lugar errado, na hora errada.
Esse é o estilo de história de Ryohgo Narita, cheia de personagens, situações bizarras e muita ação.
Aliás, boa ação nisso, a série é cheia de sangue e assassinatos, o que me deixou um pouco assustado no começo, visto de Durarara!! não tem tanta violência assim.
Mas, enfim, é um ótimo anime, com uma ótima história, bons personagens e uma boa arte.
Vale muito a pena assistir.
Este é um ótimo anime, afinal, não poderia esperar-se menos do criador de Durarara!!, que é um dos melhores animes de todos os tempos.
Baccano! tem uma história bem diversificado, tudo gira em torno de um trem, onde se encontram diversos tipos de criminosos, imortais, monstros e pessoas normais que deram o azar de estar no lugar errado, na hora errada.
Esse é o estilo de história de Ryohgo Narita, cheia de personagens, situações bizarras e muita ação.
Aliás, boa ação nisso, a série é cheia de sangue e assassinatos, o que me deixou um pouco assustado no começo, visto de Durarara!! não tem tanta violência assim.
Mas, enfim, é um ótimo anime, com uma ótima história, bons personagens e uma boa arte.
Vale muito a pena assistir.
sexta-feira, 15 de março de 2013
Gato filosófico #9
Posted on 15 março by Felipe
terça-feira, 12 de março de 2013
Gato filosófico #8
Posted on 12 março by Felipe
segunda-feira, 11 de março de 2013
Gato filosófico #7
Posted on 11 março by Felipe
sábado, 9 de março de 2013
Gato filosófico #6
Posted on 09 março by Felipe
Dica cinematográfica: Samurai X
Posted on 09 março by Felipe
Eu não assisti o anime, tampouco li o mangá, então não sou um fã de Samurai X, mas esse filme é demais, pelo menos para um leigo no assunto, como eu.
Assisti esse filme, mais por que a capa me chamou a atenção. O cara que interpreta o Kenshin tá muito parecido com o personagem do mangá, não só nas roupas, mas no cabelo, na expressão facial, etc...
Mais um vez, digo isso como um leigo, que já deu umas olhadas no mangá e tal, mas nunca leu um volume inteiro de Samurai X, então para o fã talvez não esteja nem um pouco parecido, mas para um fã de cultura japonesa em geral, ficou muito similar e isso é um ponto forte para o filme.
Esse filme conta a história de Kenshin Himura, um ex-samurai que vive na era Meiji, lutou ao lado do exército durante a guerra civil que fez o Japão entrar numa era era, transformando-o de um país tradicional por excelência em um país mais ocidentalizado, ou pelo menos era o que queriam alguns líderes japoneses. Nessa época, os samurais perderam seus empregos, pois não era mais necessário o uso de espadas e o jeito de "fazer a justiça com as próprias mãos" havia se transformado em um crime, para tudo era necessário provas e a intervenção policial para resolver os problemas.
Nesse cenário, apareceu Kenshin Himura, um andarilho, que num passado nem tão distante (apenas 10 anos) lutou na guerra civil, ao lado daqueles que queriam uma nova era para o Japão. No entanto, ele é consumido pela culpa de ter matado tantas pessoas e jura nunca mais matar ninguém, apesar de ter sido conhecido como "O retalhador" no passado.
Para que ele não mate ninguém, Kenshin usa uma katana com a lamina invertida, assim todo grande adversário que ele enfrenta, acaba sendo ainda mais forte, visto que um golpe em sua katana, pode se virar contra ele, machucando-o.
Após 10 anos, Kenshin volta a Kyoto (se não me engano) e lá ele faz novas amizades e, infelizmente, encontra inimigos do passado que voltam a assombrar a sua vida.
Bem, a história é basicamente essa, Kenshin volta, luta, é preso, etc... São as crônicas de um espadachim que busca redenção na era Meiji, uma era onde os valores tradicionais, que os samurais tanto valorizavam começam a perder forças e a serem rapidamente ignorados, visto que todos precisam de dinheiro e fazem tudo por alguns trocados a mais.
No entanto, além de história, esse filme tem uma ótima fotografia, as imagens são colírios para os olhos. Não só por que os atores são bonitos (Temos que admitir, asiáticos são fodas até nisso), mas também por causa dos efeitos, das cenas muito bem ensaiadas, os locais muito bem projetados, sem contar os efeitos especiais como flores de cerejeira caindo no meio das batalhas e sendo jogadas na frente da câmera quando os personagens se movimentos e as gotas de água da chuva que saltam das roupas e dos cabelos deles, ao mais leve movimento corporal.
Sem contar a trilha sonora, que dá um todo um ar de épico a esse maravilhoso filme.
É impressionante a qualidade técnica.
Muito recomendado Samurai X, live action de 2012, já está na minha lista de filmes favoritos.
Assisti esse filme, mais por que a capa me chamou a atenção. O cara que interpreta o Kenshin tá muito parecido com o personagem do mangá, não só nas roupas, mas no cabelo, na expressão facial, etc...
Mais um vez, digo isso como um leigo, que já deu umas olhadas no mangá e tal, mas nunca leu um volume inteiro de Samurai X, então para o fã talvez não esteja nem um pouco parecido, mas para um fã de cultura japonesa em geral, ficou muito similar e isso é um ponto forte para o filme.
Esse filme conta a história de Kenshin Himura, um ex-samurai que vive na era Meiji, lutou ao lado do exército durante a guerra civil que fez o Japão entrar numa era era, transformando-o de um país tradicional por excelência em um país mais ocidentalizado, ou pelo menos era o que queriam alguns líderes japoneses. Nessa época, os samurais perderam seus empregos, pois não era mais necessário o uso de espadas e o jeito de "fazer a justiça com as próprias mãos" havia se transformado em um crime, para tudo era necessário provas e a intervenção policial para resolver os problemas.
Nesse cenário, apareceu Kenshin Himura, um andarilho, que num passado nem tão distante (apenas 10 anos) lutou na guerra civil, ao lado daqueles que queriam uma nova era para o Japão. No entanto, ele é consumido pela culpa de ter matado tantas pessoas e jura nunca mais matar ninguém, apesar de ter sido conhecido como "O retalhador" no passado.
Para que ele não mate ninguém, Kenshin usa uma katana com a lamina invertida, assim todo grande adversário que ele enfrenta, acaba sendo ainda mais forte, visto que um golpe em sua katana, pode se virar contra ele, machucando-o.
Após 10 anos, Kenshin volta a Kyoto (se não me engano) e lá ele faz novas amizades e, infelizmente, encontra inimigos do passado que voltam a assombrar a sua vida.
Bem, a história é basicamente essa, Kenshin volta, luta, é preso, etc... São as crônicas de um espadachim que busca redenção na era Meiji, uma era onde os valores tradicionais, que os samurais tanto valorizavam começam a perder forças e a serem rapidamente ignorados, visto que todos precisam de dinheiro e fazem tudo por alguns trocados a mais.
No entanto, além de história, esse filme tem uma ótima fotografia, as imagens são colírios para os olhos. Não só por que os atores são bonitos (Temos que admitir, asiáticos são fodas até nisso), mas também por causa dos efeitos, das cenas muito bem ensaiadas, os locais muito bem projetados, sem contar os efeitos especiais como flores de cerejeira caindo no meio das batalhas e sendo jogadas na frente da câmera quando os personagens se movimentos e as gotas de água da chuva que saltam das roupas e dos cabelos deles, ao mais leve movimento corporal.
Sem contar a trilha sonora, que dá um todo um ar de épico a esse maravilhoso filme.
É impressionante a qualidade técnica.
Muito recomendado Samurai X, live action de 2012, já está na minha lista de filmes favoritos.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Gato filosófico #5
Posted on 08 março by Felipe
quinta-feira, 7 de março de 2013
Dica musical: "water" de Blood Red Shoes
Posted on 07 março by Felipe
Não, eu não sou um indie super vidrado em músicas e tal, tanto é que eu só fico sabendo que uma banda lançou CD novo uns 3 meses depois, mas e daí? O importante é ouvir, gostar e ajudar a banda!
Por isso, decidi fazer essa dica musical (Esse ano terão muitas, pois tem umas bandas muito boas que vão lançar CD's novos esse ano, como o Wavves e o Bring Me The Horizon \o/).
A dica é o EP Water do duo britânico Blood Red Shoes.
O último CD deles, devo confessar, não achei grande coisa, é bom, mas não é tão bom quanto o primeiro, tem umas músicas mais lentas e chatinhas e eu prefiro um rock mais pesado, agressivo, agitado, dançante, sabe?
Mas no último CD tem músicas boas pra quando você estiver em depressão, após ter levado aquele fora da garota do colégio, após aquela noite fracassada na festa da república... Então, tem músicas boas pra esses momentos.
Mas o estilo deles é mais agitado, mais agressivo, mais rock e é esse o estilo que eles recuperam com esse EP.
E dá pra ouvir inteiro no soundcloud da banda, afinal são só três músicas! =/
Deixa com um gostinho de quero mais nos ouvidos... -___-
Water EP by bloodredshoes
Por isso, decidi fazer essa dica musical (Esse ano terão muitas, pois tem umas bandas muito boas que vão lançar CD's novos esse ano, como o Wavves e o Bring Me The Horizon \o/).
A dica é o EP Water do duo britânico Blood Red Shoes.
O último CD deles, devo confessar, não achei grande coisa, é bom, mas não é tão bom quanto o primeiro, tem umas músicas mais lentas e chatinhas e eu prefiro um rock mais pesado, agressivo, agitado, dançante, sabe?
Mas no último CD tem músicas boas pra quando você estiver em depressão, após ter levado aquele fora da garota do colégio, após aquela noite fracassada na festa da república... Então, tem músicas boas pra esses momentos.
Mas o estilo deles é mais agitado, mais agressivo, mais rock e é esse o estilo que eles recuperam com esse EP.
E dá pra ouvir inteiro no soundcloud da banda, afinal são só três músicas! =/
Deixa com um gostinho de quero mais nos ouvidos... -___-
Water EP by bloodredshoes
Gato filosófico #4
Posted on 07 março by Felipe
Mais um pouco de filosofia pra você... Hoje comecei a escrever alguns contos... Estçao fluindo naturalmente, é tão bom quando isso acontece.
=)
=)
quarta-feira, 6 de março de 2013
Gato filosófico #3
Posted on 06 março by Felipe
terça-feira, 5 de março de 2013
Gato Filosófico #2
Posted on 05 março by Felipe
segunda-feira, 4 de março de 2013
Dica literária: A metamorfose
Posted on 04 março by Felipe
Eu não disse que não iria parar com os posts normais? Pois é, já voltei, com uma dica de um ótimo livro que li ontem.
A metamorfose é um desses livros que de tanto que você já ouviu falar, nem se interessa mais... Afinal, nós vemos esse livro em apostilas na escola, em listas dos melhores livros de todos os tempos, em filmes, em músicas, em games até!
Tudo isso me afastou um pouco desse livro por um bom tempo, mas na sexta, estava eu sem nada pra ler. Decidi pegar esse livro e comecei a devorá-lo.
Devorá-lo não seria a palavra certa, pois é meio repugnante o seu conteúdo, pelo menos se você ter uma imaginação fértil como a minha.
O livro conta a história de Gregório Samsa, um caixeiro viajante que um dia acorda e se vê tranformado em uma barata!
Na verdade o livro não especifica se é barata ou não, mas tudo dá a entender que é uma barata.
E assim o livro começa e continua com Gregório escondido em seu quarto, sua família o mantendo escondido dos olhares dos outros humanos e tudo bem em uma casa normal com pessoas normais que decidem acolher uma barata em um quarto.
Tudo mais do que normal, não é?
Aí fica o ponto forte da obra: O surrealismo absurdo que fica brigando com a realidade e a história flui como uma simples história normal. Como se o fato de Gregório ter se transformado em um inseto do dia pra noite não fosse algo fora do comum, digno de uma odisséia dos dias modernos em busca de respostas.
Não! As pessoas são ocupadas demais, endividadas demais, retraídas demais para fazerem tal ação.
Tudo corre de forma tão natural que chega até a angustiar em alguns momentos e de repente você se vê rindo diante do absurdo.
Eu não sei se o classificaria como uma das melhores obras de todos os tempos, mas com certeza é um livro bom que merece ser lido.
A metamorfose é um desses livros que de tanto que você já ouviu falar, nem se interessa mais... Afinal, nós vemos esse livro em apostilas na escola, em listas dos melhores livros de todos os tempos, em filmes, em músicas, em games até!
Tudo isso me afastou um pouco desse livro por um bom tempo, mas na sexta, estava eu sem nada pra ler. Decidi pegar esse livro e comecei a devorá-lo.
Devorá-lo não seria a palavra certa, pois é meio repugnante o seu conteúdo, pelo menos se você ter uma imaginação fértil como a minha.
O livro conta a história de Gregório Samsa, um caixeiro viajante que um dia acorda e se vê tranformado em uma barata!
Na verdade o livro não especifica se é barata ou não, mas tudo dá a entender que é uma barata.
E assim o livro começa e continua com Gregório escondido em seu quarto, sua família o mantendo escondido dos olhares dos outros humanos e tudo bem em uma casa normal com pessoas normais que decidem acolher uma barata em um quarto.
Tudo mais do que normal, não é?
Aí fica o ponto forte da obra: O surrealismo absurdo que fica brigando com a realidade e a história flui como uma simples história normal. Como se o fato de Gregório ter se transformado em um inseto do dia pra noite não fosse algo fora do comum, digno de uma odisséia dos dias modernos em busca de respostas.
Não! As pessoas são ocupadas demais, endividadas demais, retraídas demais para fazerem tal ação.
Tudo corre de forma tão natural que chega até a angustiar em alguns momentos e de repente você se vê rindo diante do absurdo.
Eu não sei se o classificaria como uma das melhores obras de todos os tempos, mas com certeza é um livro bom que merece ser lido.
Gato filosófico #1
Posted on 04 março by Felipe
Vou começar a postar aqui no blog minha série de rascunhos filosóficos que já venho postando a um tempo em diversos sites, como o tumblr e o flickr.
As postagens normais (filosóficas, ordinárias, pessoais e etc...) não vai parar, só vão intercalar aleatoriamente entre os gatos filosóficos e elas.
Bem, por hoje é isso aí, o primeiro gato filosófico de todos!
"You don't need to be in everyone's face to appreciate what you do."
Frase do Alex Turner!
As postagens normais (filosóficas, ordinárias, pessoais e etc...) não vai parar, só vão intercalar aleatoriamente entre os gatos filosóficos e elas.
Bem, por hoje é isso aí, o primeiro gato filosófico de todos!
"You don't need to be in everyone's face to appreciate what you do."
Frase do Alex Turner!
sábado, 2 de março de 2013
Por que misantropo, Toringa?
Posted on 02 março by Felipe
Essa pergunta foi feita por amiga minha...
Na hora não consegui responder á ela direito, portanto decidi fazer esse post...
Primeiro: Eu não me considero um total misantropo, só meio misantropo, afinal não tenho aversão total à humanidade, só à uns 40% dela... Esses 40% compreendem os arrogantes, milionários cretinos, hipócritas, militantes de causas perdidas, desnecessárias e idiotas, além dos criminosos de alto escalão, serial killers, assassinos sangue-frio e corruptos.
Esses 40% da humanidade, apesar de serem a minoria, são os que aparecem na TV, são o que são idolatrados por revistas de fofocas, são os que preenchem as colunas sociais dos jornais e são os que me enchem de raiva e fazem muitas pessoas pensarem que o mundo tá perdido.
Mas não tá perdido, afinal as pessoas más são minorias e sempre serão, no entanto, já dizia meu pai: "Mais faz barulho uma única árvore caindo no meio da mata do que toda a floresta amazônica crescendo em torno dela!".
Por isso não sou totalmente misantropo.
Mas por que ser misantropo, afinal?
Por que mesmo as pessoas boas sendo maioria, ainda existem pessoas ruins e o pior é que são elas que ficam as melhores fatias do bolo da vida.
São elas que têm dinheiro, sucesso, popularidade, amigos, namorados (as), etc...
E quando eu penso no quanto isso é errado, no quanto o mundo poderia ser melhor sem essas pessoas, começo a ficar deprimido e sei que fico meio misantropo, odiando o mundo em que temos que viver, dividindo-o com esse tipo de pessoa.
Um misantropo não é o tipo de pessoa que se concentra nos fatos ruins do dia-a-dia, como desastres naturais, corrupção e o materialismo desmedido das celebridades.
Um misantropo prefere nem ficar sabendo dessas coisas, no entanto, vivemos em um mundo globalizade e vira e mexe você se depara com notícias ruins.
E um misantropo é alguém com uma sensibilidade grande o bastante para ser fortemente afetado por esse tipo de notícia, o que o deixa muito triste.
Fora que misantropos são muito afetados por experiências negativas.
Boas também, mas as negativas são as que marcam de verdade as nossas almas. É só você se perguntar quantas coisas boas você se lembra dos últimos cinco anos e quantas coisas ruins você lembra?
Naturalmente as coisas ruins são as que mais nos marcam, por que são com elas que aprendemos.
Mas os misantropos não se conformam com isso. Eles aprendem sim, mas também ficam traumatizados com isso.
E é por essas e outras que eles acabam levando uma vida mais reclusa, sempre com um pé atrás em relação aos outros.
Afinal qualquer fora de uma garota, qualquer briga com um moleque na escola, qualquer espécie de bullying sofrido já causa um enorme rombo em sua alma que dificilmente será recuperado, mesmo que ele conheã outra garota, faça novos amigos e se mude de cidade.
Misantropos têm uma forte tendência a se lembrarem fortemente de seus fantasmas do passado.
Isso é uma outra característica que se encaixa em mim.
Eu prefiro ficar no meu quarto, desenhando e escrevendo do que me arriscar a levar um fora de uma garota e ser zuado por caras mais fortes, mais bonitos, mais descolados, mais altos e melhores do que eu.
Aliás, eu prefiro nem pensar muito nisso.
Prefiro tentar acreditar que é tudo uma ilusão... "Nós vivemos sozinhos e morremos sozinhos. Todo o resto é só uma ilusão", dizia o personagem principal do meu filme favorito, o excelente "A arte da conquista".
Eu tento acreditar nisso, toda vez que eu saio da faculdade e vejo os grupinhos se formando, as garotas tão lindas e os caras tão maneiros, com seus sorriso forçados, os apelidos non-sense e a organização da bebedeira do fim de semana, penso em como eles estão se iludindo, em como nada disso é real, em como a vida é uma enorme ilusão.
Mas eu mesmo não acredito nisso. Só tento mesmo... Talvez sejam as coxas de fora das meninas ou seus decotes ousados. Ou talvez as vantagens que um cara com vida social leva sobre os outros, como conhecer gente nova, ter um emprego maneiro, dirigir um carro, morar sozinho...
Eu não consigo acreditar que tudo é ilusão.
E mesmo que for, é uma ilusão muito longa para ser ignorada.
Mesmo assim, ainda sou um misantropo... Ou meio misantropo, eu não sei... Mas isso não quer dizer que eu não possa ter amigos ou viver com a minha família e tal... Só quer dizer que eu não fico fazendo amizade com todo mundo, não fico chamando todas de "amor", nem tirando fotos engraçadas pra postar no facebook com frases ridículas do tipo "Amizade é para sempre" ou "Junto com a galera, todos os problemas de desfazem", esse tipo de coisa idiota de gente cretina que faz um milhão de amizades em um dia, no dia dia seguinte quebra todos esses vínculos de amizade que foram supostamente construídos em um dia e no terceiro dia já faz um milhão de amizade novas de novo, prontas para serem desfeitas no dia seguinte.
Misantropos não são assim. Misantropos têm poucos amigos, mas os poucos amigos que eles têm são amigos de verdade, amigos pra vida inteira mesmo. Na verdade, eles nem se consideram amigos pra vida toda, mas é por isso que eles acabam sendo amigos pra vida toda.
Eu fiz amizades assim no colegial, foi muito bom. Nem falo muito com eles por facebook ou coisa e tal, mas sempre que volto pra cidade onde morava, dou uma passada na casa deles, sem avisar, nem nada, só pra ver como eles estão. Às vezes eles nem estão, mas vale a tentativa pra depois poder puxar assunto com eles caso estejam online na internet... São amizades que não rola estranhamento se a gente fica sem se ver por meses a fio. Somos amigos, simplesmente.
Já li que misantropos selecionam suas amizades, como se isso fosse ruim ou anti-natural, todo mundo seleciona suas amizades só que pelos motivos errados, como por exemplo o modo como aquele lá se veste, ou anda, ou fala... Misantropos selecionam amizades pelas músicas que certa pessoa escuta, os livros que lê (se lê), o modo como pensa... Enfim, misantropos fazem amizades apenas com pessoas que eles sabem que vão gostar e mesmo assim dificilmente puxam assunto com outras pessoas, se puxam é por que a pessoa tá usando uma camiseta de uma banda legal ou lendo um livro maneiro, esse tipo de coisa...
Misantropos só fazem amizades que eles sabem que vão durar e isso talvez aconteça por que nenhum misantropo que passar por brigas infantis e desentendimentos por causa de gosto musical ou literário, nem draminhas adolescentes ímbecis, por que afinal, essas coisas são um pé no saco.
Ou não... sei lá...
O que eu sei é que a humanidade tem mais membros bons do que ruins e que eu prefiro ficar sozinho do que arriscar a ser desiludido novamente, como tantas vezes fui no passado.
É mais fácil viver assim.
Na hora não consegui responder á ela direito, portanto decidi fazer esse post...
Primeiro: Eu não me considero um total misantropo, só meio misantropo, afinal não tenho aversão total à humanidade, só à uns 40% dela... Esses 40% compreendem os arrogantes, milionários cretinos, hipócritas, militantes de causas perdidas, desnecessárias e idiotas, além dos criminosos de alto escalão, serial killers, assassinos sangue-frio e corruptos.
Esses 40% da humanidade, apesar de serem a minoria, são os que aparecem na TV, são o que são idolatrados por revistas de fofocas, são os que preenchem as colunas sociais dos jornais e são os que me enchem de raiva e fazem muitas pessoas pensarem que o mundo tá perdido.
Mas não tá perdido, afinal as pessoas más são minorias e sempre serão, no entanto, já dizia meu pai: "Mais faz barulho uma única árvore caindo no meio da mata do que toda a floresta amazônica crescendo em torno dela!".
Por isso não sou totalmente misantropo.
Mas por que ser misantropo, afinal?
Por que mesmo as pessoas boas sendo maioria, ainda existem pessoas ruins e o pior é que são elas que ficam as melhores fatias do bolo da vida.
São elas que têm dinheiro, sucesso, popularidade, amigos, namorados (as), etc...
E quando eu penso no quanto isso é errado, no quanto o mundo poderia ser melhor sem essas pessoas, começo a ficar deprimido e sei que fico meio misantropo, odiando o mundo em que temos que viver, dividindo-o com esse tipo de pessoa.
Um misantropo não é o tipo de pessoa que se concentra nos fatos ruins do dia-a-dia, como desastres naturais, corrupção e o materialismo desmedido das celebridades.
Um misantropo prefere nem ficar sabendo dessas coisas, no entanto, vivemos em um mundo globalizade e vira e mexe você se depara com notícias ruins.
E um misantropo é alguém com uma sensibilidade grande o bastante para ser fortemente afetado por esse tipo de notícia, o que o deixa muito triste.
Fora que misantropos são muito afetados por experiências negativas.
Boas também, mas as negativas são as que marcam de verdade as nossas almas. É só você se perguntar quantas coisas boas você se lembra dos últimos cinco anos e quantas coisas ruins você lembra?
Naturalmente as coisas ruins são as que mais nos marcam, por que são com elas que aprendemos.
Mas os misantropos não se conformam com isso. Eles aprendem sim, mas também ficam traumatizados com isso.
E é por essas e outras que eles acabam levando uma vida mais reclusa, sempre com um pé atrás em relação aos outros.
Afinal qualquer fora de uma garota, qualquer briga com um moleque na escola, qualquer espécie de bullying sofrido já causa um enorme rombo em sua alma que dificilmente será recuperado, mesmo que ele conheã outra garota, faça novos amigos e se mude de cidade.
Misantropos têm uma forte tendência a se lembrarem fortemente de seus fantasmas do passado.
Isso é uma outra característica que se encaixa em mim.
Eu prefiro ficar no meu quarto, desenhando e escrevendo do que me arriscar a levar um fora de uma garota e ser zuado por caras mais fortes, mais bonitos, mais descolados, mais altos e melhores do que eu.
Aliás, eu prefiro nem pensar muito nisso.
Prefiro tentar acreditar que é tudo uma ilusão... "Nós vivemos sozinhos e morremos sozinhos. Todo o resto é só uma ilusão", dizia o personagem principal do meu filme favorito, o excelente "A arte da conquista".
Eu tento acreditar nisso, toda vez que eu saio da faculdade e vejo os grupinhos se formando, as garotas tão lindas e os caras tão maneiros, com seus sorriso forçados, os apelidos non-sense e a organização da bebedeira do fim de semana, penso em como eles estão se iludindo, em como nada disso é real, em como a vida é uma enorme ilusão.
Mas eu mesmo não acredito nisso. Só tento mesmo... Talvez sejam as coxas de fora das meninas ou seus decotes ousados. Ou talvez as vantagens que um cara com vida social leva sobre os outros, como conhecer gente nova, ter um emprego maneiro, dirigir um carro, morar sozinho...
Eu não consigo acreditar que tudo é ilusão.
E mesmo que for, é uma ilusão muito longa para ser ignorada.
Mesmo assim, ainda sou um misantropo... Ou meio misantropo, eu não sei... Mas isso não quer dizer que eu não possa ter amigos ou viver com a minha família e tal... Só quer dizer que eu não fico fazendo amizade com todo mundo, não fico chamando todas de "amor", nem tirando fotos engraçadas pra postar no facebook com frases ridículas do tipo "Amizade é para sempre" ou "Junto com a galera, todos os problemas de desfazem", esse tipo de coisa idiota de gente cretina que faz um milhão de amizades em um dia, no dia dia seguinte quebra todos esses vínculos de amizade que foram supostamente construídos em um dia e no terceiro dia já faz um milhão de amizade novas de novo, prontas para serem desfeitas no dia seguinte.
Misantropos não são assim. Misantropos têm poucos amigos, mas os poucos amigos que eles têm são amigos de verdade, amigos pra vida inteira mesmo. Na verdade, eles nem se consideram amigos pra vida toda, mas é por isso que eles acabam sendo amigos pra vida toda.
Eu fiz amizades assim no colegial, foi muito bom. Nem falo muito com eles por facebook ou coisa e tal, mas sempre que volto pra cidade onde morava, dou uma passada na casa deles, sem avisar, nem nada, só pra ver como eles estão. Às vezes eles nem estão, mas vale a tentativa pra depois poder puxar assunto com eles caso estejam online na internet... São amizades que não rola estranhamento se a gente fica sem se ver por meses a fio. Somos amigos, simplesmente.
Já li que misantropos selecionam suas amizades, como se isso fosse ruim ou anti-natural, todo mundo seleciona suas amizades só que pelos motivos errados, como por exemplo o modo como aquele lá se veste, ou anda, ou fala... Misantropos selecionam amizades pelas músicas que certa pessoa escuta, os livros que lê (se lê), o modo como pensa... Enfim, misantropos fazem amizades apenas com pessoas que eles sabem que vão gostar e mesmo assim dificilmente puxam assunto com outras pessoas, se puxam é por que a pessoa tá usando uma camiseta de uma banda legal ou lendo um livro maneiro, esse tipo de coisa...
Misantropos só fazem amizades que eles sabem que vão durar e isso talvez aconteça por que nenhum misantropo que passar por brigas infantis e desentendimentos por causa de gosto musical ou literário, nem draminhas adolescentes ímbecis, por que afinal, essas coisas são um pé no saco.
Ou não... sei lá...
O que eu sei é que a humanidade tem mais membros bons do que ruins e que eu prefiro ficar sozinho do que arriscar a ser desiludido novamente, como tantas vezes fui no passado.
É mais fácil viver assim.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Dica literária: O Grande Gatsby
Posted on 01 março by Felipe
Hoje decidi postar a dica de um grande livro, que conta a grande história do grande Gatsby aos olhos do grande Nick.
A história conta os fatos ocorridos no verão em que Nick Carraway (O personagem principal) passou no West Egg, para onde ele havia acabado de se mudar.
Seu vizinho é um jovem muito rico chamado Gatsby, que dá grandiosas festas todas as noites.
Nick é convidado para uma dessas festas e logo se torna amigo de Gatsby, os dois meio que se conheceram na guerra. Na verdade, lutaram juntos uma vez.
Apesar de não se rico, Nick conhece pessoas muito ricas, como Tom Buchanan, um CRETINASSO milionário que trai a esposa com uma gorda, mulher de um velho, dono de uma garagem.
A esposa de Tom, Daisy, se apresenta ao leitor como uma pobre coitada, que amava a filha e servia apenas como um enfeite para acompanhar Tom em algumas festas, além de saber dos casos extraconjugais do marido e não fazer nada a respeito.
No entanto, não precisa sentir muita dó dela não. No final é revelado o nível de cretinisse da mulher.
Nick também começa a sair com Jordan, uma jogadora de golfe de família abastada e metida como o quê!
Bem, só por isso já dá pra perceber o quão odioso esse livro é.
Cheio de glamour, gente metida, ricassos arrogantes, infiéis e medíocres.
No entanto, o trunfo desse livro está no final.
Aliás, é só pelo final que esse livro está sendo indicado aqui.
Eu li por aí que o Fitzgerald era um cara que idolatrava a vida glamurosa de Nova yorque dos anos 20, mas não dá pra acreditar, por que o final guarda uma das maiores críticas aos ricos miseráveis que desgraçam esse belo planeta de Deus que eu já li em algum livro.
É sério, nos últimos capítulos o leitor se vê preso à desolação de Nick, ao descobrir o quão vazia é a vida dessas pessoas que viviam cercadas de glamour, festas, bebedeiras e pseudo-alegria.
Não vou contar o final pra não estragar o prazer de quem vai lê-lo, mas posso garantir pra você: É épico!
A história conta os fatos ocorridos no verão em que Nick Carraway (O personagem principal) passou no West Egg, para onde ele havia acabado de se mudar.
Seu vizinho é um jovem muito rico chamado Gatsby, que dá grandiosas festas todas as noites.
Nick é convidado para uma dessas festas e logo se torna amigo de Gatsby, os dois meio que se conheceram na guerra. Na verdade, lutaram juntos uma vez.
Apesar de não se rico, Nick conhece pessoas muito ricas, como Tom Buchanan, um CRETINASSO milionário que trai a esposa com uma gorda, mulher de um velho, dono de uma garagem.
A esposa de Tom, Daisy, se apresenta ao leitor como uma pobre coitada, que amava a filha e servia apenas como um enfeite para acompanhar Tom em algumas festas, além de saber dos casos extraconjugais do marido e não fazer nada a respeito.
No entanto, não precisa sentir muita dó dela não. No final é revelado o nível de cretinisse da mulher.
Nick também começa a sair com Jordan, uma jogadora de golfe de família abastada e metida como o quê!
Bem, só por isso já dá pra perceber o quão odioso esse livro é.
Cheio de glamour, gente metida, ricassos arrogantes, infiéis e medíocres.
No entanto, o trunfo desse livro está no final.
Aliás, é só pelo final que esse livro está sendo indicado aqui.
Eu li por aí que o Fitzgerald era um cara que idolatrava a vida glamurosa de Nova yorque dos anos 20, mas não dá pra acreditar, por que o final guarda uma das maiores críticas aos ricos miseráveis que desgraçam esse belo planeta de Deus que eu já li em algum livro.
É sério, nos últimos capítulos o leitor se vê preso à desolação de Nick, ao descobrir o quão vazia é a vida dessas pessoas que viviam cercadas de glamour, festas, bebedeiras e pseudo-alegria.
Não vou contar o final pra não estragar o prazer de quem vai lê-lo, mas posso garantir pra você: É épico!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Desenhos #2
Posted on 28 fevereiro by Felipe
E o nome desse desenho é "Autumn 2".
Talvez eu crie uma série no estilo "Summertime" só que para o outono.
Eu estou gostando de desenhos árvores ressecadas com poucas folhas avermelhadas nos galhos e caindo.
Mais uma vez usei aquarela e dessa vez fiz com bastante paciência... Acho que eu podia ter passado mais umas camadas na tiara da Jehnny, mas fora isso, tá bem do jeito que eu pensei que seria essa ilustração... Acho que vou colocá-la em algum futuro volume de Toringa.
Até o próximo desenho... Ou post, tanto faz.
Talvez eu crie uma série no estilo "Summertime" só que para o outono.
Eu estou gostando de desenhos árvores ressecadas com poucas folhas avermelhadas nos galhos e caindo.
Mais uma vez usei aquarela e dessa vez fiz com bastante paciência... Acho que eu podia ter passado mais umas camadas na tiara da Jehnny, mas fora isso, tá bem do jeito que eu pensei que seria essa ilustração... Acho que vou colocá-la em algum futuro volume de Toringa.
Até o próximo desenho... Ou post, tanto faz.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
O último dia do papa
Posted on 27 fevereiro by Felipe
Eu não estou certo se a igreja católica têm todas as respostas para o mundo. Nem se ela é a igreja que irá salvar a todos no final.
No entanto, eu sou católico e tenho que cumprir minha obrigação como católico e postar os meus humildes agradecimentos ao papa Benedito XVI.
Sim, agradecimentos. Claro que ele não fez nada que mudasse a minha vida diretamente em todo o tempo que ele esteve lá, mas o simples fato dele estar lá. Representando a minha igreja e a minha fé, já é uma das maiores ajudas que um cristão católico pode receber.
A igreja não seria grande coisa sem ele.
Afinal o papa não é mágico, não é Deus, alguns nem chegam a se tornarem santos. Ele não precisa nem ser inspiracional ou mesmo sábio, por que a simples presença de um papa é o que nós, católicos precisamos.
Por que um papa representa uma promessa. A promessa feita pelo Senhor Encarnada, uma promessa de uma liderança visível, de carne e osso que vai durar para todo o sempre, começando com um simples pescador a mais de dois mil anos atrás e sendo mantida até hoje por homens que se esforçam ao máximo para liderarem os seus fiéis.
É por isso que o homem mais importante de toda a Europa merece o seu respeito, mesmo se você não for católico, mesmo se você não acredita em Deus, por que qualquer um de nós, meros pecadores de pouca, ou quase nenhuma fé, não conseguiríamos viver um minuto na pele dele.
Deus te abençoe.
No entanto, eu sou católico e tenho que cumprir minha obrigação como católico e postar os meus humildes agradecimentos ao papa Benedito XVI.
Sim, agradecimentos. Claro que ele não fez nada que mudasse a minha vida diretamente em todo o tempo que ele esteve lá, mas o simples fato dele estar lá. Representando a minha igreja e a minha fé, já é uma das maiores ajudas que um cristão católico pode receber.
A igreja não seria grande coisa sem ele.
Afinal o papa não é mágico, não é Deus, alguns nem chegam a se tornarem santos. Ele não precisa nem ser inspiracional ou mesmo sábio, por que a simples presença de um papa é o que nós, católicos precisamos.
Por que um papa representa uma promessa. A promessa feita pelo Senhor Encarnada, uma promessa de uma liderança visível, de carne e osso que vai durar para todo o sempre, começando com um simples pescador a mais de dois mil anos atrás e sendo mantida até hoje por homens que se esforçam ao máximo para liderarem os seus fiéis.
É por isso que o homem mais importante de toda a Europa merece o seu respeito, mesmo se você não for católico, mesmo se você não acredita em Deus, por que qualquer um de nós, meros pecadores de pouca, ou quase nenhuma fé, não conseguiríamos viver um minuto na pele dele.
Deus te abençoe.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Dica musical: Amsteradio (De novo? De novo!)
Posted on 25 fevereiro by Felipe
De novo, por que eles são bons!
Cara, eu curto rock nacional. Eu curto música nacional...Pra falar a verdade, tenho até Jorge Ben e Djavan no meu celular, mas não conta pra ninguém, hein? Na verdade, tenho músicas no meu celular que fariam o Jimy Hendrix revirar no túmulo
Hoje estou indicando o novo EP desses caras legaizinhos do Amsteradio.
E também anunciar que eles vão estar no segundo volume do Toringa!!!
É... Eles são gente boa demais, até deixaram eu colocar eles no Toringa, achei isso muito legal e tal... To até pensando em colocar eles no terceiro também...
Agora falando das músicas... São apenas duas: "Cansei de menina indie" e "LUI!".
Cansei de menina indie pode virar um clássico. É tipo auto explicativa. Todo mundo que gosta de arctic monkeys já namorou ou pensou em namorar uma garota indie. E garotas indie são garotas, por mais indie que elas sejam, não conseguem tirar seu ar de crueldade feminina que envolve todas as garotas do mundo. Acho que muita gente vai se identificar com essa música e rir muito com ela, por que afinal, é um fato da nossa vida de homens.
Afinal, que nunca foi trocado por um otário, que mora lá no dededéu, que ainda mais torce pro Vasco! D=
Tudo ficou perfeito nessa música, a vocal de looser sofredor, os riffs agitados que dão espaço para um ritmo lento e sofredor, que te faz lembrar dos bons tempos em que você ainda tinha tempo pra sofrer por garotas, mas agora você tá chegando nos vinte e, com certeza, não ganhou uma Zoe Deschannel... Se bem que eu nem ligo pra uma Zoe, uma Kaya Scodelario já tava de bom tamanho.
E depois vem o "LUI!". Essa música é bem agitada, com um ritmo dançante e tal, muito legal.
A letra continua engraçada, bem no estilo da banda, que também tem um estilo bem intimista nas músicas, dá até pra dizer que é um estilo de letra confecional, pois dá pra acreditar que a vida deles está lá, nas músicas, o que é muito legal.
Além de que eu acho que todo mundo já teve um amigo engraçado, que andava de lá pra cá com um violão em punho e rabiscava carteiras no colégio. Eu tive um amigo assim... Bons tempos...
Enfim, pra quem não conhece, ouça Amsteradio, esses caras tem futuro e suas músicas são perfeitas para uma tarde relaxante com os amigos ou uma noite solitária ou ainda uma caminhada até a escola.
E o melhor, é de graça! O.O
Bem, se você quer conhecer uma banda indie nacional de qualidade MESMO, baixa lá Amsteradio.
Cara, eu curto rock nacional. Eu curto música nacional...
Hoje estou indicando o novo EP desses caras legaizinhos do Amsteradio.
E também anunciar que eles vão estar no segundo volume do Toringa!!!
É... Eles são gente boa demais, até deixaram eu colocar eles no Toringa, achei isso muito legal e tal... To até pensando em colocar eles no terceiro também...
Agora falando das músicas... São apenas duas: "Cansei de menina indie" e "LUI!".
Cansei de menina indie pode virar um clássico. É tipo auto explicativa. Todo mundo que gosta de arctic monkeys já namorou ou pensou em namorar uma garota indie. E garotas indie são garotas, por mais indie que elas sejam, não conseguem tirar seu ar de crueldade feminina que envolve todas as garotas do mundo. Acho que muita gente vai se identificar com essa música e rir muito com ela, por que afinal, é um fato da nossa vida de homens.
Afinal, que nunca foi trocado por um otário, que mora lá no dededéu, que ainda mais torce pro Vasco! D=
Tudo ficou perfeito nessa música, a vocal de looser sofredor, os riffs agitados que dão espaço para um ritmo lento e sofredor, que te faz lembrar dos bons tempos em que você ainda tinha tempo pra sofrer por garotas, mas agora você tá chegando nos vinte e, com certeza, não ganhou uma Zoe Deschannel... Se bem que eu nem ligo pra uma Zoe, uma Kaya Scodelario já tava de bom tamanho.
E depois vem o "LUI!". Essa música é bem agitada, com um ritmo dançante e tal, muito legal.
A letra continua engraçada, bem no estilo da banda, que também tem um estilo bem intimista nas músicas, dá até pra dizer que é um estilo de letra confecional, pois dá pra acreditar que a vida deles está lá, nas músicas, o que é muito legal.
Além de que eu acho que todo mundo já teve um amigo engraçado, que andava de lá pra cá com um violão em punho e rabiscava carteiras no colégio. Eu tive um amigo assim... Bons tempos...
Enfim, pra quem não conhece, ouça Amsteradio, esses caras tem futuro e suas músicas são perfeitas para uma tarde relaxante com os amigos ou uma noite solitária ou ainda uma caminhada até a escola.
E o melhor, é de graça! O.O
Bem, se você quer conhecer uma banda indie nacional de qualidade MESMO, baixa lá Amsteradio.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
É só a vida
Posted on 22 fevereiro by Felipe
Ontem estava fazendo um trabalho de Arquitetura, o qual ainda não terminei e me deparei com um pensamento muito legal.
No início nada havia na face da Terra. Só céu e mar. Apenas água e o céu acima dela. Nem terra para pisar, gaivotas para ouvir ou peixes para admirar. E tudo era silêncioso.
Agora pense bem... Imagina você flutuando por cima desse oceano azul, indo em direção à um horizonte sem fim.
Pense bem... Ou melhor, apenas feche os olhos e imagine isso...
Eu fiz isso sem nem estar no trabalho por que a parte de imaginar a situação eu criei.
Seria mágico, cara.
Seria demais estar em um oceano sem fim, perseguindo um horizonte que nunca chega.
E o mundo não poderia ficar velho, mas você sim.
E o mundo não morreria, mas você sim.
E aí eu comecei a pensar em como a vida é curta e tal.
Mas eu não acho que ela é curta, pelo menos não a segunda fase da vida.
Pra mim a vida é dividida em duas fases: A infância e a pós-infância.
A infância vai até uns 12 anos, pelo menos pros meninos e deveria ser para as meninas também, mas elas são estragadas pela sociedade com frases do tipo: "Comporte-se como uma dama!", "seja uma princesa Disney!" e " Meninas amadurecem antes dos meninos".
Acho um absurdo isso, mas vai ficar pra outro post.
O fato é que você cresce até os 12 anos. Você vive intensamente. Brincando, suando, sorrindo, imaginando, correndo ao lado de amigos reais e imaginários, se aventurando por florestas, desertos, sete mares no passado, presente e futuro, tudo isso no quintal da sua casa. Jogando bola na rua com os amigos do quarteirão. Conversando com meninos sem se preocupar em ser o macho alfa e com meninas sem se preocupar se ela vai achar que você tá xavecando ela e tal... Viver sem se preocupar com os problemas do mundo, sem causar brigas (E se causar, consertá-la logo em seguida), sem ficar de mau, sem contas pra pagar, sem preconceitos, nem ódio. Apenas alegria. Felicidade plena.
Deus deve amar as crianças mais do que todo o resto da humanidade, por que as crianças vivem (Ou pelo menos todas deveriam) da forma como ele imaginou que o homem deveria viver na Terra. Crianças são inocentes e por isso mesmo são incorruptíveis, mas depois dos 12 anos, tudo acaba.
Deus deve ter criado as crianças e o demônio criou os adolescentes e depois os adultos e só pra saciar sua sede de sadismo criou a terceira idade, que de melhor não deve ter absolutamente nada.
Após os 12 anos, você não vive mais, você morre.
Você começa a morrer um dia de cada vez.
Seus aniversários não são mais para celebrar um ano a mais de vida, mas sim, um ano a menos até a sua morte. Até o seu descanço final.
Eu odiei a minha adolescência. Com exceção do colegial, foram os piores anos da minha vida.
Obrigações sociais, bullying, escola, provas, notas, garotas, caras, esportes e aparências. Tudo que era bom fica ruim e tudo que era ruim fica cada vez pior.
No colegial eu descobri o poder da amizade, fiz amigos que mantenho até hoje e me orgulho deles, por que eles estão se dando bem em faculdades federais, estaduais e empregos maneiros.
No entanto, não alcancei a felicidade plena. Você apenas vive momentos de felicidade após os 12 anos, mas não consegue mais distrair sua cabeça de obrigações sociais, obrigações estudantis, às vezes emprego, contas, problemas familiares.
É tudo horrível.
E eu disse isso pra uma pessoa dias atrás...
Essa pessoa respirou fundo, olhou pra mim e disse:
"Relaxa mano, é só a vida!"
No início nada havia na face da Terra. Só céu e mar. Apenas água e o céu acima dela. Nem terra para pisar, gaivotas para ouvir ou peixes para admirar. E tudo era silêncioso.
Agora pense bem... Imagina você flutuando por cima desse oceano azul, indo em direção à um horizonte sem fim.
Pense bem... Ou melhor, apenas feche os olhos e imagine isso...
Eu fiz isso sem nem estar no trabalho por que a parte de imaginar a situação eu criei.
Seria mágico, cara.
Seria demais estar em um oceano sem fim, perseguindo um horizonte que nunca chega.
E o mundo não poderia ficar velho, mas você sim.
E o mundo não morreria, mas você sim.
E aí eu comecei a pensar em como a vida é curta e tal.
Mas eu não acho que ela é curta, pelo menos não a segunda fase da vida.
Pra mim a vida é dividida em duas fases: A infância e a pós-infância.
A infância vai até uns 12 anos, pelo menos pros meninos e deveria ser para as meninas também, mas elas são estragadas pela sociedade com frases do tipo: "Comporte-se como uma dama!", "seja uma princesa Disney!" e " Meninas amadurecem antes dos meninos".
Acho um absurdo isso, mas vai ficar pra outro post.
O fato é que você cresce até os 12 anos. Você vive intensamente. Brincando, suando, sorrindo, imaginando, correndo ao lado de amigos reais e imaginários, se aventurando por florestas, desertos, sete mares no passado, presente e futuro, tudo isso no quintal da sua casa. Jogando bola na rua com os amigos do quarteirão. Conversando com meninos sem se preocupar em ser o macho alfa e com meninas sem se preocupar se ela vai achar que você tá xavecando ela e tal... Viver sem se preocupar com os problemas do mundo, sem causar brigas (E se causar, consertá-la logo em seguida), sem ficar de mau, sem contas pra pagar, sem preconceitos, nem ódio. Apenas alegria. Felicidade plena.
Deus deve amar as crianças mais do que todo o resto da humanidade, por que as crianças vivem (Ou pelo menos todas deveriam) da forma como ele imaginou que o homem deveria viver na Terra. Crianças são inocentes e por isso mesmo são incorruptíveis, mas depois dos 12 anos, tudo acaba.
Deus deve ter criado as crianças e o demônio criou os adolescentes e depois os adultos e só pra saciar sua sede de sadismo criou a terceira idade, que de melhor não deve ter absolutamente nada.
Após os 12 anos, você não vive mais, você morre.
Você começa a morrer um dia de cada vez.
Seus aniversários não são mais para celebrar um ano a mais de vida, mas sim, um ano a menos até a sua morte. Até o seu descanço final.
Eu odiei a minha adolescência. Com exceção do colegial, foram os piores anos da minha vida.
Obrigações sociais, bullying, escola, provas, notas, garotas, caras, esportes e aparências. Tudo que era bom fica ruim e tudo que era ruim fica cada vez pior.
No colegial eu descobri o poder da amizade, fiz amigos que mantenho até hoje e me orgulho deles, por que eles estão se dando bem em faculdades federais, estaduais e empregos maneiros.
No entanto, não alcancei a felicidade plena. Você apenas vive momentos de felicidade após os 12 anos, mas não consegue mais distrair sua cabeça de obrigações sociais, obrigações estudantis, às vezes emprego, contas, problemas familiares.
É tudo horrível.
E eu disse isso pra uma pessoa dias atrás...
Essa pessoa respirou fundo, olhou pra mim e disse:
"Relaxa mano, é só a vida!"
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Dica memética (?): Harlem Shake
Posted on 20 fevereiro by Felipe
Tive que postar isso aqui, por que não me canso de assitir esse vídeo.
Sei lá... Ele é tão retardado, mas também é tão engraçado... Sei lá...
É o tipo de coisa retardada que você faz com os seus amigos em uma tarde tediosa qualquer.
Sem contar que, pela primeira vez em muito tempo, surgiu um meme que preste no Youtube.
Foram tantos memes completamente imbecis, bem... Esse também é imbecil.
No entanto, esse é um meme engraçado. Os outros eram só imbecis mesmo, mas o Harlem Shake é engraçado.
Não sei se é só comigo, mas eu acho esse meme o melhor dos últimos tempos. Acho que é por que esse meme me lembra os bons tempos de colegial, quando toda a galera se reunia na casa de alguém, ficavámos tomando pepsi, comendo salgadinho barato de 1,99 que revirava os nossos estômagos(Mas como ninguém tinha dinheiro pra ficar comprando Elma-Chips todo dia, comprávamos os podres mesmo) e fricavámos falando de besteiras aleatórias.
Ás vezes jogando video-game, ás vezes assistindo memes no Youtube (Que naquela época eram engraçados, por que ninguém se importava em ser pego no flagra... Hoje basta você ligar uma câmera numa festa que todo mundo se esconde com medo de cair na net) e ás vezes só filosofando besteiras, enquanto admirávamos as namis passando na rua.
Bons tempos... Bons tempos...
Sei lá... Ele é tão retardado, mas também é tão engraçado... Sei lá...
É o tipo de coisa retardada que você faz com os seus amigos em uma tarde tediosa qualquer.
Sem contar que, pela primeira vez em muito tempo, surgiu um meme que preste no Youtube.
Foram tantos memes completamente imbecis, bem... Esse também é imbecil.
No entanto, esse é um meme engraçado. Os outros eram só imbecis mesmo, mas o Harlem Shake é engraçado.
Não sei se é só comigo, mas eu acho esse meme o melhor dos últimos tempos. Acho que é por que esse meme me lembra os bons tempos de colegial, quando toda a galera se reunia na casa de alguém, ficavámos tomando pepsi, comendo salgadinho barato de 1,99 que revirava os nossos estômagos(Mas como ninguém tinha dinheiro pra ficar comprando Elma-Chips todo dia, comprávamos os podres mesmo) e fricavámos falando de besteiras aleatórias.
Ás vezes jogando video-game, ás vezes assistindo memes no Youtube (Que naquela época eram engraçados, por que ninguém se importava em ser pego no flagra... Hoje basta você ligar uma câmera numa festa que todo mundo se esconde com medo de cair na net) e ás vezes só filosofando besteiras, enquanto admirávamos as namis passando na rua.
Bons tempos... Bons tempos...
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Dois desenhos
Posted on 19 fevereiro by Felipe
Fiz essas duas ilustrações hoje... A primeira é totalmente digital e fiz em uma hora ou menos, sei lá... Queri mostrar a vida boa de crianças que podem jogar cobertores em cima de cadeiras na cozinha e finjir que estão acampando em algum lugar assombrado e muito legal. O pote está cheio de vaga-lumes, por isso está brilhando... Eu nunca caçei vaga-lumes, mas minha mãe já e disse que era muito legal.
Agora fazer uma barraca de cobertores e cadeiras, eu já fiz muitas vezes e me divertia pra caramba, pois eu passei a maior parte da minha infância em Guarulhos, onde nasci e vivi até uns 7 ou 8 anos. Quem mora em Guarulhos sabe que não dá pra acampar, pelo menos não fora de casa e o quintal da minha casa não tinha grama, então o jeito era improvisar uma barraca na sala de TV, fazer vários furos em uma caixa de sapato, colocar uma lanterna dentro dela e finjir que estava no meio do mato, com um céu estrelado em cima e animais fantásticos em volta da "barraca".
O outro desenho é só mais ilustração que vai pra algum livro futuro de Toringa. Futuro por que mostra o Nick com a Débora e o Nick só aparece no segundo volume do livro, que será lançado dia 10 de Maio.
Sim, eu resolvi isso com uma livraria daqui e Dourados.
Então é isso... Esse é o post de hoje!
Falou! >.<
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Alguma coisa mudou por aqui...
Posted on 15 fevereiro by Felipe
Existe algo de novo no blog.
O cabeçalho, é claro!
Substitui por um desenho que eu levei dias para concluir.
Tá certo que eu comecei ele em Janeiro, mas fiquei dias sem me concentrar nele, então não é justo dizer que levei meses fazendo ele.
Esse desenho mostra todos os personagens do livro que eu escrevi, o "Toringa" relaxando em algum lugar legal de Londres.
Faz parte da série Summertime, esse é o quinto desenho dessa série de desenhos.
Acho que só tenho agora, comigo, mais um da série Summertime, por que os outros estavam na Deviantart e eu deletei minha página na deviantart, por motivos pessoais pavorosos.
Bem, essa é a postagem de hoje, apenas um post pra divulgar minha arte.
Se quiser me contratar pra algum serviço de ilustração é só mandar um e-mail pra buglipe@gmail.com
Se quiser ler meu livro é só comprá-lo aqui.
Até mais.
O cabeçalho, é claro!
Substitui por um desenho que eu levei dias para concluir.
Tá certo que eu comecei ele em Janeiro, mas fiquei dias sem me concentrar nele, então não é justo dizer que levei meses fazendo ele.
Esse desenho mostra todos os personagens do livro que eu escrevi, o "Toringa" relaxando em algum lugar legal de Londres.
Faz parte da série Summertime, esse é o quinto desenho dessa série de desenhos.
Acho que só tenho agora, comigo, mais um da série Summertime, por que os outros estavam na Deviantart e eu deletei minha página na deviantart, por motivos pessoais pavorosos.
Bem, essa é a postagem de hoje, apenas um post pra divulgar minha arte.
Se quiser me contratar pra algum serviço de ilustração é só mandar um e-mail pra buglipe@gmail.com
Se quiser ler meu livro é só comprá-lo aqui.
Até mais.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Dica literária: O mundo de sofia
Posted on 14 fevereiro by Felipe
Finalmente terminei de ler esse livro.
Por vários motivos ficava dias sem lê-lo e aí voltava do ponto onde parava para continuar a leitura.
Provavelmente por que esse livro não é lá essas coisas.
Eu gostei, já vou avisando e recomendo, mas não espere nada do nível de "O livro das coisas perdidas", "Memórias de um sargento de milícias" ou "Apanhador no campo de centeio".
Esse livro é bom... E só.
Aliás, ele só é bom por que dá uma verdadeira lição de história e filosofia de um jeito que deixa o leitor completamente envolvido com a história e o faz querer saber cada vez mais dos grandes filósofos apesentados no livro.
E o livro seria memorável se apenas se concentrasse nisso: Na história da filosofia.
Mas não, tinha que ter uma histórinha meia boca envolvendo dimensões mentais, histórias infantis, romance e claro, filosofia.
É nesse ponto, de tentar criar uma história paralela ao ensino da filosofia que o autor peca.
Pois nota-se que ele apenas foi escrevendo as coisas, sem se importar muito com o final, até que chega em um ponto onde nem mesmo ele consegue achar uma saída para salvar os protagonistas e então ele dá uma desculpinha meia boca que os leitores são forçados a engolir e digerir, mas de muita má vontade, por que o final não agrada.
No entanto, mesmo com essa enorme falha no roteiro, que todos nós, escritores, estamos fadados a sofrer o livro ainda vale a pena ser lido.
Não para descobrir o que acontecerá com Sofia e Alberto, os protagonistas da história, mas para conhecer melhor a história da humanidade.
Sim, por que o livro pode ser considerado até didático, sem ser chato, pois ensina de verdade.
Talvez até ensine mais do que os professores de filosofia espalhados pelas escolas por aí.
Enfim, recomendo a leitura desse livro. Esqueça a histórinha paralela bem mal-feita contida nele e se delicie descobrindo sobre a história da filosofia, algo que você com certeza não descobrirá nos livros do colégio.
Por vários motivos ficava dias sem lê-lo e aí voltava do ponto onde parava para continuar a leitura.
Provavelmente por que esse livro não é lá essas coisas.
Eu gostei, já vou avisando e recomendo, mas não espere nada do nível de "O livro das coisas perdidas", "Memórias de um sargento de milícias" ou "Apanhador no campo de centeio".
Esse livro é bom... E só.
Aliás, ele só é bom por que dá uma verdadeira lição de história e filosofia de um jeito que deixa o leitor completamente envolvido com a história e o faz querer saber cada vez mais dos grandes filósofos apesentados no livro.
E o livro seria memorável se apenas se concentrasse nisso: Na história da filosofia.
Mas não, tinha que ter uma histórinha meia boca envolvendo dimensões mentais, histórias infantis, romance e claro, filosofia.
É nesse ponto, de tentar criar uma história paralela ao ensino da filosofia que o autor peca.
Pois nota-se que ele apenas foi escrevendo as coisas, sem se importar muito com o final, até que chega em um ponto onde nem mesmo ele consegue achar uma saída para salvar os protagonistas e então ele dá uma desculpinha meia boca que os leitores são forçados a engolir e digerir, mas de muita má vontade, por que o final não agrada.
No entanto, mesmo com essa enorme falha no roteiro, que todos nós, escritores, estamos fadados a sofrer o livro ainda vale a pena ser lido.
Não para descobrir o que acontecerá com Sofia e Alberto, os protagonistas da história, mas para conhecer melhor a história da humanidade.
Sim, por que o livro pode ser considerado até didático, sem ser chato, pois ensina de verdade.
Talvez até ensine mais do que os professores de filosofia espalhados pelas escolas por aí.
Enfim, recomendo a leitura desse livro. Esqueça a histórinha paralela bem mal-feita contida nele e se delicie descobrindo sobre a história da filosofia, algo que você com certeza não descobrirá nos livros do colégio.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Dica cinematográfica: Cantando na chuva
Posted on 12 fevereiro by Felipe
Voltando á lista de filmes que recebi pra assistir... Cantando na chuva é um deles.
Nunca dei moral pra musicais, pois acho eles muito chatos, mas esse filme é clássico e tal, recebi a indicação de alguém muito confiável, então... Decidi dar uma chance.
Ainda acho musicais chatos, mas esse filme é bom.
As músicas são bem chatinhas sim, mas o filme vai muito além de um simples musical.
É um filme de comédia, com críticas à Hollywood e me surpreendeu.
O filme conta a história de Don Lockwood, um bem sucedido ator de cinema mudo que, para agradar ao público, finge estar em um relacionamento com Lina Lamont, a atriz mais bem sucedida do cinema mudo na época do filme. No entanto, os dois se odeiam e ela não suporta ter que exercer o papel de amante calada que apenas acompanha o querido namorado. No entanto, a voz da mulher é muito, mas muito feia mesmo e nenhum produtor ameaça colocar a voz dela em público para que os fãs continuem amando ela e dando lucros ao estúdio em que os dois trabalham.
As coisas começam a mudar quando Don conhece uma atriz de teatro que não gosta de cinema, por que, para ela, os atores não sabem interpretar, apenas movem os lábios e fazem gestos escandalosos para agraciar a platéia. Realmente é só isso que eles fazem e Don começa a questionar seus supostos talentos teatrais.
Com a chegada da tecnologia do cinema falado, todos no estúdio têm que se adpatar aos novos tempos e o único que se dá bem nessa é Cosmo, o melhor amigo de Don, que é promovido e acaba virando diretor de músicas nos filmes.
Com a chegada do cinema falado, Don realmente se perde, pois todos tem que se acostumar com microfones, fios e o pior: Decorar falas!!!
Pois é... Essa é a minha indicação de hoje: Cantando na chuva, um filme que me surpreendeu!
Nunca dei moral pra musicais, pois acho eles muito chatos, mas esse filme é clássico e tal, recebi a indicação de alguém muito confiável, então... Decidi dar uma chance.
Ainda acho musicais chatos, mas esse filme é bom.
As músicas são bem chatinhas sim, mas o filme vai muito além de um simples musical.
É um filme de comédia, com críticas à Hollywood e me surpreendeu.
O filme conta a história de Don Lockwood, um bem sucedido ator de cinema mudo que, para agradar ao público, finge estar em um relacionamento com Lina Lamont, a atriz mais bem sucedida do cinema mudo na época do filme. No entanto, os dois se odeiam e ela não suporta ter que exercer o papel de amante calada que apenas acompanha o querido namorado. No entanto, a voz da mulher é muito, mas muito feia mesmo e nenhum produtor ameaça colocar a voz dela em público para que os fãs continuem amando ela e dando lucros ao estúdio em que os dois trabalham.
As coisas começam a mudar quando Don conhece uma atriz de teatro que não gosta de cinema, por que, para ela, os atores não sabem interpretar, apenas movem os lábios e fazem gestos escandalosos para agraciar a platéia. Realmente é só isso que eles fazem e Don começa a questionar seus supostos talentos teatrais.
Com a chegada da tecnologia do cinema falado, todos no estúdio têm que se adpatar aos novos tempos e o único que se dá bem nessa é Cosmo, o melhor amigo de Don, que é promovido e acaba virando diretor de músicas nos filmes.
Com a chegada do cinema falado, Don realmente se perde, pois todos tem que se acostumar com microfones, fios e o pior: Decorar falas!!!
Pois é... Essa é a minha indicação de hoje: Cantando na chuva, um filme que me surpreendeu!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Um pequeno post sobre religião
Posted on 11 fevereiro by Felipe
A vida é estranha.
Exatamente no dia em que eu estava planejando fazer um post sobre uma ilustração que vi há alguns dias atrás feita por um ateu militante qualquer colocando todos os "grandes" cientistas da história no lugar dos apóstolos da Santa Ceia e o Einstein no lugar de Jesus Cristo, eu descubro que o papa renunciou ao cargo.
Bem... Quem me disse isso foi minha mãe. Uma mulher muito religiosa, que achou a decisão do Joseph Ratzinger muito humilde.
Realmente, é humilde, mas não muito sábia do meu ponto de vista.
Eu sou católico e tal, acredito em Deus e na maioria das coisas que a igreja diz, mas não acho que o que a igreja católica diz seja a resposta para tudo.
No entanto, é bem triste ver algo assim acontecer, principalmente quando a igreja à qual você pertence é a instituição mais criticada e decadente desde o início do século.
Tá certo, o século não é tão velho assim, mas eu acho que a igreja nunca viu tantos escândalos, tantas críticas, combatentes e rivais na sua história de mais de 2 mil anos quanto nesses últimos 13 anos.
É só ver o número de vlogs ateus que existem só no Youtube do Brasil, o número de artistas que fazem críticas duras contra a igreja católica em suas obras, sejam pinturas, ilustrações, músicas e até piadas.
Por isso não é muito sábia a decisão dele por que uma atitude dessas dá mais fôlego para os inimigos da igreja, pelo menos na minha opinião.
Bem... De qualquer jeito, eu vou continuar indo à igreja, rezando o Pai Nosso e a Ave Maria de qualquer jeito, mas vai ser difícil ter que aturar todos os tipos de piada contra a sua religião na TV, blogs, vlogs e qualquer outro tipo de mídia por aí.
É... A vida é foda.
Mas antes que as pessoas comecem a criticar a igreja das piores formas possíveis, eu vou fazer a minha parte de divulgar o que a igreja fez de bom em seus mais de 2000 anos de história.
Sim, a igreja não é só inquisição, fogueiras, pedofilia e dízimo. A igreja católica também é cultura, história, filosofia e filantropia.
Sim, por que toda a cultura ocidental foi fundada em pilares da igreja.
Você pode dizer que a idade média foi um período obscuro e tal, o que realmente foi, mas não foi o inferno na Terra como passam nas escolas. Foi na idade média que surgiram os conceitos de escola pública, pois a igreja exigia que em cada feudo existisse uma escola gratuita para que as crianças pudessem aprender. Se não fossem os monges da idade média nenhum material antigo da época de Platão ou Aristóteles teria chegado às mãos dos estudantes de história de atualmente. Eles passavam dias inteiros traduzindo manuscritos, tábuas e fazendo registros históricos que mais tarde nos ajudariam a compreender o mundo da antiguidade.
A preocupação deles provavelmente estava mais voltada ao campo do direito e foi aí que houve grandes desenvolvimentos. Vários conceitos criados nessa época são usados e estudados até hoje.
Depois veio a época em que foram feitos grandes avanços científicos. Claro, a igreja cometeu alguns erros, mas as pessoas se esquecem de que a igreja é feita por homens e homens não são perfeitos, eles erram.
No entanto, nessa época também foram feitos muitos avanços com os monges. Se não fossem os monges e as escolas públicas criadas pela igreja, talvez você não estaria usando o seu computador agora.
Sim, pois muitos conceitos como energia hidrelétrica tiveram o seu nascimento nessa época. Na verdade, não o conceito de energia elétrica, mas a ideia que geraria o conceito na cabeça de vários pesquisadores ao longo dos séculos.
Aqueles objetos que vemos em filmes movidos por água para produzir farinha de trigo, tecer roupas e até cozer foram criados e desenvolvidos por monges entre a idade média e a idade moderna. E dos monges foram passadas para seus discípulos.
E ao contrário do que se pensa, os seus discípulos não eram futuros monges, padres ou bispos, eram leigos também, pois em alguns monastérios era permitida a entrada de pessoas de fora do âmbito religioso para estudar, pois nessa época se você queria um ensino de verdade era necessário estudar com monges.
Era uma espécie de universidade da época.
E por falor em universidade, se avançarmos um pouco no tempo veremos que as primeiras universidades foram criadas pela igreja ou pelo menos com financiamento dela.
Sim, pois após ver que Galileu e Copérnico estavam certos, muitos monges e estudiosos religiosos quiseram saber como funcionava o universo e para isso a igreja financiou diversas faculdades e estudos sobre o mundo natural.
Aliás, faz isso até hoje. Tanto faz que anualmente a igreja faz semanários e "reuniões" de cientistas para que se possa debater sobre as novas descobertas científicas e como associar tudo isso à igreja.
Por mais de seis séculos a igreja é a instituição que mais financia e dá suporte financeiro e social á estudos sobre astronomia e tecnologia. Isso não sou eu quem estou falando. Quem afirma isso é Joh Heilbron, da universidada da Califórnia em Berkeley.
Aliás no campo técnológico, vale destacar dois inventos: O primeiro relógio do mundo, contruído pelo Papa Silvestre II e um forno criado por monges para extração de minério de ferro. Esse último é uma das primeiras máquinas que influenciaram a revolução industrial no século 18.
Isso sem contar nas inúmeras instituições filantrópicas mantidas pela igreja católica em todo o mundo. As pessoas critiam a visão tradicionalista da igreja contra a camisinha. Como se mandar todo mundo colocar camisinha fosse erradicar a AIDS.
Também criticam a visão tradicionalista contra o aborto. Antes de criticar a igreja as pessoas deveriam assistir o filme "Aborto: Um grito silencioso" para saber como é feito esse ato cruel e desumano.
Também criticam a visão que a igreja tem quanto os homossexuais. Eu não acho que a igreja se importe com o que as pessoas fazem ou deixam de fazer em seus quartos de noite ou de dia. Mas pedir para que o Papa dê a benção à um casal homossexual, acho que é um pouco de exagero. Afinal, Deus criou o homem e a mulher, o que você gosta ou deixa de gostar não concerne ao Papa. Afinal se o Papa desse sua benção à algum casal homossexual, nenhum gay ou lésbica do mundo iria realmente se importar com isso, afinal, mesmo com o cara falando que é errado eles continuam fazendo. Então, pra que se preocupar com isso?
Tudo isso para mostar que a igreja não é o grande mal da humanidade como muitos dizem por aí. Nem que o mundo seria muito melhor sem a igreja. Pelo contrário, seria muito pior. Pensa bem, se a idade média já foi ruim com a igreja, imagina sem ela. Se não fosse o investimento da igreja nos campo da filosofia, ciência, filantropia e direito, nós ainda estaríamos vivendo na idade média.
Então,antes de criticar a igreja, relaxa cara, é só o Papa.
Fique com Deus.
Exatamente no dia em que eu estava planejando fazer um post sobre uma ilustração que vi há alguns dias atrás feita por um ateu militante qualquer colocando todos os "grandes" cientistas da história no lugar dos apóstolos da Santa Ceia e o Einstein no lugar de Jesus Cristo, eu descubro que o papa renunciou ao cargo.
Bem... Quem me disse isso foi minha mãe. Uma mulher muito religiosa, que achou a decisão do Joseph Ratzinger muito humilde.
Realmente, é humilde, mas não muito sábia do meu ponto de vista.
Eu sou católico e tal, acredito em Deus e na maioria das coisas que a igreja diz, mas não acho que o que a igreja católica diz seja a resposta para tudo.
No entanto, é bem triste ver algo assim acontecer, principalmente quando a igreja à qual você pertence é a instituição mais criticada e decadente desde o início do século.
Tá certo, o século não é tão velho assim, mas eu acho que a igreja nunca viu tantos escândalos, tantas críticas, combatentes e rivais na sua história de mais de 2 mil anos quanto nesses últimos 13 anos.
É só ver o número de vlogs ateus que existem só no Youtube do Brasil, o número de artistas que fazem críticas duras contra a igreja católica em suas obras, sejam pinturas, ilustrações, músicas e até piadas.
Por isso não é muito sábia a decisão dele por que uma atitude dessas dá mais fôlego para os inimigos da igreja, pelo menos na minha opinião.
Bem... De qualquer jeito, eu vou continuar indo à igreja, rezando o Pai Nosso e a Ave Maria de qualquer jeito, mas vai ser difícil ter que aturar todos os tipos de piada contra a sua religião na TV, blogs, vlogs e qualquer outro tipo de mídia por aí.
É... A vida é foda.
Mas antes que as pessoas comecem a criticar a igreja das piores formas possíveis, eu vou fazer a minha parte de divulgar o que a igreja fez de bom em seus mais de 2000 anos de história.
Sim, a igreja não é só inquisição, fogueiras, pedofilia e dízimo. A igreja católica também é cultura, história, filosofia e filantropia.
Sim, por que toda a cultura ocidental foi fundada em pilares da igreja.
Você pode dizer que a idade média foi um período obscuro e tal, o que realmente foi, mas não foi o inferno na Terra como passam nas escolas. Foi na idade média que surgiram os conceitos de escola pública, pois a igreja exigia que em cada feudo existisse uma escola gratuita para que as crianças pudessem aprender. Se não fossem os monges da idade média nenhum material antigo da época de Platão ou Aristóteles teria chegado às mãos dos estudantes de história de atualmente. Eles passavam dias inteiros traduzindo manuscritos, tábuas e fazendo registros históricos que mais tarde nos ajudariam a compreender o mundo da antiguidade.
A preocupação deles provavelmente estava mais voltada ao campo do direito e foi aí que houve grandes desenvolvimentos. Vários conceitos criados nessa época são usados e estudados até hoje.
Depois veio a época em que foram feitos grandes avanços científicos. Claro, a igreja cometeu alguns erros, mas as pessoas se esquecem de que a igreja é feita por homens e homens não são perfeitos, eles erram.
No entanto, nessa época também foram feitos muitos avanços com os monges. Se não fossem os monges e as escolas públicas criadas pela igreja, talvez você não estaria usando o seu computador agora.
Sim, pois muitos conceitos como energia hidrelétrica tiveram o seu nascimento nessa época. Na verdade, não o conceito de energia elétrica, mas a ideia que geraria o conceito na cabeça de vários pesquisadores ao longo dos séculos.
Aqueles objetos que vemos em filmes movidos por água para produzir farinha de trigo, tecer roupas e até cozer foram criados e desenvolvidos por monges entre a idade média e a idade moderna. E dos monges foram passadas para seus discípulos.
E ao contrário do que se pensa, os seus discípulos não eram futuros monges, padres ou bispos, eram leigos também, pois em alguns monastérios era permitida a entrada de pessoas de fora do âmbito religioso para estudar, pois nessa época se você queria um ensino de verdade era necessário estudar com monges.
Era uma espécie de universidade da época.
E por falor em universidade, se avançarmos um pouco no tempo veremos que as primeiras universidades foram criadas pela igreja ou pelo menos com financiamento dela.
Sim, pois após ver que Galileu e Copérnico estavam certos, muitos monges e estudiosos religiosos quiseram saber como funcionava o universo e para isso a igreja financiou diversas faculdades e estudos sobre o mundo natural.
Aliás, faz isso até hoje. Tanto faz que anualmente a igreja faz semanários e "reuniões" de cientistas para que se possa debater sobre as novas descobertas científicas e como associar tudo isso à igreja.
Por mais de seis séculos a igreja é a instituição que mais financia e dá suporte financeiro e social á estudos sobre astronomia e tecnologia. Isso não sou eu quem estou falando. Quem afirma isso é Joh Heilbron, da universidada da Califórnia em Berkeley.
Aliás no campo técnológico, vale destacar dois inventos: O primeiro relógio do mundo, contruído pelo Papa Silvestre II e um forno criado por monges para extração de minério de ferro. Esse último é uma das primeiras máquinas que influenciaram a revolução industrial no século 18.
Isso sem contar nas inúmeras instituições filantrópicas mantidas pela igreja católica em todo o mundo. As pessoas critiam a visão tradicionalista da igreja contra a camisinha. Como se mandar todo mundo colocar camisinha fosse erradicar a AIDS.
Também criticam a visão tradicionalista contra o aborto. Antes de criticar a igreja as pessoas deveriam assistir o filme "Aborto: Um grito silencioso" para saber como é feito esse ato cruel e desumano.
Também criticam a visão que a igreja tem quanto os homossexuais. Eu não acho que a igreja se importe com o que as pessoas fazem ou deixam de fazer em seus quartos de noite ou de dia. Mas pedir para que o Papa dê a benção à um casal homossexual, acho que é um pouco de exagero. Afinal, Deus criou o homem e a mulher, o que você gosta ou deixa de gostar não concerne ao Papa. Afinal se o Papa desse sua benção à algum casal homossexual, nenhum gay ou lésbica do mundo iria realmente se importar com isso, afinal, mesmo com o cara falando que é errado eles continuam fazendo. Então, pra que se preocupar com isso?
Tudo isso para mostar que a igreja não é o grande mal da humanidade como muitos dizem por aí. Nem que o mundo seria muito melhor sem a igreja. Pelo contrário, seria muito pior. Pensa bem, se a idade média já foi ruim com a igreja, imagina sem ela. Se não fosse o investimento da igreja nos campo da filosofia, ciência, filantropia e direito, nós ainda estaríamos vivendo na idade média.
Então,antes de criticar a igreja, relaxa cara, é só o Papa.
Fique com Deus.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Dica cinematográfica: Fish Tank
Posted on 09 fevereiro by Felipe
Hoje eu decidi assistir Fish Tank após ter dado umas voltas para esfriar a cabeça pela cidade.
Fish Tank trata da descoberta do amor por alguém mais velho pela visão de uma menina de 15 anos, que não se dá bem com a família, nem com os amigos e provavelmente não sabe o que fazer da vida, se não dançar hip hop.
Essa menina briga com a mãe, que é uma cadela. Briga com a irmã, que é uma pestinha endiabrada. Briga com as meninas da sua idade, que apesar de terem 15 anos, comportam-se como vadias de 25 anos. E também briga com o novo namorado de sua mãe.
No entanto, o namorado de sua mãe é a única pessoa que não age como se ela fosse apenas uma rebelde de 15 anos, com titica de galinha na cabeça. Ao contrário; mesmo com o comportamento infantil da menina, ele continua agindo normalmente perto dela. Sorri, faz brincadeiras e não se deixa atingir por seus insultos infames.
E é aí que se esconde o perigo, pois quando um adolescente perdido na vida, descobre alguém que age de forma amistosa e diferente dos outros, ele tende a querer se aproximar cada vez dessa pessoa.
Só que o novo namorado da mãe da menina pode esconder alguns segredos que ninguém está realmente pronto para descobrir, nem mesmo o telespectador.
Fish Tank é um filme bem legal pra você que não gosta de carnaval, odeia batuques irritantes e gente transmitindo suas herpes pra qualquer um na avenida.
Fish Tank trata da descoberta do amor por alguém mais velho pela visão de uma menina de 15 anos, que não se dá bem com a família, nem com os amigos e provavelmente não sabe o que fazer da vida, se não dançar hip hop.
Essa menina briga com a mãe, que é uma cadela. Briga com a irmã, que é uma pestinha endiabrada. Briga com as meninas da sua idade, que apesar de terem 15 anos, comportam-se como vadias de 25 anos. E também briga com o novo namorado de sua mãe.
No entanto, o namorado de sua mãe é a única pessoa que não age como se ela fosse apenas uma rebelde de 15 anos, com titica de galinha na cabeça. Ao contrário; mesmo com o comportamento infantil da menina, ele continua agindo normalmente perto dela. Sorri, faz brincadeiras e não se deixa atingir por seus insultos infames.
E é aí que se esconde o perigo, pois quando um adolescente perdido na vida, descobre alguém que age de forma amistosa e diferente dos outros, ele tende a querer se aproximar cada vez dessa pessoa.
Só que o novo namorado da mãe da menina pode esconder alguns segredos que ninguém está realmente pronto para descobrir, nem mesmo o telespectador.
Fish Tank é um filme bem legal pra você que não gosta de carnaval, odeia batuques irritantes e gente transmitindo suas herpes pra qualquer um na avenida.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Dica cinematográfica: Dançando no escuro
Posted on 08 fevereiro by Felipe
Hoje eu assiti um filme muito bom.
Bem, todas as vezes que eu venho com uma dica cinematográfica eu digo que assisti um filme bom... Mas é por que eu realmente assisto filmes bons!
E esse é bom demais.
É um filme do Lars Von Trier, o que para mim é um ponto negativo, já que eu não gosto dele, no entanto, este filme me fora indicado por uma pessoa de confiança, que não em indicaria um filme ruim e realmente, não me decepcionou.
Acho que esse foi o primeiro filme dele que eu gostei, também foi o primeiro que eu realmente prestei atenção a tudo o que acontecia na tela.
Dançando no escuro conta a história de uma mulher Tcheca que se muda para os E.U.A. a fim de conseguir dinheiro para pagar uma cirurgia que seu filho precisava. Seu filho tem uma doença genética que o faz ficar mais cego conforme os dias passam. Doença que a personagem principal, Selma, também tem. Afinal a doença é genética e o garoto a herdou de Selma, sua mãe.
O problema é que Selma é muito bobinha, é a típica mocinha boba de filme, mas que, conforme os minutos de filme passam, se mostra uma mulher forte e pronta para encarar as consequências de suas escolhas, que são feitas a fim de proteger e melhorar a vida da pessoa que ela mais ama na vida.
Selma também é uma mulher muito sonhadora, que adora filmes de sapateado e eu acho que esse é o trunfo do filme. Quando alguma situação fica difícil de ser encarada pela tola Selma, ela imagina como se tudo ao seu redor fosse um musical e é nessas cenas que o filme surpreende, pois se já não bastasse a potente voz de Björk cantando maravilhosas canções, ainda temos acompanhamentos pouco usuais nas músicas e uma equipe muito bem treinada, o que transforma o filme em uma experiência única e maravilhosa.
Eu não estou certo se considero o Lars Von Trier um gênio, como muitos dizem, ou um tremendo idiota, como outros muitos também dizem, mas eu considero esse filme uma verdadeira obra de arte, digna de ser admirada pelos amantes da sétia arte.
Bem, todas as vezes que eu venho com uma dica cinematográfica eu digo que assisti um filme bom... Mas é por que eu realmente assisto filmes bons!
E esse é bom demais.
É um filme do Lars Von Trier, o que para mim é um ponto negativo, já que eu não gosto dele, no entanto, este filme me fora indicado por uma pessoa de confiança, que não em indicaria um filme ruim e realmente, não me decepcionou.
Acho que esse foi o primeiro filme dele que eu gostei, também foi o primeiro que eu realmente prestei atenção a tudo o que acontecia na tela.
Dançando no escuro conta a história de uma mulher Tcheca que se muda para os E.U.A. a fim de conseguir dinheiro para pagar uma cirurgia que seu filho precisava. Seu filho tem uma doença genética que o faz ficar mais cego conforme os dias passam. Doença que a personagem principal, Selma, também tem. Afinal a doença é genética e o garoto a herdou de Selma, sua mãe.
O problema é que Selma é muito bobinha, é a típica mocinha boba de filme, mas que, conforme os minutos de filme passam, se mostra uma mulher forte e pronta para encarar as consequências de suas escolhas, que são feitas a fim de proteger e melhorar a vida da pessoa que ela mais ama na vida.
Selma também é uma mulher muito sonhadora, que adora filmes de sapateado e eu acho que esse é o trunfo do filme. Quando alguma situação fica difícil de ser encarada pela tola Selma, ela imagina como se tudo ao seu redor fosse um musical e é nessas cenas que o filme surpreende, pois se já não bastasse a potente voz de Björk cantando maravilhosas canções, ainda temos acompanhamentos pouco usuais nas músicas e uma equipe muito bem treinada, o que transforma o filme em uma experiência única e maravilhosa.
Eu não estou certo se considero o Lars Von Trier um gênio, como muitos dizem, ou um tremendo idiota, como outros muitos também dizem, mas eu considero esse filme uma verdadeira obra de arte, digna de ser admirada pelos amantes da sétia arte.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Universidade
Posted on 07 fevereiro by Felipe
Olá, como deu pra perceber o blog deu uma mudada. Primeiro, por que eu quero deixá-lo mais apresentável ao grande público, já que agora irei usá-lo cada vez mais para divulgar o meu trabalho como escritor e ilustrador. Segundo, por que eu não gosto muito de ficar com a mesma coisa sempre e preciso mudar alguns detalhes da minha vida periódicamente.
Uma notícia boa (Ou não): Estou na faculdade!
Sim, eu estou na faculdade! Agora você me pergunta se eu estou gostando disso ou não...
"E aí Toringa, tá gostando da facu?"
E eu respondo: Não!
A faculdade é meio diferente do que eu pensava. Primeiro que eu tô fazendo arquitetura em uma faculdade particular. Segundo que eu não conheço ninguém na sala. Terceiro que eu eu não esperava tanta matemática. Quarta que eu tinha uma imagem da vida universitária mais ou menos como aquele desenho alí em cima e está sendo um pouco diferente, ao menos por enquanto.
Eu achava que iria ter amigos inteligentes, desenhistas, que gostassem de conversar sobre filosofia, política, artes, filmes europeus e bandas de lo-fi estadunidenses, canadenses, européias ou japonesas.
Mas não, na minha sala só tem meninas extremamente lindas, mas com uma auto-estima gigante, o que faz delas uma frescas metidas e cowboyolas!
Pra quem não sabe, eu moro no Mato Grosso do Sul, mais especificamente Dourados. A situação com os cowboyolas é tão complicada por aqui que você percebe que chegou no estado só de sentir o cheiro de cú, de tanta calça socada no rego que existe por aqui.
É muito cowboyola pro meu gosto.
Tá legal, eu tô exagerando só um pouquinha e antes que alguém venha me xingar nos comentários (Já passei por isso em outro blog quando eu fiz uma postagem supostamente engraçada sobre a vida no interiorrr de São Paulo), já vou dizer que grande parte do meu arrependimento com a faculdade vêm de mim.
Primeiro que a faculdade é particular e a vida toda eu nutri um certo preconceito contra faculdades particulares, por que todo mundo passa no vestibular de uma faculdade particular, o reitor é sempre um gordo cretino e mercenário, os professores são despreparados, se consegue nota com qualquer bolo de notas de 100 reais, etc... É preconceito, eu sei. E também sei que eu tô errado, por que eu aposto que não existe faculdade mais puxada que aquela que eu faço. É sério, é muito puxado o curso, cheio de atividades extracurriculares, trabalhos para serem feitos na sala, muitas contas de matemática e tal... No entanto, isso é bom, por que a minha imagem de faculdade, além da diversão com amigos universitários, é um lugar onde você tem tanto trabalho que nem dá tempo de fazer amizade, mas as pessoas são tão fodas que conseguem fazer amizades até no tempo livre escasso entre uma aula e outra.
E aí vêm o segundo ponto: Eu sou um zero à esquerda em relações sociais. Esse é o motivo de eu ter decepcionado as duas últimas garotas que ficaram a fim de mim (Aliás, as duas única na minha vida toda), é esse o motivo que me levou a criar uma penca de amigos imaginários, é esse o motivo que me fez escrever um livro e negociar tudo através da internet, é esse o motivo que faz com que o meu livro ainda não tenha se tornado um sucesso comercial, é esse o motivo que faz com que eu ainda não tenha um emprego em alguma loja maneira ou algum estúdio de tatuagem descolado, é esse o motivo por trás de toda as depressões da minha vida.
Eu não sei me comunicar. Eu não sei me relacionar.
E eu queria que fosse diferente, queria mesmo. De vez em quando, levanto de manhã e digo pra mim mesmo no espelho: "Hoje eu vou ser diferente" aí chega na hora H e eu desisto, não falo com ninguém, entro em depressão, fico beijando o travesseiro enquanto escuto música lo-fi triste ao celular e aí, minutos antes de ir dormir, me olho no espelho e digo pra mim mesmo tentando me convencer do que eu digo: "Nós vivemos sozinhos, nós morremos sozinhos, todo o resto é apenas uma ilusão."
Só que eu não me convenço 100% disso e acordo no dia seguinte pensando: "Hoje eu vou ser diferente" e tudo se repete de novo.
A vida é difícil galera e já dizia uma amiga minha, muito religiosa e radical ao mesmo tempo: "Por que Deus não em leva logo pro lado dele, eu adoraria isso!".
Eu também adoraria isso, por que viver é um saco.
E cada dia que passa eu me convenço cada vez mais da minah teoria de que nós só vivemos até os 12 anos, que é a época da real diversão, dos amigos de verdade, dos desenhos animados, das meninas serem nojentas, das disputas de bafo no pátio da escola e dos gibis da turma da Mônica na biblioteca da escola. Depois dos 12 anos, nós não vivemos mais, não contamos os anos progressivamente; mais 1, mais 2, mais 3 e sim regressivamente; menos 1 ano até o dia que eu morrer, menos 2 anos até o dia que eu morrer, menos 3 anos até o dia que eu morrer...
A vida é foda.
Uma notícia boa (Ou não): Estou na faculdade!
Sim, eu estou na faculdade! Agora você me pergunta se eu estou gostando disso ou não...
"E aí Toringa, tá gostando da facu?"
E eu respondo: Não!
A faculdade é meio diferente do que eu pensava. Primeiro que eu tô fazendo arquitetura em uma faculdade particular. Segundo que eu não conheço ninguém na sala. Terceiro que eu eu não esperava tanta matemática. Quarta que eu tinha uma imagem da vida universitária mais ou menos como aquele desenho alí em cima e está sendo um pouco diferente, ao menos por enquanto.
Eu achava que iria ter amigos inteligentes, desenhistas, que gostassem de conversar sobre filosofia, política, artes, filmes europeus e bandas de lo-fi estadunidenses, canadenses, européias ou japonesas.
Mas não, na minha sala só tem meninas extremamente lindas, mas com uma auto-estima gigante, o que faz delas uma frescas metidas e cowboyolas!
Pra quem não sabe, eu moro no Mato Grosso do Sul, mais especificamente Dourados. A situação com os cowboyolas é tão complicada por aqui que você percebe que chegou no estado só de sentir o cheiro de cú, de tanta calça socada no rego que existe por aqui.
É muito cowboyola pro meu gosto.
Tá legal, eu tô exagerando só um pouquinha e antes que alguém venha me xingar nos comentários (Já passei por isso em outro blog quando eu fiz uma postagem supostamente engraçada sobre a vida no interiorrr de São Paulo), já vou dizer que grande parte do meu arrependimento com a faculdade vêm de mim.
Primeiro que a faculdade é particular e a vida toda eu nutri um certo preconceito contra faculdades particulares, por que todo mundo passa no vestibular de uma faculdade particular, o reitor é sempre um gordo cretino e mercenário, os professores são despreparados, se consegue nota com qualquer bolo de notas de 100 reais, etc... É preconceito, eu sei. E também sei que eu tô errado, por que eu aposto que não existe faculdade mais puxada que aquela que eu faço. É sério, é muito puxado o curso, cheio de atividades extracurriculares, trabalhos para serem feitos na sala, muitas contas de matemática e tal... No entanto, isso é bom, por que a minha imagem de faculdade, além da diversão com amigos universitários, é um lugar onde você tem tanto trabalho que nem dá tempo de fazer amizade, mas as pessoas são tão fodas que conseguem fazer amizades até no tempo livre escasso entre uma aula e outra.
E aí vêm o segundo ponto: Eu sou um zero à esquerda em relações sociais. Esse é o motivo de eu ter decepcionado as duas últimas garotas que ficaram a fim de mim (Aliás, as duas única na minha vida toda), é esse o motivo que me levou a criar uma penca de amigos imaginários, é esse o motivo que me fez escrever um livro e negociar tudo através da internet, é esse o motivo que faz com que o meu livro ainda não tenha se tornado um sucesso comercial, é esse o motivo que faz com que eu ainda não tenha um emprego em alguma loja maneira ou algum estúdio de tatuagem descolado, é esse o motivo por trás de toda as depressões da minha vida.
Eu não sei me comunicar. Eu não sei me relacionar.
E eu queria que fosse diferente, queria mesmo. De vez em quando, levanto de manhã e digo pra mim mesmo no espelho: "Hoje eu vou ser diferente" aí chega na hora H e eu desisto, não falo com ninguém, entro em depressão, fico beijando o travesseiro enquanto escuto música lo-fi triste ao celular e aí, minutos antes de ir dormir, me olho no espelho e digo pra mim mesmo tentando me convencer do que eu digo: "Nós vivemos sozinhos, nós morremos sozinhos, todo o resto é apenas uma ilusão."
Só que eu não me convenço 100% disso e acordo no dia seguinte pensando: "Hoje eu vou ser diferente" e tudo se repete de novo.
A vida é difícil galera e já dizia uma amiga minha, muito religiosa e radical ao mesmo tempo: "Por que Deus não em leva logo pro lado dele, eu adoraria isso!".
Eu também adoraria isso, por que viver é um saco.
E cada dia que passa eu me convenço cada vez mais da minah teoria de que nós só vivemos até os 12 anos, que é a época da real diversão, dos amigos de verdade, dos desenhos animados, das meninas serem nojentas, das disputas de bafo no pátio da escola e dos gibis da turma da Mônica na biblioteca da escola. Depois dos 12 anos, nós não vivemos mais, não contamos os anos progressivamente; mais 1, mais 2, mais 3 e sim regressivamente; menos 1 ano até o dia que eu morrer, menos 2 anos até o dia que eu morrer, menos 3 anos até o dia que eu morrer...
A vida é foda.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Dica cinematográfica: A fraternidade é vermelha
Posted on 28 janeiro by Felipe
Eu recebi há alguns dias uma lista de filmes para assistir. Filmes clássicos e cult de um amigo que gosta muito de filmes cult.
O primeiro da lista era a "Trilogia das cores". São três filmes franceses baseados nas três cores da bandeira fancesa. "A liberdade é azul", "A igualdade é branca" e "A fraternidade é vermelha".
Já assisti os três, gostei de "A liberdade é azul " e de "A igualdade é branca", mas são todos meio chatos. Todos contém aquele característico tom melancólico do cimena europeu, que faz as pessoas se distanciarem.
No entanto, esse filme que indico a vocês, o último da trilogia, que baseia-se em tons vermelhos é um filme excepcional. Realmente um clássico e também é muito legal.
A história é envolvente e você não precisa se esforçar para acompanhar o filme, pois é muito gostoso de assistir, além é claro da atris principal, que é um colírio para os olhos.
Conta a história de Valentine, uma estudante que também trabalha como modelo. Quando ela está voltando de uma sessão de fotos, atropela uma cachorra, que tem o endereço de seu dono na coleira. Valentine decide devolver a cachorra, mas o dono não a quer mais e por isso Valentine fica com o cão. Ela descobre que a cachorra está prenha e logo vai parir alguns filhotinhos e quando a cachorra foge da coleira e vai até a casa de seu dono original, Valentina revela ao homem que a cachorra terá filhotes. Logo, ela também descobre que o passatempo do dono original da cachorra é ouvir as conversas que seus vizinhos têm ao telefone e tentar adivinhar o quer acontecerá com a vida deles.
Aos poucos começa a se desenvolver uma amizade entre os dois, ao mesmo tempo que Valentine vai descobrindo que seu namorado não está tão afim dela como ela imaginava.
Enfim, é um filme gostoso de se assistir. Ele aborda como tema principal a fraternidade e talvez seja por isso que eu tenha gostado mais desse filme do que dos outros da trilogia das cores.
Eu recomendo a todos que quiserem se aventurar no cinema francês e passar o tempo em uma tarde chuvosa e melancólica qualquer.
O primeiro da lista era a "Trilogia das cores". São três filmes franceses baseados nas três cores da bandeira fancesa. "A liberdade é azul", "A igualdade é branca" e "A fraternidade é vermelha".
Já assisti os três, gostei de "A liberdade é azul " e de "A igualdade é branca", mas são todos meio chatos. Todos contém aquele característico tom melancólico do cimena europeu, que faz as pessoas se distanciarem.
No entanto, esse filme que indico a vocês, o último da trilogia, que baseia-se em tons vermelhos é um filme excepcional. Realmente um clássico e também é muito legal.
A história é envolvente e você não precisa se esforçar para acompanhar o filme, pois é muito gostoso de assistir, além é claro da atris principal, que é um colírio para os olhos.
Conta a história de Valentine, uma estudante que também trabalha como modelo. Quando ela está voltando de uma sessão de fotos, atropela uma cachorra, que tem o endereço de seu dono na coleira. Valentine decide devolver a cachorra, mas o dono não a quer mais e por isso Valentine fica com o cão. Ela descobre que a cachorra está prenha e logo vai parir alguns filhotinhos e quando a cachorra foge da coleira e vai até a casa de seu dono original, Valentina revela ao homem que a cachorra terá filhotes. Logo, ela também descobre que o passatempo do dono original da cachorra é ouvir as conversas que seus vizinhos têm ao telefone e tentar adivinhar o quer acontecerá com a vida deles.
Aos poucos começa a se desenvolver uma amizade entre os dois, ao mesmo tempo que Valentine vai descobrindo que seu namorado não está tão afim dela como ela imaginava.
Enfim, é um filme gostoso de se assistir. Ele aborda como tema principal a fraternidade e talvez seja por isso que eu tenha gostado mais desse filme do que dos outros da trilogia das cores.
Eu recomendo a todos que quiserem se aventurar no cinema francês e passar o tempo em uma tarde chuvosa e melancólica qualquer.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Comoção
Posted on 27 janeiro by Felipe
Hoje o post não tem imagem.
Hoje entro no twitter e o que vejo? Uma conta no twitter zuando um triste evento que aconteceu no Rio Grande do Sul, onde mais de 200 jovens foram mortos em um incêndio.
Que babaquice.
Não tem mais o que dizer de um cara que faz isso! É um babaca, claro!
Aí eu fui ver as notícias e reparei que havia uma enorme comoção pública sobre o caso, um monte de gente falando várias coisas no twitter, gente chorando e blá,blá,blá,blá...
Odeio esse tipo de comoção.
É uma coisa mais babaca que o twitter que o cara fez, que eu comecei a achar que ele tinha certa razão.
Afinal, é um evento triste, mas não é pra tanto.
Ninguém conhecia quem morreu lá, podiam ser um bando de playboys e patricinhas pé-no-saco que só sabem fazer merda o dia todo, não estão nem aí pra estudar, nem nada. Estavam na faculdade, mas provavelmente fossem parte dos 36% de alunos nas faculdades do país que são analfabetos funcionais.
É algo triste, lógico que é, afinal são seres humanos. No entanto, a morte do Osama Bin Laden também foi triste e pelo mesmo motivo.
O problema está na nossa sociedade hipócrita e sem raciocínio, que se aproveita de situações como essa para "unir" o povo em torno de algo triste e desviar a atenção de coisas realmente importantes e úteis.
Desviar a atenção de acontecimentos culturais relevantes ou problemas mais sérios do que um bando de universitários que morreram queimados.
Esse tipo de comoção me deixa p. da vida.
E o pior, pessoas que pensam como eu tem que ficar quietas se não suas contas são suspensas do twitter e são zuados o resto da vida em fóruns na internet.
Que é algo triste, isso eu já admiti, mas que essa comoção geral é estúpida e infundade também é um fato.
É... E assim caminha a humanidade.
Hoje entro no twitter e o que vejo? Uma conta no twitter zuando um triste evento que aconteceu no Rio Grande do Sul, onde mais de 200 jovens foram mortos em um incêndio.
Que babaquice.
Não tem mais o que dizer de um cara que faz isso! É um babaca, claro!
Aí eu fui ver as notícias e reparei que havia uma enorme comoção pública sobre o caso, um monte de gente falando várias coisas no twitter, gente chorando e blá,blá,blá,blá...
Odeio esse tipo de comoção.
É uma coisa mais babaca que o twitter que o cara fez, que eu comecei a achar que ele tinha certa razão.
Afinal, é um evento triste, mas não é pra tanto.
Ninguém conhecia quem morreu lá, podiam ser um bando de playboys e patricinhas pé-no-saco que só sabem fazer merda o dia todo, não estão nem aí pra estudar, nem nada. Estavam na faculdade, mas provavelmente fossem parte dos 36% de alunos nas faculdades do país que são analfabetos funcionais.
É algo triste, lógico que é, afinal são seres humanos. No entanto, a morte do Osama Bin Laden também foi triste e pelo mesmo motivo.
O problema está na nossa sociedade hipócrita e sem raciocínio, que se aproveita de situações como essa para "unir" o povo em torno de algo triste e desviar a atenção de coisas realmente importantes e úteis.
Desviar a atenção de acontecimentos culturais relevantes ou problemas mais sérios do que um bando de universitários que morreram queimados.
Esse tipo de comoção me deixa p. da vida.
E o pior, pessoas que pensam como eu tem que ficar quietas se não suas contas são suspensas do twitter e são zuados o resto da vida em fóruns na internet.
Que é algo triste, isso eu já admiti, mas que essa comoção geral é estúpida e infundade também é um fato.
É... E assim caminha a humanidade.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Dica cinemátográfica: Django Livre
Posted on 26 janeiro by Felipe
Ontem eu assisti Django Livre, o novo filme do Quentin Tarantino e cara... Gostei pra caramba!
Caras maus, quebrando tudo, destruindo tudo que eles vêem pela frente, com armas, montado em cavalos e tal... Não tem como não gostar.
Eu gosto de filmes de bang bang. São divertidos!
Claro que tem seus exageros, visto que a maioria vem de uma época em que o cinema não se preocupava com a realidade, mas essa é a parte boa, por que é puro entretenimento.
E entretenimento de boa qualidade!
E nesse filme, com ótima trilha sonora.
Bem, Django Livre é um ótimo filme, está concorrendo ao Oscar e merece ganhar, mas eu sei que não vai.
Então... Essa é a dica de hoje: Django Livre!
Corra para assistir!
Caras maus, quebrando tudo, destruindo tudo que eles vêem pela frente, com armas, montado em cavalos e tal... Não tem como não gostar.
Eu gosto de filmes de bang bang. São divertidos!
Claro que tem seus exageros, visto que a maioria vem de uma época em que o cinema não se preocupava com a realidade, mas essa é a parte boa, por que é puro entretenimento.
E entretenimento de boa qualidade!
E nesse filme, com ótima trilha sonora.
Bem, Django Livre é um ótimo filme, está concorrendo ao Oscar e merece ganhar, mas eu sei que não vai.
Então... Essa é a dica de hoje: Django Livre!
Corra para assistir!
domingo, 20 de janeiro de 2013
Dica cinematográfica: A onda
Posted on 20 janeiro by Felipe
Eu penso que o sistema político e econômico que vivemos é completamente errado. Existem algumas poucas coisas boas, como por exemplo quando o Lula criou vários programas para acabar com os miseráveis do nosso país. Ou algumas ideias menos conhecidas como a Economia de Comunhão.
No entanto, nada disso é 100%.
Todas essas coisas tirão nota 10 comparadas ao que já foi criado, mas não quer dizer que sejam boas. Elas são ruins e fracas, mas comparadas com o resto que já fora criado, são ótimas.
Na verdade, são boas, mas não irão mudar o mundo.
E eu tinha esse sonho de mudar o mundo.
Criar um sistema em que a solidariedade mandasse, onde o dinheiro não existisse e onde as pessoas não precisassem trabalhar. Imagine só, você acorda a hora que quiser e faz o que quiser fazer, se quiser tirar um dia de folga, por que não? Se quiser produzir comidas, produza! Se não quiser, não produza! O mundo não precisa dessas coisas mesmo, tem comida o bastante pra todo mundo. A ciência já avançou demais para que mais gastos fossem feitos com observatórios e centros de pesquisa. Os carros populares já são rápidos o bastante, pra que construir mais carros, mais rápidos, caros e poluentes? Pra que tanto lixo? Pra que tanta sobra?
Imagine viver num mundo onde essas coisas não existissem, onde todos se ajudassem mutuamente? E quem não gostasse, poderia viver do jeito que quisesse. Sozinho, claro, pois nós, pessoas visionárias de um mundo melhor não iríamos dar atenção à essa pessoa.
E eu seria o cara que tivesse iluminado todas as pessoas para essa melhor e nova realidade.
No entanto, sexta-feira eu assisti Die Welle (A Onda, se preferir). Um filme alemão de 2008 baseado em um livro que é leitura obrigatória nas escolas alemãs, que foi inspirado em um caso verídico que ocorreu em uma escola da Califórnia, nos EUA.
No filme, há um professor, que é meio que forçado a dar aula de autocracia, uma forma de governo onde todo o poder se concentra na mão de uma pessoa. Todo o poder. Ou seja, uma ditadura basicamente. Só que na Alemanha, os jovens estão de saco cheio desse assunto (vide Nazismo) e acham que seria impossível uma nova ditadura na Alemanha e então o professor resolve fazer uma pequena experiência: Da porta pra dentro ele seria o novo líder da sala e todos os seus alunos seriam os governados. Ele começa ordenando que eles se levantem para falar, sentem corretamente em suas carteiras e tal, colocando em prático um dos fundamentos para que uma autocracia funcione: Disciplina é poder.
Alguns alunos não concordam e são prontamente expulsos da sala de aula. Outros começam a achar que a coisa é boa e à um pequeno prazo todo o lance da "A Onda", como eles decidem chamar esse movimento é bom. Os alunos começam a prestar mais atenção nas aulas, acabam as panelinhas, todos começaram a interagir entre si e a participar de eventos na escola, como torcer pelo time de pólo aquático.
No entanto, para se alcançar esses bons resultados são necessários sacríficios, como a idealização de uma só pessoa, o fim da liberdade e a exclusão de alguns alunos. O que ninguém esperava, nem mesmo o telespectador, é que "A onda" tomasse proporções tão grandes como tomou, arranjando brigas com gangues ideológicas, atraindo estudantes de outras classes e atos de vandalismo por toda a cidade.
E no final, como a história já nos mostrou inúmeras vezes, um governo autocrático sempre termina de forma trágica e sangrenta.
Esse filme foi uma iluminação para mim, por que eu percebi que eu seria apenas mais um ditador no mundo. Infelizmente, por enquanto, o nosso sistema é o melhor que tem pessoal e temos que nos acostumar com ele ou encontrar uma saída.
Eu estou procurando uma saída.
No entanto, nada disso é 100%.
Todas essas coisas tirão nota 10 comparadas ao que já foi criado, mas não quer dizer que sejam boas. Elas são ruins e fracas, mas comparadas com o resto que já fora criado, são ótimas.
Na verdade, são boas, mas não irão mudar o mundo.
E eu tinha esse sonho de mudar o mundo.
Criar um sistema em que a solidariedade mandasse, onde o dinheiro não existisse e onde as pessoas não precisassem trabalhar. Imagine só, você acorda a hora que quiser e faz o que quiser fazer, se quiser tirar um dia de folga, por que não? Se quiser produzir comidas, produza! Se não quiser, não produza! O mundo não precisa dessas coisas mesmo, tem comida o bastante pra todo mundo. A ciência já avançou demais para que mais gastos fossem feitos com observatórios e centros de pesquisa. Os carros populares já são rápidos o bastante, pra que construir mais carros, mais rápidos, caros e poluentes? Pra que tanto lixo? Pra que tanta sobra?
Imagine viver num mundo onde essas coisas não existissem, onde todos se ajudassem mutuamente? E quem não gostasse, poderia viver do jeito que quisesse. Sozinho, claro, pois nós, pessoas visionárias de um mundo melhor não iríamos dar atenção à essa pessoa.
E eu seria o cara que tivesse iluminado todas as pessoas para essa melhor e nova realidade.
No entanto, sexta-feira eu assisti Die Welle (A Onda, se preferir). Um filme alemão de 2008 baseado em um livro que é leitura obrigatória nas escolas alemãs, que foi inspirado em um caso verídico que ocorreu em uma escola da Califórnia, nos EUA.
No filme, há um professor, que é meio que forçado a dar aula de autocracia, uma forma de governo onde todo o poder se concentra na mão de uma pessoa. Todo o poder. Ou seja, uma ditadura basicamente. Só que na Alemanha, os jovens estão de saco cheio desse assunto (vide Nazismo) e acham que seria impossível uma nova ditadura na Alemanha e então o professor resolve fazer uma pequena experiência: Da porta pra dentro ele seria o novo líder da sala e todos os seus alunos seriam os governados. Ele começa ordenando que eles se levantem para falar, sentem corretamente em suas carteiras e tal, colocando em prático um dos fundamentos para que uma autocracia funcione: Disciplina é poder.
Alguns alunos não concordam e são prontamente expulsos da sala de aula. Outros começam a achar que a coisa é boa e à um pequeno prazo todo o lance da "A Onda", como eles decidem chamar esse movimento é bom. Os alunos começam a prestar mais atenção nas aulas, acabam as panelinhas, todos começaram a interagir entre si e a participar de eventos na escola, como torcer pelo time de pólo aquático.
No entanto, para se alcançar esses bons resultados são necessários sacríficios, como a idealização de uma só pessoa, o fim da liberdade e a exclusão de alguns alunos. O que ninguém esperava, nem mesmo o telespectador, é que "A onda" tomasse proporções tão grandes como tomou, arranjando brigas com gangues ideológicas, atraindo estudantes de outras classes e atos de vandalismo por toda a cidade.
E no final, como a história já nos mostrou inúmeras vezes, um governo autocrático sempre termina de forma trágica e sangrenta.
Esse filme foi uma iluminação para mim, por que eu percebi que eu seria apenas mais um ditador no mundo. Infelizmente, por enquanto, o nosso sistema é o melhor que tem pessoal e temos que nos acostumar com ele ou encontrar uma saída.
Eu estou procurando uma saída.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Dica televisiva: Äkta Människor
Posted on 19 janeiro by Felipe
Ou Real Humans se preferir, mas já vou avisando, terá poucos resultados se for procurar sobre essa série com seu nome ocidentalizado.
Não é surpresa para ninguém que os EUA deixou de ser o manda-chuva no quesito séries de TV. De vez em quando aparece algo digno de atenção, que prende a atenção do telespectador por uma ou duas temporadas, mas logo você enjoa, pois o roteiro vai ficando fraco e já não chama tanta atenção quanto antes.
A única saída é procurar saciar sua sede por entretenimento em algum lugar onde os roteiristas são mais criativos, o povo não é tão ímbecil e as redes de TV não são tão sensacionalistas.
Você pode procurar na Ásia, onde irá achar séries dramáticas divertidas, mas com uma trilha sonora péssimo, visto que a maioria dos astros das TV's japonesas e coreanas são também horríveis cantores de música pop ou você pode procurar séries européias, mais precisamente nos frios países nórdicos.
E é da Suécia, lar de "Os homens que não amavam as mulheres" que sai essa brilhante série de sci-fi/drama.
Real Humans conta a história de uma Suécia do futuro, onde os Hubbots(Human Robots) foram criados para ajudar os seres humanos em todas as suas necessidades diárias, desde o preparo de um simples café-da-manhã pra família até uma noite fria e solitária de inverno.
Essa série é simplesmente brilhante. Se você pensar bem, de tempos em tempos surge algum filme ou série com essa temática de robôs parecidos com seres humanos com inteligência artificial e de como isso iria prejudicar o nosso planeta e nós, seres humanos e ilumina a cabeça das pessoas, mostrando que um futuro onde exista inteligência artifical e um perfeccionismo maldito em todo canto pode ser, e será, muito ruim.
Só que as pessoas esquecem isso e, após alguns meses, nem se preocupam mais com o assunto.
E pior: Existem pessoas que anseiam pelos avanços nessa área, sonham com o dia em que seres humanos e robôs andarão lado a lado e ninguém saberá a diferença entre um e outro.
No entanto, um mundo assim não seria bom, pelo contrário, seria horrível.
Numa escala pequena, seria ótimo, imagina você acordar todos os dias com uma linda mesa, cheia de comidas e bebidas quentinhas esperando por você. Imagine-se sentado no banco do passageiro do seu carro, enquanto seu amigo robótico faz compras pra você. Imagine que você poderia ter uma mulher linda a sua disposição sempre que quisesse na cama.
Seria ótimo.
Mas e quando esses amigos robóticos começarem a tomar nossos empregos, nossas famílias e o nosso mundo? Como ficariam os humanos?Isso sem falar que nós somos fracos e nos afeiçoamos facilmente às coisas.
Séries como essa são muito importantes por questionar esse tipo de coisa que parece inofensiva e legal, mas é muito perigosa a longo prazo.
E também coloca em questão até que ponto seria possível avançar com a inteligência artificial. Por que se um robô pensa sozinho, o que o impede de criar sentimentos? Mesmo que sejam virtuais, ainda assim são sentimentos e eles podem ficar atormentados com pensamentos sobre suas vidas, o por que deles estarem aqui, o que irá acontecer com eles quando tudo acabar, se acabar um dia, afinal eles serão infinitos.
Para nós seres humanos é fácil pensar sobre como será o futuro, para nós é uma linha com dois pontos, um de começo e um de fim. Um dia, todos iremos morrer. Se o sol ficar tão grande a ponto de nos engolir um dia, tudo bem, iremos morrer milhares de anos antes disso. Se o mundo acabar amanhã, tudo bem, iremos morrer de qualquer jeito um dia. A morte é uma espécie de alívio para nós.
Mas os robôs não teriam essa opção. Eles continuariam alí mesmo após as pessoas pelas quais eles criaram sentimentos estiverem morrido. Eles continuariam aqui mesmo após um meteoro cair na Terra e criar uma nuvem de poeira por todo o planeta. Eles continuariam aqui até que o sol deretesse seus circuitos.
E depois disso, nada, por que eles não tem alma.
Pensa bem... Se nós conseguíssemos avançar tanto na tecnologia da inteligência artificial, em que ponto nós seríamos diferentes deles? O que evitaria que eles se apaixonassem, sentissem alegria, sonhassem ou pensassem sobre a vida após a morte?
Eu acho que um futuro onde robôs e seres humanos existam sem saber a diferença entre um e outro assustador e desejo que isso nunca chegue a acontecer.
Não é surpresa para ninguém que os EUA deixou de ser o manda-chuva no quesito séries de TV. De vez em quando aparece algo digno de atenção, que prende a atenção do telespectador por uma ou duas temporadas, mas logo você enjoa, pois o roteiro vai ficando fraco e já não chama tanta atenção quanto antes.
A única saída é procurar saciar sua sede por entretenimento em algum lugar onde os roteiristas são mais criativos, o povo não é tão ímbecil e as redes de TV não são tão sensacionalistas.
Você pode procurar na Ásia, onde irá achar séries dramáticas divertidas, mas com uma trilha sonora péssimo, visto que a maioria dos astros das TV's japonesas e coreanas são também horríveis cantores de música pop ou você pode procurar séries européias, mais precisamente nos frios países nórdicos.
E é da Suécia, lar de "Os homens que não amavam as mulheres" que sai essa brilhante série de sci-fi/drama.
Real Humans conta a história de uma Suécia do futuro, onde os Hubbots(Human Robots) foram criados para ajudar os seres humanos em todas as suas necessidades diárias, desde o preparo de um simples café-da-manhã pra família até uma noite fria e solitária de inverno.
Essa série é simplesmente brilhante. Se você pensar bem, de tempos em tempos surge algum filme ou série com essa temática de robôs parecidos com seres humanos com inteligência artificial e de como isso iria prejudicar o nosso planeta e nós, seres humanos e ilumina a cabeça das pessoas, mostrando que um futuro onde exista inteligência artifical e um perfeccionismo maldito em todo canto pode ser, e será, muito ruim.
Só que as pessoas esquecem isso e, após alguns meses, nem se preocupam mais com o assunto.
E pior: Existem pessoas que anseiam pelos avanços nessa área, sonham com o dia em que seres humanos e robôs andarão lado a lado e ninguém saberá a diferença entre um e outro.
No entanto, um mundo assim não seria bom, pelo contrário, seria horrível.
Numa escala pequena, seria ótimo, imagina você acordar todos os dias com uma linda mesa, cheia de comidas e bebidas quentinhas esperando por você. Imagine-se sentado no banco do passageiro do seu carro, enquanto seu amigo robótico faz compras pra você. Imagine que você poderia ter uma mulher linda a sua disposição sempre que quisesse na cama.
Seria ótimo.
Mas e quando esses amigos robóticos começarem a tomar nossos empregos, nossas famílias e o nosso mundo? Como ficariam os humanos?Isso sem falar que nós somos fracos e nos afeiçoamos facilmente às coisas.
Séries como essa são muito importantes por questionar esse tipo de coisa que parece inofensiva e legal, mas é muito perigosa a longo prazo.
E também coloca em questão até que ponto seria possível avançar com a inteligência artificial. Por que se um robô pensa sozinho, o que o impede de criar sentimentos? Mesmo que sejam virtuais, ainda assim são sentimentos e eles podem ficar atormentados com pensamentos sobre suas vidas, o por que deles estarem aqui, o que irá acontecer com eles quando tudo acabar, se acabar um dia, afinal eles serão infinitos.
Para nós seres humanos é fácil pensar sobre como será o futuro, para nós é uma linha com dois pontos, um de começo e um de fim. Um dia, todos iremos morrer. Se o sol ficar tão grande a ponto de nos engolir um dia, tudo bem, iremos morrer milhares de anos antes disso. Se o mundo acabar amanhã, tudo bem, iremos morrer de qualquer jeito um dia. A morte é uma espécie de alívio para nós.
Mas os robôs não teriam essa opção. Eles continuariam alí mesmo após as pessoas pelas quais eles criaram sentimentos estiverem morrido. Eles continuariam aqui mesmo após um meteoro cair na Terra e criar uma nuvem de poeira por todo o planeta. Eles continuariam aqui até que o sol deretesse seus circuitos.
E depois disso, nada, por que eles não tem alma.
Pensa bem... Se nós conseguíssemos avançar tanto na tecnologia da inteligência artificial, em que ponto nós seríamos diferentes deles? O que evitaria que eles se apaixonassem, sentissem alegria, sonhassem ou pensassem sobre a vida após a morte?
Eu acho que um futuro onde robôs e seres humanos existam sem saber a diferença entre um e outro assustador e desejo que isso nunca chegue a acontecer.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Devaneios do desespero
Posted on 10 janeiro by Felipe
Ontem foi, hipoteticamente falando, minha última aula prática de direção.
Hoje seria, hipoteticamente falando, o dia da minha prova.
Semana que vem seria, hipoteticamente falando, a semana em que eu iria para o DETRAN pegar minha cnh e sair dirigindo por aí.
Dar carona pro pessoal ir no cinema, servir de "chofer" da minha mãe, impressionar umas "bitches", ligar o som em uma música maneira e sair pela noite, admirando as luzes sombrias da cidade.
Seria se eu não fosse eu.
Por algum motivo que eu desconheço as coisas são difíceis para mim.
Eu sei que todo mundo tem vergonha, tem medo, apreensão, ansiedade e anseios, mas para mim, do meu ponto de vista, tudo parece vir com uma intensidade muito maior.
Eu cansei da vida.
Eu já tenho 18 anos. Era pra tudo isso ter mudado, era para eu ter mudado, era pra minha vida ter mudado.
Mas não mudou.
Tudo continua igual. Em uma eterno status quo infinito, que esmaga minha mente e me faz sentir cada vez menor e menor, até chegar na escola das medíocres baratas, que nem cérebro tem.
Eu sei qual a solução. Qual a solução mais rápida para tudo isso.
É o suícidio.
No entanto, nem para isso me resta coragem.
Não fosse minha fé cristã que me move, que permeia meus pensamentos suicidas cruéis, já teria cometido o terrível crime atormentador das almas juvenis condenadas ao fracasso mortal.
É difícil tentar organizar tantos pensamentos que se encontram no meu cérebro e é por isso que estou escrevendo isso aqui, pois também já me cansei da terapia.
Os medicamentos não funcionam para mim, não consigo criar algum laço com aquelas pessoas inteligentes, com prêmios na parede e fotos de suas bem sucedidas vidas no consultório.
Cansei de ser estudado, tratado como um mero coadjuvante na vida interessante deles.
Eu quero ser a estrela principal. Quero ser o Brad Pitt de seu Tróia. Quero ser o Johnny Depp de seu Edward Mãos de Tesoura. Quero ser o Samuel L. Jackson do seu Pulp Fiction. Quero ser lembrado. Quero ser citado. Quero ser elogiado. Quero ser amado. Quero ser querido. Quero ser rico.
No entanto, só escuto críticas. Eu tenho que melhorar nisso, naquilo e naquela outra coisa também. Sou sempre eu o problema, nunca os outros. Eu tenho que me adaptar, não os outros.
Por que?
Por que eu continuo me perguntando isso? Por que eu sou assim? Serei assim a vida inteira? Nunca poderei ser a estrela do meu próprio filme?
Quando é que irá chegar a minha hora?
Vira e Mexe eu me encontro exatamente no mesmo ponto de onde parti...
O desespero!
Hoje seria, hipoteticamente falando, o dia da minha prova.
Semana que vem seria, hipoteticamente falando, a semana em que eu iria para o DETRAN pegar minha cnh e sair dirigindo por aí.
Dar carona pro pessoal ir no cinema, servir de "chofer" da minha mãe, impressionar umas "bitches", ligar o som em uma música maneira e sair pela noite, admirando as luzes sombrias da cidade.
Seria se eu não fosse eu.
Por algum motivo que eu desconheço as coisas são difíceis para mim.
Eu sei que todo mundo tem vergonha, tem medo, apreensão, ansiedade e anseios, mas para mim, do meu ponto de vista, tudo parece vir com uma intensidade muito maior.
Eu cansei da vida.
Eu já tenho 18 anos. Era pra tudo isso ter mudado, era para eu ter mudado, era pra minha vida ter mudado.
Mas não mudou.
Tudo continua igual. Em uma eterno status quo infinito, que esmaga minha mente e me faz sentir cada vez menor e menor, até chegar na escola das medíocres baratas, que nem cérebro tem.
Eu sei qual a solução. Qual a solução mais rápida para tudo isso.
É o suícidio.
No entanto, nem para isso me resta coragem.
Não fosse minha fé cristã que me move, que permeia meus pensamentos suicidas cruéis, já teria cometido o terrível crime atormentador das almas juvenis condenadas ao fracasso mortal.
É difícil tentar organizar tantos pensamentos que se encontram no meu cérebro e é por isso que estou escrevendo isso aqui, pois também já me cansei da terapia.
Os medicamentos não funcionam para mim, não consigo criar algum laço com aquelas pessoas inteligentes, com prêmios na parede e fotos de suas bem sucedidas vidas no consultório.
Cansei de ser estudado, tratado como um mero coadjuvante na vida interessante deles.
Eu quero ser a estrela principal. Quero ser o Brad Pitt de seu Tróia. Quero ser o Johnny Depp de seu Edward Mãos de Tesoura. Quero ser o Samuel L. Jackson do seu Pulp Fiction. Quero ser lembrado. Quero ser citado. Quero ser elogiado. Quero ser amado. Quero ser querido. Quero ser rico.
No entanto, só escuto críticas. Eu tenho que melhorar nisso, naquilo e naquela outra coisa também. Sou sempre eu o problema, nunca os outros. Eu tenho que me adaptar, não os outros.
Por que?
Por que eu continuo me perguntando isso? Por que eu sou assim? Serei assim a vida inteira? Nunca poderei ser a estrela do meu próprio filme?
Quando é que irá chegar a minha hora?
Vira e Mexe eu me encontro exatamente no mesmo ponto de onde parti...
O desespero!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Mlehores e piores filmes de 2012
Posted on 03 janeiro by Felipe
Olá, hoje estou aqui para dizer-lhe a minha opinião dos melhores filmes desse ano que já passou.
Mas antes vou falar dos piores, que nem merecem capa.
1º-A saga crepúsculo: Amanhecer parte 2 Bem, por motivos óbvios é o pior.
2º-Valente Mais um filminho chato pra meninas mimadas e frescas da Disney. Cheia de músicas idiotas e cretinas, é um daqueles filmes que você não deve deixar a sua filha assistir, a não ser que queira que sua filha se torne uma metida imbecil de nariz empinado.
3º-A era do gelo 4 Quando eu vi os parentes do Sid entrando em cena, até achei que poderia ser um bom filme, explorando a vida do Sid e dando espaço pro personagem mais engraçado de toda a franquia. No entanto, não deram atenção ao Sid e deixaram o lado mais cômico para os gambás nada simpáticos da Ellie. Enfim, esse filme é chato e abusa de uma fórmula que já deu o que tinha que dar.
Agora vamos à coisa boa, os melhores filmes.
5º lugar: Silent Night
Bom terror, é muito divertido e tranforma o bom velhinho (que nunca seria um matador) em um maníaco, sedento por sangue humano.
4º lugar: Jogos Vorazes
Esse filme teria sido melhor se fosse mais fiel ao livro, no entanto é muito bom e deixa a todos ansiosos pela continuação... Só que não.
3º lugar: Batman-o cavaleiro das trevas ressurge
Foi um dos mais aguardados do ano. Supera de longe os mercenários, que deveria estar na lista dos piores do ano e foi muito bem feito, com cenas de tirar o fôlego, ótimos efeitos especiais e uma brilhante história, com um brilhante final.
2º lugar: A origem dos guardiões
Este é o que mais merece estar na lista dos melhores filmes desse ano, afinal que filme que tranforma o bom velhinho num russo tatuado não merece ser o melhor filme do ano? Esse filme é muito legal e funciona muito bem em 3D. Tem uma boa história, o ritmo é frenético e os personagens são pra lá de carismáticos.
Gostei muito.
1º lugar: O Hobbit
Esse é tão bom que eu assisti ele duas vezes, uma em um cinema convencional e a outra em 3D. E posso dizer que é muito melhor em 3D.
Bem, não preciso dizer muita coisa além do óbvio:Brilhante história, efeitos especiais épicos, um filme que vai abocanhar todos os Oscars(se o Oscar fosse um prêmio digno de honra) e quem não gostou, tem que se internar em um hospício urgentemente.
Mas antes vou falar dos piores, que nem merecem capa.
1º-A saga crepúsculo: Amanhecer parte 2 Bem, por motivos óbvios é o pior.
2º-Valente Mais um filminho chato pra meninas mimadas e frescas da Disney. Cheia de músicas idiotas e cretinas, é um daqueles filmes que você não deve deixar a sua filha assistir, a não ser que queira que sua filha se torne uma metida imbecil de nariz empinado.
3º-A era do gelo 4 Quando eu vi os parentes do Sid entrando em cena, até achei que poderia ser um bom filme, explorando a vida do Sid e dando espaço pro personagem mais engraçado de toda a franquia. No entanto, não deram atenção ao Sid e deixaram o lado mais cômico para os gambás nada simpáticos da Ellie. Enfim, esse filme é chato e abusa de uma fórmula que já deu o que tinha que dar.
Agora vamos à coisa boa, os melhores filmes.
5º lugar: Silent Night
Bom terror, é muito divertido e tranforma o bom velhinho (que nunca seria um matador) em um maníaco, sedento por sangue humano.
4º lugar: Jogos Vorazes
Esse filme teria sido melhor se fosse mais fiel ao livro, no entanto é muito bom e deixa a todos ansiosos pela continuação... Só que não.
3º lugar: Batman-o cavaleiro das trevas ressurge
Foi um dos mais aguardados do ano. Supera de longe os mercenários, que deveria estar na lista dos piores do ano e foi muito bem feito, com cenas de tirar o fôlego, ótimos efeitos especiais e uma brilhante história, com um brilhante final.
2º lugar: A origem dos guardiões
Este é o que mais merece estar na lista dos melhores filmes desse ano, afinal que filme que tranforma o bom velhinho num russo tatuado não merece ser o melhor filme do ano? Esse filme é muito legal e funciona muito bem em 3D. Tem uma boa história, o ritmo é frenético e os personagens são pra lá de carismáticos.
Gostei muito.
1º lugar: O Hobbit
Esse é tão bom que eu assisti ele duas vezes, uma em um cinema convencional e a outra em 3D. E posso dizer que é muito melhor em 3D.
Bem, não preciso dizer muita coisa além do óbvio:Brilhante história, efeitos especiais épicos, um filme que vai abocanhar todos os Oscars(se o Oscar fosse um prêmio digno de honra) e quem não gostou, tem que se internar em um hospício urgentemente.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Dica literária: A menina que roubava livros
Posted on 02 janeiro by Felipe
Aproveitei o tempo que passei longe do mundo no fim do ano, que supostamente seria o fim do mundo e li esse livro, que já me fora indicado por muitas pessoas.
Enfim, o livro conta a história de uma menina alemã na época da guerra fria que perde a mãe e o irmão e tem que morar com uma família adotiva.
O livro é contado do ponto de vista da morte e é uma leitura muito gostosa, de rápido ritmo, fácil e muito interessante.
A Liesel é uma protagonista muito legal, mas sei lá... Não é tão simpática, no entanto, a história é encantadora e te faz querer ler o livro de um fôlego só.
Enfim, muito recomendado! ^^
Enfim, o livro conta a história de uma menina alemã na época da guerra fria que perde a mãe e o irmão e tem que morar com uma família adotiva.
O livro é contado do ponto de vista da morte e é uma leitura muito gostosa, de rápido ritmo, fácil e muito interessante.
A Liesel é uma protagonista muito legal, mas sei lá... Não é tão simpática, no entanto, a história é encantadora e te faz querer ler o livro de um fôlego só.
Enfim, muito recomendado! ^^
Assinar:
Postagens (Atom)