segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Dica cinematográfica: A fraternidade é vermelha

Eu recebi há alguns dias uma lista de filmes para assistir. Filmes clássicos e cult de um amigo que gosta muito de filmes cult.
O primeiro da lista era a "Trilogia das cores". São três filmes franceses baseados nas três cores da bandeira fancesa. "A liberdade é azul", "A igualdade é branca" e "A fraternidade é vermelha".
Já assisti os três, gostei de "A liberdade é azul " e de "A igualdade é branca", mas são todos meio chatos. Todos contém aquele característico tom melancólico do cimena europeu, que faz as pessoas se distanciarem.
No entanto, esse filme que indico a vocês, o último da trilogia, que baseia-se em tons vermelhos é um filme excepcional. Realmente um clássico e também é muito legal.
A história é envolvente e você não precisa se esforçar para acompanhar o filme, pois é muito gostoso de assistir, além é claro da atris principal, que é um colírio para os olhos.
Conta a história de Valentine, uma estudante que também trabalha como modelo. Quando ela está voltando de uma sessão de fotos, atropela uma cachorra, que tem o endereço de seu dono na coleira. Valentine decide devolver a cachorra, mas o dono não a quer mais e por isso Valentine fica com o cão. Ela descobre que a cachorra está prenha e logo vai parir alguns filhotinhos e quando a cachorra foge da coleira e vai até a casa de seu dono original, Valentina revela ao homem que a cachorra terá filhotes. Logo, ela também descobre que o passatempo do dono original da cachorra é ouvir as conversas que seus vizinhos têm ao telefone e tentar adivinhar o quer acontecerá com a vida deles.
Aos poucos começa a se desenvolver uma amizade entre os dois, ao mesmo tempo que Valentine vai descobrindo que seu namorado não está tão afim dela como ela imaginava.
Enfim, é um filme gostoso de se assistir. Ele aborda como tema principal a fraternidade e talvez seja por isso que eu tenha gostado mais desse filme do que dos outros da trilogia das cores.
Eu recomendo a todos que quiserem se aventurar no cinema francês e passar o tempo em uma tarde chuvosa e melancólica qualquer.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Comoção

Hoje o post não tem imagem.
Hoje entro no twitter e o que vejo? Uma conta no twitter zuando um triste evento que aconteceu no Rio Grande do Sul, onde mais de 200 jovens foram mortos em um incêndio.
Que babaquice.
Não tem mais o que dizer de um cara que faz isso! É um babaca, claro!
Aí eu fui ver as notícias e reparei que havia uma enorme comoção pública sobre o caso, um monte de gente falando várias coisas no twitter, gente chorando e blá,blá,blá,blá...
Odeio esse tipo de comoção.
É uma coisa mais babaca que o twitter que o cara fez, que eu comecei a achar que ele tinha certa razão.
Afinal, é um evento triste, mas não é pra tanto.
Ninguém conhecia quem morreu lá, podiam ser um bando de playboys e patricinhas pé-no-saco que só sabem fazer merda o dia todo, não estão nem aí pra estudar, nem nada. Estavam na faculdade, mas provavelmente fossem parte dos 36% de alunos nas faculdades do país que são analfabetos funcionais.
É algo triste, lógico que é, afinal são seres humanos. No entanto, a morte do Osama Bin Laden também foi triste e pelo mesmo motivo.
O problema está na nossa sociedade hipócrita e sem raciocínio, que se aproveita de situações como essa para "unir" o povo em torno de algo triste e desviar a atenção de coisas realmente importantes e úteis.
Desviar a atenção de acontecimentos culturais relevantes ou problemas mais sérios do que um bando de universitários que morreram queimados.
Esse tipo de comoção me deixa p. da vida.
E o pior, pessoas que pensam como eu tem que ficar quietas se não suas contas são suspensas do twitter e são zuados o resto da vida em fóruns na internet.
Que é algo triste, isso eu já admiti, mas que essa comoção geral é estúpida e infundade também é um fato.
É... E assim caminha a humanidade.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Dica cinemátográfica: Django Livre

Ontem eu assisti Django Livre, o novo filme do Quentin Tarantino e cara... Gostei pra caramba!
Caras maus, quebrando tudo, destruindo tudo que eles vêem pela frente, com armas, montado em cavalos e tal... Não tem como não gostar.
Eu gosto de filmes de bang bang. São divertidos!
Claro que tem seus exageros, visto que a maioria vem de uma época em que o cinema não se preocupava com a realidade, mas essa é a parte boa, por que é puro entretenimento.
E entretenimento de boa qualidade!
E nesse filme, com ótima trilha sonora.
Bem, Django Livre é um ótimo filme, está concorrendo ao Oscar e merece ganhar, mas eu sei que não vai.
Então... Essa é a dica de hoje: Django Livre!
Corra para assistir!

domingo, 20 de janeiro de 2013

Dica cinematográfica: A onda

Eu penso que o sistema político e econômico que vivemos é completamente errado. Existem algumas poucas coisas boas, como por exemplo quando o Lula criou vários programas para acabar com os miseráveis do nosso país. Ou algumas ideias menos conhecidas como a Economia de Comunhão.
No entanto, nada disso é 100%.
Todas essas coisas tirão nota 10 comparadas ao que já foi criado, mas não quer dizer que sejam boas. Elas são ruins e fracas, mas comparadas com o resto que já fora criado, são ótimas.
Na verdade, são boas, mas não irão mudar o mundo.
E eu tinha esse sonho de mudar o mundo.
Criar um sistema em que a solidariedade mandasse, onde o dinheiro não existisse e onde as pessoas não precisassem trabalhar. Imagine só, você acorda a hora que quiser e faz o que quiser fazer, se quiser tirar um dia de folga, por que não? Se quiser produzir comidas, produza! Se não quiser, não produza! O mundo não precisa dessas coisas mesmo, tem comida o bastante pra todo mundo. A ciência já avançou demais para que mais gastos fossem feitos com observatórios e centros de pesquisa. Os carros populares já são rápidos o bastante, pra que construir mais carros, mais rápidos, caros e poluentes? Pra que tanto lixo? Pra que tanta sobra?
Imagine viver num mundo onde essas coisas não existissem, onde todos se ajudassem mutuamente? E quem não gostasse, poderia viver do jeito que quisesse. Sozinho, claro, pois nós, pessoas visionárias de um mundo melhor não iríamos dar atenção à essa pessoa.
E eu seria o cara que tivesse iluminado todas as pessoas para essa melhor e nova realidade.
No entanto, sexta-feira eu assisti Die Welle (A Onda, se preferir). Um filme alemão de 2008 baseado em um livro que é leitura obrigatória nas escolas alemãs, que foi inspirado em um caso verídico que ocorreu em uma escola da Califórnia, nos EUA.
No filme, há um professor, que é meio que forçado a dar aula de autocracia, uma forma de governo onde todo o poder se concentra na mão de uma pessoa. Todo o poder. Ou seja, uma ditadura basicamente. Só que na Alemanha, os jovens estão de saco cheio desse assunto (vide Nazismo) e acham que seria impossível uma nova ditadura na Alemanha e então o professor resolve fazer uma pequena experiência: Da porta pra dentro ele seria o novo líder da sala e todos os seus alunos seriam os governados. Ele começa ordenando que eles se levantem para falar, sentem corretamente em suas carteiras e tal, colocando em prático um dos fundamentos para que uma autocracia funcione: Disciplina é poder.
Alguns alunos não concordam e são prontamente expulsos da sala de aula. Outros começam a achar que a coisa é boa e à um pequeno prazo todo o lance da "A Onda", como eles decidem chamar esse movimento é bom. Os alunos começam a prestar mais atenção nas aulas, acabam as panelinhas, todos começaram a interagir entre si e a participar de eventos na escola, como torcer pelo time de pólo aquático.
No entanto, para se alcançar esses bons resultados são necessários sacríficios, como a idealização de uma só pessoa, o fim da liberdade e a exclusão de alguns alunos. O que ninguém esperava, nem mesmo o telespectador, é que "A onda" tomasse proporções tão grandes como tomou, arranjando brigas com gangues ideológicas, atraindo estudantes de outras classes e atos de vandalismo por toda a cidade.
E no final, como a história já nos mostrou inúmeras vezes, um governo autocrático sempre termina de forma trágica e sangrenta.
Esse filme foi uma iluminação para mim, por que eu percebi que eu seria apenas mais um ditador no mundo. Infelizmente, por enquanto, o nosso sistema é o melhor que tem pessoal e temos que nos acostumar com ele ou encontrar uma saída.
Eu estou procurando uma saída.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Dica televisiva: Äkta Människor

Ou Real Humans se preferir, mas já vou avisando, terá poucos resultados se for procurar sobre essa série com seu nome ocidentalizado.
Não é surpresa para ninguém que os EUA deixou de ser o manda-chuva no quesito séries de TV. De vez em quando aparece algo digno de atenção, que prende a atenção do telespectador por uma ou duas temporadas, mas logo você enjoa, pois o roteiro vai ficando fraco e já não chama tanta atenção quanto antes.
A única saída é procurar saciar sua sede por entretenimento em algum lugar onde os roteiristas são mais criativos, o povo não é tão ímbecil e as redes de TV não são tão sensacionalistas.
Você pode procurar na Ásia, onde irá achar séries dramáticas divertidas, mas com uma trilha sonora péssimo, visto que a maioria dos astros das TV's japonesas e coreanas são também horríveis cantores de música pop ou você pode procurar séries européias, mais precisamente nos frios países nórdicos.
E é da Suécia, lar de "Os homens que não amavam as mulheres" que sai essa brilhante série de sci-fi/drama.
Real Humans conta a história de uma Suécia do futuro, onde os Hubbots(Human Robots) foram criados para ajudar os seres humanos em todas as suas necessidades diárias, desde o preparo de um simples café-da-manhã pra família até uma noite fria e solitária de inverno.
Essa série é simplesmente brilhante. Se você pensar bem, de tempos em tempos surge algum filme ou série com essa temática de robôs parecidos com seres humanos com inteligência artificial e de como isso iria prejudicar o nosso planeta e nós, seres humanos e ilumina a cabeça das pessoas, mostrando que um futuro onde exista inteligência artifical e um perfeccionismo maldito em todo canto pode ser, e será, muito ruim.
Só que as pessoas esquecem isso e, após alguns meses, nem se preocupam mais com o assunto.
E pior: Existem pessoas que anseiam pelos avanços nessa área, sonham com o dia em que seres humanos e robôs andarão lado a lado e ninguém saberá a diferença entre um e outro.
No entanto, um mundo assim não seria bom, pelo contrário, seria horrível.
Numa escala pequena, seria ótimo, imagina você acordar todos os dias com uma linda mesa, cheia de comidas e bebidas quentinhas esperando por você. Imagine-se sentado no banco do passageiro do seu carro, enquanto seu amigo robótico faz compras pra você. Imagine que você poderia ter uma mulher linda a sua disposição sempre que quisesse na cama.
Seria ótimo.
Mas e quando esses amigos robóticos começarem a tomar nossos empregos, nossas famílias e o nosso mundo? Como ficariam os humanos?Isso sem falar que nós somos fracos e nos afeiçoamos facilmente às coisas.
Séries como essa são muito importantes por questionar esse tipo de coisa que parece inofensiva e legal, mas é muito perigosa a longo prazo.
E também coloca em questão até que ponto seria possível avançar com a inteligência artificial. Por que se um robô pensa sozinho, o que o impede de criar sentimentos? Mesmo que sejam virtuais, ainda assim são sentimentos e eles podem ficar atormentados com pensamentos sobre suas vidas, o por que deles estarem aqui, o que irá acontecer com eles quando tudo acabar, se acabar um dia, afinal eles serão infinitos.
Para nós seres humanos é fácil pensar sobre como será o futuro, para nós é uma linha com dois pontos, um de começo e um de fim. Um dia, todos iremos morrer. Se o sol ficar tão grande a ponto de nos engolir um dia, tudo bem, iremos morrer milhares de anos antes disso. Se o mundo acabar amanhã, tudo bem, iremos morrer de qualquer jeito um dia. A morte é uma espécie de alívio para nós.
Mas os robôs não teriam essa opção. Eles continuariam alí mesmo após as pessoas pelas quais eles criaram sentimentos estiverem morrido. Eles continuariam aqui mesmo após um meteoro cair na Terra e criar uma nuvem de poeira por todo o planeta. Eles continuariam aqui até que o sol deretesse seus circuitos.
E depois disso, nada, por que eles não tem alma.
Pensa bem... Se nós conseguíssemos avançar tanto na tecnologia da inteligência artificial, em que ponto nós seríamos diferentes deles? O que evitaria que eles se apaixonassem, sentissem alegria, sonhassem ou pensassem sobre a vida após a morte?
Eu acho que um futuro onde robôs e seres humanos existam sem saber a diferença entre um e outro assustador e desejo que isso nunca chegue a acontecer.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Devaneios do desespero

Ontem foi, hipoteticamente falando, minha última aula prática de direção.
Hoje seria, hipoteticamente falando, o dia da minha prova.
Semana que vem seria, hipoteticamente falando, a semana em que eu iria para o DETRAN pegar minha cnh e sair dirigindo por aí.
Dar carona pro pessoal ir no cinema, servir de "chofer" da minha mãe, impressionar umas "bitches", ligar o som em uma música maneira e sair pela noite, admirando as luzes sombrias da cidade.
Seria se eu não fosse eu.
Por algum motivo que eu desconheço as coisas são difíceis para mim.
Eu sei que todo mundo tem vergonha, tem medo, apreensão, ansiedade e anseios, mas para mim, do meu ponto de vista, tudo parece vir com uma intensidade muito maior.
Eu cansei da vida.
Eu já tenho 18 anos. Era pra tudo isso ter mudado, era para eu ter mudado, era pra minha vida ter mudado.
Mas não mudou.
Tudo continua igual. Em uma eterno status quo infinito, que esmaga minha mente e me faz sentir cada vez menor e menor, até chegar na escola das medíocres baratas, que nem cérebro tem.
Eu sei qual a solução. Qual a solução mais rápida para tudo isso.
É o suícidio.
No entanto, nem para isso me resta coragem.
Não fosse minha fé cristã que me move, que permeia meus pensamentos suicidas cruéis, já teria cometido o terrível crime atormentador das almas juvenis condenadas ao fracasso mortal.
É difícil tentar organizar tantos pensamentos que se encontram no meu cérebro e é por isso que estou escrevendo isso aqui, pois também já me cansei da terapia.
Os medicamentos não funcionam para mim, não consigo criar algum laço com aquelas pessoas inteligentes, com prêmios na parede e fotos de suas bem sucedidas vidas no consultório.
Cansei de ser estudado, tratado como um mero coadjuvante na vida interessante deles.
Eu quero ser a estrela principal. Quero ser o Brad Pitt de seu Tróia. Quero ser o Johnny Depp de seu Edward Mãos de Tesoura. Quero ser o Samuel L. Jackson do seu Pulp Fiction. Quero ser lembrado. Quero ser citado. Quero ser elogiado. Quero ser amado. Quero ser querido. Quero ser rico.
No entanto, só escuto críticas. Eu tenho que melhorar nisso, naquilo e naquela outra coisa também. Sou sempre eu o problema, nunca os outros. Eu tenho que me adaptar, não os outros.
Por que?
Por que eu continuo me perguntando isso? Por que eu sou assim? Serei assim a vida inteira? Nunca poderei ser a estrela do meu próprio filme?
Quando é que irá chegar a minha hora?
Vira e Mexe eu me encontro exatamente no mesmo ponto de onde parti...
O desespero!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mlehores e piores filmes de 2012

Olá, hoje estou aqui para dizer-lhe a minha opinião dos melhores filmes desse ano que já passou.
Mas antes vou falar dos piores, que nem merecem capa.
1º-A saga crepúsculo: Amanhecer parte 2 Bem, por motivos óbvios é o pior.
2º-Valente Mais um filminho chato pra meninas mimadas e frescas da Disney. Cheia de músicas idiotas e cretinas, é um daqueles filmes que você não deve deixar a sua filha assistir, a não ser que queira que sua filha se torne uma metida imbecil de nariz empinado.
3º-A era do gelo 4 Quando eu vi os parentes do Sid entrando em cena, até achei que poderia ser um bom filme, explorando a vida do Sid e dando espaço pro personagem mais engraçado de toda a franquia. No entanto, não deram atenção ao Sid e deixaram o lado mais cômico para os gambás nada simpáticos da Ellie. Enfim, esse filme é chato e abusa de uma fórmula que já deu o que tinha que dar.
Agora vamos à coisa boa, os melhores filmes.
5º lugar: Silent Night
Bom terror, é muito divertido e tranforma o bom velhinho (que nunca seria um matador) em um maníaco, sedento por sangue humano.
4º lugar: Jogos Vorazes
Esse filme teria sido melhor se fosse mais fiel ao livro, no entanto é muito bom e deixa a todos ansiosos pela continuação... Só que não.
3º lugar: Batman-o cavaleiro das trevas ressurge
Foi um dos mais aguardados do ano. Supera de longe os mercenários, que deveria estar na lista dos piores do ano e foi muito bem feito, com cenas de tirar o fôlego, ótimos efeitos especiais e uma brilhante história, com um brilhante final.

2º lugar: A origem dos guardiões
Este é o que mais merece estar na lista dos melhores filmes desse ano, afinal que filme que tranforma o bom velhinho num russo tatuado não merece ser o melhor filme do ano? Esse filme é muito legal e funciona muito bem em 3D. Tem uma boa história, o ritmo é frenético e os personagens são pra lá de carismáticos.
Gostei muito.
1º lugar: O Hobbit
Esse é tão bom que eu assisti ele duas vezes, uma em um cinema convencional e a outra em 3D. E posso dizer que é muito melhor em 3D.
Bem, não preciso dizer muita coisa além do óbvio:Brilhante história, efeitos especiais épicos, um filme que vai abocanhar todos os Oscars(se o Oscar fosse um prêmio digno de honra) e quem não gostou, tem que se internar em um hospício urgentemente.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Dica literária: A menina que roubava livros

Aproveitei o tempo que passei longe do mundo no fim do ano, que supostamente seria o fim do mundo e li esse livro, que já me fora indicado por muitas pessoas.
Enfim, o livro conta a história de uma menina alemã na época da guerra fria que perde a mãe e o irmão e tem que morar com uma família adotiva.
O livro é contado do ponto de vista da morte e é uma leitura muito gostosa, de rápido ritmo, fácil e muito interessante.
A Liesel é uma protagonista muito legal, mas sei lá... Não é tão simpática, no entanto, a história é encantadora e te faz querer ler o livro de um fôlego só.
Enfim, muito recomendado! ^^

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Post do fim do mundo!

Bem... Sexta o mundo acaba e eu não podia deixar isso passar em branco no meu querido blog, então esse é o meu post ordinário de fim do mundo.
Tenho que confessar, meu período de vida aqui na Terra não foi dos melhores, estou indo para o além cheio de arrependimentos, mas pelo menos eu estou, pela primeira vez esse ano, animado com o que esta por vir. Seja o fim do mundo ou o começo de 2013.
No entanto, eu vou embora feliz, por que eu vou me lembrar desse mundo como algo legal e se acabar de verdade, pelo menos eu vou feliz por ter vivido aqui, com pessoas tão legais e interessantes.
Também vou pra Catanduva amanhã, então não vai ter mais posts por aqui. Sendo assim, só me resta dizer:
                                                                      Adeus!


sábado, 8 de dezembro de 2012

Dica musical: Amsteradio

Olá, hoje vou indicar uma banda do Rio de Janeiro muito divertida de se ouvir chamada Amsteradio.
Faz um tempinho que eu conheço eles, achei o som legal, com bastante influência do Arctic Monkeys e baixei um monte de músicas deles e passei uns bons dias ouvindo eles direto na solidão dos meus fones de ouvido.
Mas, como a qualidade do som era ruim, acho que era gravado na garagem deles ou algo assim, quando troquei de celular nem em importei em passar as músicas pra ele, aí parei de ouví-los.
No entanto, agora eles lançaram o EP de novo... Só que com uma qualidade muito melhor, gravado em estúdio e tal, então baixei as músicas de novo e agora estou até indicando eles aqui no IDMT.
Curtam o som desses caras e baixem as músicas DE GRAÇA no soundcloud deles>>> Saundiclaudi
Byetchau!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Dica cinematográfica: Violência gratuita

O nome do título em inglês é "Funny Games", muito bem bolado, mas temos que bater palmas pro cara que traduziu o nome do filme pro português, afinal, esse título caiu como uma luva, mas você só percebe isso nos momentos finais.
É um filme de suspense, não se engane pela capa do DVD que diz que é terror, pois não é. Remake de um filme de 1997, de mesmo nome. Eu li que esse remake foi feito exatamente igual ao original, atores super parecidos com os originais, roupas iguais, até a proporção da casa foi mantida.
Conta a história de uma família, que vai passar duas agradáveis semanas em uma casa de veraneio (Acho que é esse o nome) e recebem a visita de dois jovens psicopatas que resolvem jogar alguns "joguinhos" com eles.
É um filme bem bolado, fica meio chato no meio, mas vale a pena assistir.
É um usado um sistema que eu nunca tinha visto antes, em que a câmera não focaliza na ação principal, é focalizado no rosto de algum personagem, enquanto a ação da cena (Por ação, entenda-se tortura, espancamento, etc...) fico sob segundo plano, atrás de algum objeto de cena, etc...
Também é um filme meio maluco, se já não fosse maluquice o bastante terem dois psicopatas, pela forte metalinguagem usada. Algumas pessoas irão achar o uso de metalinguagem algo absurdo, nonsense, mas eu achei demais.
Enfim, o filme é provocador, com certeza divide opiniões, mas vale a pena assistir, seja para falar mal, seja para elogiar.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Dica literária: Onani Master Kurosawa

Sim, mangá também é literatura.
Eu só ouvi falar bem desse mangá e fiquei me perguntando por que ele era tão bom, afinal a história é a seguinte: Kurosawa é um garoto de 15 anos, que tem como fetiche se masturbar no banheiro feminino do último andar da escola após as aulas (Por isso o nome onani, sacou?). E o garoto leva o onanismo a sério e o seu fetiche também, pois essa é a única motivação de sua vida. Ele passa os dias indo na escola só esperando para que alguma menina dê uma falha na sua frente e ele a use como entretenimento sexual em sua imaginação pervertida.
No entanto, falavam que o mangá não era só isso, era filosófico e psicológico, com crítica social e blá, blá, blá, típico de mangás super valorizados que na verdade não são tudo o que dizem por aí.
Então eu decidi começar a lê-lo e após o primeiro capítulo minhas suspeitas começaram a se confirmar, achei que não era tudo isso que falavam. Porém, após o terceiro capítulo você começa a perceber que esse mangá merece o sucesso underground que teve (Underground por que é um doujinshi, ou seja não foi lançado por uma editora, é um quadrinho independente, que fez sucesso na internet).
O mangá explora de uma forma completamente racional e fria o bullying, que fica escondido atrás da perversão e do fetiche maluco do personagem principal, mas você percebe que é um mangá sobre bullying, ao menos na primeira fase.
Mostrando a verdadeira face do valentão e da vítima de bullying, que pode ser tão cruel quanto quem pratica o bullying, só que a vítima não nasceu com os atributos físicos e psicológicos do valentão, como força e desinibição.
Mostra também que todos somos humanos e que afinal até mesmo aquele valentão tem o direito de ser feliz, mesmo que ele não mereça.
O mangá é realmente filosófico e te faz pensar.
No entanto, não aborda só bullying e em uma segunda fase do mangá fica até mais romântico, porém ser abandonar o lado realista, frio e duro da realidade que vivemos.
A forma como tudo isso é abordado, principalmente o bullying te deixa com raiva e te faz pensar se você está vivendo da maneira correta.
E outra coisa, é impossível não se identificar com o personagem, por que todos os homens tem uma fase pervertido, em que vai na escola só pra encontrar inspíração para o momento onanístico no banheiro e o personagem principal é assim, um pervertido completo que em determinado momento do mangá pensa consigo mesmo após uma masturbação potente: "Agora a solidão, a culpa, o vazio..."
E eu tenho certeza que você já se sentiu assim após se masturbar, afinal é algo deveras inútil e sem-sentido, mas que você só irá perceber isso com o ganho de maturidade.
Esse garoto também se apaixona, mas se apaixona do jeito mais humano e másculo possível, pois todas as vezes que ele conversa com a amada, seu membro fica ereto e pulsante como nunca e quando ele finalmente se masturba pensando nela, sente uma enorme culpa invadir seu coração, o que o faz se sentir mal pra caramba, mas enfim ele descobre que está apaixonado.
Porém, como nada perfeito, logo vem a decepção amorosa e tudo é tratado de maneira racional, fria e realística, enfim, esse mangá retrata a vida adolescente de um homem como ela é.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Ordinária


Quando eu era criança tinha um enorme pavor de morrer. E fiquei com esse medo que me tirava o sono todas as noites até mais ou menos os doze anos de idade. Não é por que eu nãso acredito em Deus e tinha medo do fim da minha existência nesse planeta ou algo assim, mas acho que a incerteza do infinito me deixa apavorado. Eu gosto de saber de tudo, odeio surpresas.
Porém, com o passar dos anos, fui perdendo esse medo irracional, que acabou se tranformando em quase um fascínio pelo fim da vida.
Hoje o fim da vida, o fim dos sofrimentos e a sabedoria eterna me alegram. Saber que um dia irei saber de tudo, que iriei conhecer a verdadeira paz (Ou o verdadeiro medo) me deixa curioso e me faz desejar a morte como a única saída para o meu sofrimento existencial.
No entanto, seria triste ir embora sem saber o sabor dos lábios daquela garota do fim de semana, sem ter mudado o mundo e sem ter realizado os meus sonhos.
Mas isso me leva à outro porém... Viver na incerteza de saber se um dia sentirei o sabor daqueles lábios, se irei mudar o mundo, se a minha vida irá mudar para melhor ou não me apavora.
É uma espera angustiante e me deixa mal.
Sinto como se uma parede atemporal me prendesse e a minha alma quisesse fugir disso. Sinto-me como se quisesse correr e sair por aí, descobrindo o passado, presente e futuro de todas as formas possíveis.
A pretensiosidade faz parte do meu ser e eu não quero fracassar.
Quero conhecer quem eu era, pois não tenho certeza do que fui e quem poderá dizer quem serei eu?
Quero ter o conhecimento infinitesinal de todas as coisas e me encontrar com o Todo Poderoso para perguntar-lhe: "Por que Você não me respondeu?"
Eu já perguntei diversas coisas para Ele, mas não recebi resposta alguma ou pelo menos uma que eu pudesse ouvir.
Sinto-me triste e esmagado pelo fracasso.
Sei que so jovem demais para fracassar, mas quando serei velho demais parao fracasso?
E qual é a idade do sucesso?
Só sei que por enquanto sou um fracasso como escritor, como desenhista, como artista, como filho, como amigo, como galanteador, como vestibulando e até como suicida.
Minha cabeça ferve em ideias, as quais não consigo expressar e se conseguisse, quem gostaria de ouví-las?
Todos me dizem para ter calma, que o futuro será melhor e tal, mas...
Eu me pergunto: "A que horas começa o futuro?"
PS: Esse post não tem imagem, por que a porra de merda desse blogger bugou.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Top 5 Anime/Manga

Olá, se você não sabe, eu sou um grande fã de animes e cultura pop japonesa em geral e assisto o vídeo daquele gordo, rolha de poço urso e daquele boiola escândaloso, fresco Kitsune, o Video Quest. Essa semana eles postaram um vídeo em comemoração aos 50 vídeos do canal e eu decidi fazer um post-reposta não um vídeo, por que sou feio demais para qualquer câmera me filmar com a minha lista dos 5 melhor animes/mangás de todos os tempos.
5º Lugar: Death Note
Tudo bem, tem que ser muito idiota e sem noção para não gostar desse anime, mas é perdoável ele não estar em uma lista dos cinco melhores, afinal, é um anime longo e cansativo. Não pelo número de episódios, mas sim pela forma como ele é narrado. Você tem que prestar atenção em tudo que acontece na história, ficar ligado nos mínimos detalhes e ter paciência e calma, pois ele te dá muita raiva em alguns momentos, principalmente depois da morte de um dos melhores protagonistas de todos os tempos. No entanto, já é um clássico. Um dos melhores animes e mangás da história universal. Isso ninguém pode negar.
4º Lugar: Ben-To
Tudo bem, beleza... Agora alguns otakus, ou melhor, muitos otakus irão me xingar e os que não me xingarem vão sair procurando que anime é esse. Pois bem, Ben-To é um anime "indie" lançado em 2011 de comédia e ação, mais comédia que ação. É muito engraçado e é inspirado em uma light-novel de mesmo nome. Conta a história de um garoto colegial, que passa a viver sozinho com uma mesada pequena e tem que comer comida barata. Mas em Tóquio, você tem que lutar, literalmente, para conseguir comida barata e esse menino descobre todo um submundo de lutas violentas em supermercados e lojas de conveniência para conseguir comida barata. É um anime muito divertido, ao menos na minha opinião e por essa lista ser pessoal, mas com valores universais, ele fica em quarto lugar, na frente até de Death Note.
3º Lugar: Tengen Toppa Gurren Lagann

Exagero. Se há uma palavra que defina esse anime é essa: Exagero! Por que o anime é muito exagerado e muitas vezes acaba se tornando sem noção. Isso poderia ser chato se ele apelasse para o humor pastelão tão característico dos japoneses, mas ele não apela para a comédia. Pelo contrário, se mantém focado na ação e os exageros te fazem gritar de emoção. O fim é bem triste, mas é lindo e, com certeza, tirou lágrimas das meninas que assistiram ele. E dos meninos também.
2º Lugar: Durarara!!
Só pela arte Durarara!! já merecia estar em qualquer lista dos melhores animes da história, no entanto, ele não se trata de apenas um anime comum com uma bela arte ou melhor, uma arte do caralho Durarara!! é genial no quesito narrativa. Eu, como escritor, fico observando o modo como uma história é contada, mas esse não é um fator que me faça gostar ou não de um filme, anime, mangá, HQ, série ou livro. Eu só observo o modo como é contada a história e se for algo além do normal (Além do modo linear) uma espécie de "lâmpada" ilumina a minha mente e me faz pensar "Foda o cara que escreveu isso!". Como a narrativa do anime é bem interessante, decidi ler a light novel. Não tem no Brasil, nem nos EUA e eu tive que recorrer a fansubers e fóruns de fãs para ler o primeiro volume e achei demais. O escritor fragmenta toda a história em pedacinhos e vai avançando os capítulos, cada um na visão de um personagem. É até melhor que o anime, mas eu acho que se o anime fosse mostrar cada episódio na visão de um único personagem ia ser algo muito maçante e cansativo de assistir, por isso eu acho que o modo como a história foi adaptada é digna de estar em todas as listas de melhores animes desde a sua estréia, em 2009, eu acho.
1º Lugar: Dragon Ball Z
Sem surpresa nenhuma, Dragon Ball Z está em primeiro lugar. Esse é, sem dúvida alguma, o melhor anime de todos os tempos e mangá também. Apesar de ser muito comprido, ele não é chato, nem maçante e o Akira Toriyama é um gênio. O cara criou um universo tão único, característico e pirado que já podemos chamar o universo de DBZ como parte da mitologia de Akira Toriyama. Criar um novo universo digno de ser chamado de mitologia é algo para poucos. Poucos gênios da humanidade conseguiram fazer isso, Tolkien é um deles e Akira Toriyama é outro. Enfim, se esse anime não figura em pelo menos um dos primeiros lugares da sua lista de animes/mangás favoritos, você tem que se internar em um hospital psiquiátrico, meu amigo.
Menção Honrosa: Cowboy Bebop
E aí você chega no fim da lista e se pergunta: "Mas Felipe, e aquele seu anime favorito, aquele anime muito foda, o Cowboy Bebop?"; e eu te respondo: "Ele está bem aqui, na menção honrosa!".
Cowboy Bebop não pode ficar na lista dos 5 melhores animes, nem dos 10 melhores, nem dos 100 melhores, nem dos 1000 melhores, por que seria concorrência desleal.
Cowboy Bebop é o melhor anime de todos.
Nunca na face da Terra irá existir um anime melhor do que esse. Todo o gênero de animes de ação começou com ele. Hoje em dia é até comum comprarmos quadrinhos violentos e assistirmos a desenhos violentos voltados para o público adulto, cheios de sangues, tiros, filosofias, etc... Mas como será que isso tudo começou. Será que foi com a era de ouro dos quadrinhos estadunidenses? Será que foi com o boom dos quadrinhos europeus na década de 80? Será que foi com Akira, no Japão? Bem... Sinto lhe dizer, mas nem os melhores quadrinhos, mangás ou animes dessas épocas ousaram tanto quando Cowboy Bebop. Cowboy Bebop é cheio de lutas, ele inovou no modo como foi feita toda a animação e a trilha sonora é impecável. Alguns momentos do anime são tão ricos de detalhes e tão belos que faz até a arte de Durarara!! sentir vergonha. Isso sem contar na história, cheia de mistério, um clima noir que perdura em todos os animes e se você acha que isso é coisa de otaku fresco, indie cult que assiste filmes de baixo orçamento com a namorada, então você precisa assistir logo de cara o episódio em que o Spike Spiegel enfrenta o Pierrot, o Louco. Provavelmente Christian Bale assistiu aquele episódio para poder criar o Coringa, do Batman, o cavaleiro das trevas.
Isso sem contar que as personagens são super carismáticas e caracetrísticas sem serem clichês. Aliás, clichê é algo que não existe em Cowboy Bebop. Ou melhor, até que existe, no passado oculto de um dos personagens principais, mas é um clichê que te surpreende, por que você não espera que aquele personagem tenha um passado assim.
Cowboy Bebop é tão bom que virou cult, sim. Praticamente todas as grandes revistas e sites especializados em animes inserem Cowboy Bebop entre os melhores animes de todos os tempos. Merecidamente, afinal é um clássico, que merece ser visto, revisto, revisto de novo e que você deve mostrar aos seus filhos e eles aos seus netos e assim sucessivamente até o fim dos tempos.
Cowboy Bebop não é um anime, mas sim o anime.

domingo, 28 de outubro de 2012

sábado, 27 de outubro de 2012

Dica musical: All Time Low


Você já deve saber que eu sou fã desses caras, né?
Bem... Fã, eu não sei, por que não sou fanático por eles, mas gosto do som deles... E aliás, já gostei mais, hoje nem tanto.
Bem, vou explicar por que já fui mais fã deles: Por que eles já foram melhores!!!
Quando eles começaram, eles eram uma banda de pop punk bem legal, depois eu descobri eles, através de uma entrevista da banda Cine, na época em que ainda não era moda essa coisa de colorido e etc e talz... Aí eu gostei dos caras do ATL, eles tinham um som pop punk bem legal, faziam uns video clipes engraçados, mas aí, eles decidiram se tornar mainstream e a casa começou a cair.
Mas isso não é uma coisa de ideologia indie/hipster minha não, eu não ia ligar deles se tornarem mainstream, até gostaria pois mais pessoas iam curtir algo que eu curto. O problema não é esse, o problema é que os caras começaram a fazer músicas com uma sonoridade cada vez mais pop e aí eles lançaram um CD chamado "Dirty Work", que pelo nome já dá pra saber a porcaria que era, né?
Eles fizeram a maior propaganda do CD, li o caralho a quatro de entrevistas deles, vi um monte de vídeos deles fazendo gracinhas e falando do novo CD e então, quando o CD saiu e eu ouvi, tive vontade de vomitar... O CD era horrível, cheio de letras podres, cheio de mixagens eletrônicas de cantores pop da Disney e aí parei de ouvir essa banda, mas eu ainda tinha as músicas antigas deles e queria acreditar que eles ainda eram bons.
Aí eles desfizeram o acordo com a gravadora de "Dirty Work" e voltaram para a gravadora antiga e independente de antes e começaram a fazer propagandas (bem mais discretas) de um novo CD, o Don't Panic.
Inspirados pelo fim do mundo, o ATL decidiu voltar às suas origens pop punk e lançaram um albúm muito bom, cheio de agradecimentos aos fãs e às suas boas origens.
É claro que eu gostei do CD e é bom mesmo. Tem umas músicas muito pop, como The Reckless and The Brave, mas vale a pena ouvir, por que as letras são boas e a maioria das músicas voltaram a ser pop punk.
Bem, Defend Pop Punk galera!!!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Dica literária: O assassinato de Roger Ackroyd


Confesso que nunca li nada da Agatha Christie, nem nunca tive o interesse de ler, mas em uma noite sem-graça, acabei me deparando com um link de download desse livro... Como não estava lendo nada no momento, resolvi me aventurar pelas páginas de "O Assassinato de Roger Ackroyd" e não me arrependo dessa escolha.
Já pra dizer a minha opinião sobre o livro, é muito bom!!!
Eu gostei muito do livro. Ele não é maçante, a leitura é fácil e apesar de estar cheio de pequenos detalhes, você não precisa se esforçar muito para terminar de lê-lo, por que a história é tão intrigante que uma vez que você chega no clímax da história, não quer mais parar de ler, ou melhor, só quer parar de ler após o mistério ser solucionado... E o mistério só é solucionado no último capítulo, faltando umas duas páginas pra acabar o livro.
Eis a sinopse: Três mortes estranhas em sequência despertam grande curiosidade na moradora de uma pequena vila inglesa. Ela tem então por vizinho um visitante, chamado Hércule Poirot. Essas três mortes envolvem respectivamente um assassinato, um suicídio e um segundo assassinato. O primeiro corpo é do marido de uma mulher que, depois, se suicida. Seu suicídio é seguido pela morte de um terceiro homem, que se descobre ser amante dela. A mulher, por sua vez, estava sendo chantageada em função de ter matado o marido para ficar com o amante. O assassino de seu amante talvez seja, então, o chantagista, que estava para ser descoberto, ou talvez não seja
Bem, leia esse livro. Eu já até comprei outro livro da Agatha Christie, pois estou muito interessado em ler outras aventuras de Hercule Poirot.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Melhores músicas de 2012


Desde que ganhei meu primeiro mp3 vivo ouvindo música, se não tenho nada pra fazer, deito na minha cama, coloco os fones de ouvido e fico ouvindo músicas, enquanto penso na vida, fico me imaginando em uma banda descolada, fazendo clipes e muito sucesso, salvadores do rock n' roll.
Esse foi um ano com muitos lançamentos no mundo da música, muitos CD's, muitos artistas viram que o fim do mundo está próximo e decidiram fazer seus últimos shows com novos fãs e fãs antigos, agraciando seus ouvidos com novas músicas.
Por esse motivo decidi colocar aqui minha pequena lista de melhores músicas do ano.
1-Arctic Monkeys- R U Mine? 
2- All Time Low-For Baltimore
 3-Best Coast-The Only Place
4-The Black Keys-Little Black Submarines
 5-Bloc Party-Octopus
6-Blood Red Shoes-Je Me Perds
7-Eu, Você e a Manga-Só
8-The Hives- Take Back the Toys
9-Japandroids-The Boys are Leaving Town
10-Passion Pit-Constant Conversations
11-Two Door Cinema Club-Sun
12-Veronica Falls-My Heart Beats
13-Vivendo do Ócio-Nostalgia
 14- Now Now-Thread

15-Wavves-Hippies is Punks
Bem... É claro que tem muito mais músicas boas lançadas esse ano, mas eu decidi colocar apenas uma por banda, mas a maioria delas lançaram CD's, então, procure os CD's, ouça essas bandas, garanto que todas valem a pena, se você tiver um bom gosto musical, claro.

 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Dica Musical: Beat!Beat!Beat!

Conheci uma banda muito legal chamada Beat!Beat!Beat!.
Não sei se eles são alemães(acho que sim), só sei que eles cantam muito bem em inglês e são muito legais.
A música deles é bem dançante e divertida, com letras simples, porém sinceras e singelas que se encaixam na vida de qualquer um.
Belo som, gostei dos caras.
Recomendo.
Não são muito famosos e extamente por isso não é fácil de encontrá-los por aí, na internet, porém você pode achar vídeos com músicas deles muito fácil no YouTube, é só procurar.