segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Dica musical: Amsteradio (De novo? De novo!)

De novo, por que eles são bons!
Cara, eu curto rock nacional. Eu curto música nacional... Pra falar a verdade, tenho até Jorge Ben e Djavan no meu celular, mas não conta pra ninguém, hein? Na verdade, tenho músicas no meu celular que fariam o Jimy Hendrix revirar no túmulo
Hoje estou indicando o novo EP desses caras legaizinhos do Amsteradio.
E também anunciar que eles vão estar no segundo volume do Toringa!!!
É... Eles são gente boa demais, até deixaram eu colocar eles no Toringa, achei isso muito legal e tal... To até pensando em colocar eles no terceiro também...
Agora falando das músicas... São apenas duas: "Cansei de menina indie" e "LUI!".
Cansei de menina indie pode virar um clássico. É tipo auto explicativa. Todo mundo que gosta de arctic monkeys já namorou ou pensou em namorar uma garota indie. E garotas indie são garotas, por mais indie que elas sejam, não conseguem tirar seu ar de crueldade feminina que envolve todas as garotas do mundo. Acho que muita gente  vai se identificar com essa música e rir muito com ela, por que afinal, é um fato da nossa vida de homens.
Afinal, que nunca foi trocado por um otário, que mora lá no dededéu, que ainda mais torce pro Vasco! D=
Tudo ficou perfeito nessa música, a vocal de looser sofredor, os riffs agitados que dão espaço para um ritmo lento e sofredor, que te faz lembrar dos bons tempos em que você ainda tinha tempo pra sofrer por garotas, mas agora você tá chegando nos vinte e, com certeza, não ganhou uma Zoe Deschannel... Se bem que eu nem ligo pra uma Zoe, uma Kaya Scodelario já tava de bom tamanho.
E depois vem o "LUI!". Essa música é bem agitada, com  um ritmo dançante e tal, muito legal.
A letra continua engraçada, bem no estilo da banda, que também tem um estilo bem intimista nas músicas, dá até pra dizer que é um estilo de letra confecional, pois dá pra acreditar que a vida deles está lá, nas músicas, o que é muito legal.
Além de que eu acho que todo mundo já teve um amigo engraçado, que andava de lá pra cá com um violão em punho e rabiscava carteiras no colégio. Eu tive um amigo assim... Bons tempos...
Enfim, pra quem não conhece, ouça Amsteradio, esses caras tem futuro e suas músicas são perfeitas para uma tarde relaxante com os amigos ou uma noite solitária ou ainda uma caminhada até a escola.
E o melhor, é de graça! O.O
Bem, se você quer conhecer uma banda indie nacional de qualidade MESMO, baixa lá Amsteradio.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

É só a vida

Ontem estava fazendo um trabalho de Arquitetura, o qual ainda não terminei e me deparei com um pensamento muito legal.
No início nada havia na face da Terra. Só céu e mar. Apenas água e o céu acima dela. Nem terra para pisar, gaivotas para ouvir ou peixes para admirar. E tudo era silêncioso.
Agora pense bem... Imagina você flutuando por cima desse oceano azul, indo em direção à um horizonte sem fim.
Pense bem... Ou melhor, apenas feche os olhos e imagine isso...
Eu fiz isso sem nem estar no trabalho por que a parte de imaginar a situação eu criei.
Seria mágico, cara.
Seria demais estar em um oceano sem fim, perseguindo um horizonte que nunca chega.
E o  mundo não poderia ficar velho, mas você sim.
E o mundo não morreria, mas você sim.
E aí eu comecei a pensar em como a vida é curta e tal.
Mas eu não acho que ela é curta, pelo menos não a segunda fase da vida.
Pra mim a vida é dividida em duas fases: A infância e a pós-infância.
A infância vai até uns 12 anos, pelo menos pros meninos e deveria ser para as meninas também, mas elas são estragadas pela sociedade com frases do tipo: "Comporte-se como uma dama!", "seja uma princesa Disney!" e " Meninas amadurecem antes dos meninos".
Acho um absurdo isso, mas vai ficar pra outro post.
O fato é que você cresce até os 12 anos. Você vive intensamente. Brincando, suando, sorrindo,  imaginando, correndo ao lado de amigos reais e imaginários, se aventurando por florestas, desertos, sete mares no passado, presente e futuro, tudo isso no quintal da sua casa. Jogando bola na rua com os amigos do quarteirão. Conversando com meninos sem se preocupar em ser o macho alfa e com meninas sem se preocupar se ela vai achar que você tá xavecando ela e tal... Viver sem se preocupar com os problemas do mundo, sem causar brigas (E se causar, consertá-la logo em seguida), sem ficar de mau, sem contas pra pagar, sem preconceitos, nem ódio. Apenas alegria. Felicidade plena.
Deus deve amar as crianças mais do que todo o resto da humanidade, por que as crianças vivem (Ou pelo menos todas deveriam) da forma como ele imaginou que o homem deveria viver na Terra. Crianças são inocentes e por isso mesmo são incorruptíveis, mas depois dos 12 anos, tudo acaba.
Deus deve ter criado as crianças e o demônio criou os adolescentes e depois os adultos e só pra saciar sua sede de sadismo criou a terceira idade, que de melhor não deve ter absolutamente nada.
Após os 12 anos, você não vive mais, você morre.
Você começa a morrer um dia de cada vez.
Seus aniversários não são mais para celebrar um ano a mais de vida, mas sim, um ano a menos até a sua morte. Até o seu descanço final.
Eu odiei a minha adolescência. Com exceção do colegial, foram os piores anos da minha vida.
Obrigações sociais, bullying, escola, provas, notas, garotas, caras, esportes e aparências. Tudo que era bom fica ruim e tudo que era ruim fica cada vez pior.
No colegial eu descobri o poder da amizade, fiz amigos que mantenho até hoje e me orgulho deles, por que eles estão se dando bem em faculdades federais, estaduais e empregos maneiros.
No entanto, não alcancei a felicidade plena. Você apenas vive momentos de felicidade após os 12 anos, mas não consegue mais distrair sua cabeça de obrigações sociais, obrigações estudantis, às vezes emprego, contas, problemas familiares.
É tudo horrível.
E eu disse isso pra uma pessoa dias atrás...
Essa pessoa respirou fundo, olhou pra mim e disse:
"Relaxa mano, é só a vida!"

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Dica memética (?): Harlem Shake

Tive que postar isso aqui, por que não me canso de assitir esse vídeo.
Sei lá... Ele é tão retardado, mas também é tão engraçado... Sei lá...
É o tipo de coisa retardada que você faz com os seus amigos em uma tarde tediosa qualquer.
Sem contar que, pela primeira vez em muito tempo, surgiu um meme que preste no Youtube.
Foram tantos memes completamente imbecis, bem... Esse também é imbecil.
No entanto, esse é um meme engraçado. Os outros eram só imbecis mesmo, mas o Harlem Shake é engraçado.
Não sei se é só comigo, mas eu acho esse meme o melhor dos últimos tempos. Acho que é por que esse meme me lembra os bons tempos de colegial, quando toda a galera se reunia na casa de alguém, ficavámos tomando pepsi, comendo salgadinho barato de 1,99 que revirava os nossos estômagos(Mas como ninguém tinha dinheiro pra ficar comprando Elma-Chips todo dia, comprávamos os podres mesmo) e fricavámos falando de besteiras aleatórias.
Ás vezes jogando video-game, ás vezes assistindo memes no Youtube (Que naquela época eram engraçados, por que ninguém se importava em ser pego no flagra... Hoje basta você ligar uma câmera numa festa que todo mundo se esconde com medo de cair na net) e ás vezes só filosofando besteiras, enquanto admirávamos as namis passando na rua.
Bons tempos... Bons tempos...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Dois desenhos


Fiz essas duas ilustrações hoje... A primeira é totalmente digital e fiz em uma hora ou menos, sei lá... Queri mostrar a vida boa de crianças que podem jogar cobertores em cima de cadeiras na cozinha e finjir que estão acampando em algum lugar assombrado e muito legal. O pote está cheio de vaga-lumes, por isso está brilhando... Eu nunca caçei vaga-lumes, mas minha mãe já e disse que era muito legal.
Agora fazer uma barraca de cobertores e cadeiras, eu já fiz muitas vezes e me divertia pra caramba, pois eu passei a maior parte da minha infância em Guarulhos, onde nasci e vivi até uns 7 ou 8 anos. Quem mora em Guarulhos sabe que não dá pra acampar, pelo menos não fora de casa e o quintal da minha casa não tinha grama, então o jeito era improvisar uma barraca na sala de TV, fazer vários furos em uma caixa de sapato, colocar uma lanterna dentro dela e finjir que estava no meio do mato, com um céu estrelado em cima e animais fantásticos em volta da "barraca".
O outro desenho é só mais ilustração que vai pra algum livro futuro de Toringa. Futuro por que mostra o Nick com a Débora e o Nick só aparece no segundo volume do livro, que será lançado dia 10 de Maio.
Sim, eu resolvi isso com uma livraria daqui e Dourados.
Então é isso... Esse é o post de hoje!
Falou! >.<

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Alguma coisa mudou por aqui...

Existe algo de novo no blog.
O cabeçalho, é claro!
Substitui por um desenho que eu levei dias para concluir.
Tá certo que eu comecei ele em Janeiro, mas fiquei dias sem me concentrar nele, então não é justo dizer que levei meses fazendo ele.
Esse desenho mostra todos os personagens do livro que eu escrevi, o "Toringa" relaxando em algum lugar legal de Londres.
Faz parte da série Summertime, esse é o quinto desenho dessa série de desenhos.
Acho que só tenho agora, comigo, mais um da série Summertime, por que os outros estavam na Deviantart e eu deletei minha página na deviantart, por motivos pessoais pavorosos.
Bem, essa é a postagem de hoje, apenas um post pra divulgar minha arte.
Se quiser me contratar pra algum serviço de ilustração é só mandar um e-mail pra buglipe@gmail.com
Se quiser ler meu livro é só comprá-lo aqui.
Até mais.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Dica literária: O mundo de sofia

Finalmente terminei de ler esse livro.
Por vários motivos ficava dias sem lê-lo e aí voltava do ponto onde parava para continuar a leitura.
Provavelmente por que esse livro não é lá essas coisas.
Eu gostei, já vou avisando e recomendo, mas não espere nada do nível de "O livro das coisas perdidas", "Memórias de um sargento de milícias" ou "Apanhador no campo de centeio".
Esse livro é bom... E só.
Aliás, ele só é bom por que dá uma verdadeira lição de história e filosofia de um jeito que deixa o leitor completamente envolvido com a história e o faz querer saber cada vez mais dos grandes filósofos apesentados no livro.
E o livro seria memorável se apenas se concentrasse nisso: Na história da filosofia.
Mas não, tinha que ter uma histórinha meia boca envolvendo dimensões mentais, histórias infantis, romance e claro, filosofia.
É nesse ponto, de tentar criar uma história paralela ao ensino da filosofia que o autor peca.
Pois nota-se que ele apenas foi escrevendo as coisas, sem se importar muito com o final, até que chega em um ponto onde nem mesmo ele consegue achar uma saída para salvar os protagonistas e então ele dá uma desculpinha meia boca que os leitores são forçados a engolir e digerir, mas de muita má vontade, por que o final não agrada.
No entanto, mesmo com essa enorme falha no roteiro, que todos nós, escritores, estamos fadados a sofrer o livro ainda vale a pena ser lido.
Não para descobrir o que acontecerá com Sofia e Alberto, os protagonistas da história, mas para conhecer melhor a história da humanidade.
Sim, por que o livro pode ser considerado até didático, sem ser chato, pois ensina de verdade.
Talvez até ensine mais do que os professores de filosofia espalhados pelas escolas por aí.
Enfim, recomendo a leitura desse livro. Esqueça a histórinha paralela bem mal-feita contida nele e se delicie descobrindo sobre a história da filosofia, algo que você com certeza não descobrirá nos livros do colégio.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Dica cinematográfica: Cantando na chuva

Voltando á lista de filmes que recebi pra assistir... Cantando na chuva é um deles.
Nunca dei moral pra musicais, pois acho eles muito chatos, mas esse filme é clássico e tal, recebi a indicação de alguém muito confiável, então... Decidi dar uma chance.
Ainda acho musicais chatos, mas esse filme é bom.
As músicas são bem chatinhas sim, mas o filme vai muito além de um simples musical.
É um filme de comédia, com críticas à Hollywood e me surpreendeu.
O filme conta a história de Don Lockwood, um bem sucedido ator de cinema mudo que, para agradar ao público, finge estar em um relacionamento com Lina Lamont, a atriz mais bem sucedida do cinema mudo na época do filme. No entanto, os dois se odeiam e ela não suporta ter que exercer o papel de amante calada que apenas acompanha o querido namorado. No entanto, a voz da mulher é muito, mas muito feia mesmo e nenhum produtor ameaça colocar a voz dela em público para que os fãs continuem amando ela e dando lucros ao estúdio em que os dois trabalham.
As coisas começam a mudar quando Don conhece uma atriz de teatro que não gosta de cinema, por que, para ela, os atores não sabem interpretar, apenas movem os lábios e fazem gestos escandalosos para agraciar a platéia. Realmente é só isso que eles fazem e Don começa a questionar seus supostos talentos teatrais.
Com a chegada da tecnologia do cinema falado, todos no estúdio têm que se adpatar aos novos tempos e o único que se dá bem nessa é Cosmo, o melhor amigo de Don, que é promovido e acaba virando diretor de músicas nos filmes.
Com a chegada do cinema falado, Don realmente se perde, pois todos tem que se acostumar com microfones, fios e o pior: Decorar falas!!!
Pois é... Essa é a minha indicação de hoje: Cantando na chuva, um filme que me surpreendeu!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Um pequeno post sobre religião

A vida é estranha.
Exatamente no dia em que eu estava planejando fazer um post sobre uma ilustração que vi há alguns dias atrás feita por um ateu militante qualquer colocando todos os "grandes" cientistas da história no lugar dos apóstolos da Santa Ceia e o Einstein no lugar de Jesus Cristo, eu descubro que o papa renunciou ao cargo.
Bem... Quem me disse isso foi minha mãe. Uma mulher muito religiosa, que achou a decisão do Joseph Ratzinger muito humilde.
Realmente, é humilde, mas não muito sábia do meu ponto de vista.
Eu sou católico e tal, acredito em Deus e na maioria das coisas que a igreja diz, mas não acho que o que a igreja católica diz seja a resposta para tudo.
No entanto, é bem triste ver algo assim acontecer, principalmente quando a igreja à qual você pertence é a instituição mais criticada e decadente desde o início do século.
Tá certo, o século não é tão velho assim, mas eu acho que a igreja nunca viu tantos escândalos, tantas críticas, combatentes e rivais na sua história de mais de 2 mil anos quanto nesses últimos 13 anos.
É só ver o número de vlogs ateus que existem só no Youtube do Brasil, o número de artistas que fazem críticas duras contra a igreja católica em suas obras, sejam pinturas, ilustrações, músicas e até piadas.
Por isso não é muito sábia a decisão dele por que uma atitude dessas dá mais fôlego para os inimigos da igreja, pelo menos na minha opinião.
Bem... De qualquer jeito, eu vou continuar indo à igreja, rezando o Pai Nosso e a Ave Maria de qualquer jeito, mas vai ser difícil ter que aturar todos os tipos de piada contra a sua religião na TV, blogs, vlogs e qualquer outro tipo de mídia por aí.
É... A vida é foda.
Mas antes que as pessoas comecem a criticar a igreja das piores formas possíveis, eu vou fazer a minha parte de divulgar o que a igreja fez de bom em seus mais de 2000 anos de história.
Sim, a igreja não é só inquisição, fogueiras, pedofilia e dízimo. A igreja católica também é cultura, história, filosofia e filantropia.
Sim, por que toda a cultura ocidental foi fundada em pilares da igreja.
Você pode dizer que a idade média foi um período obscuro e tal, o que realmente foi, mas não foi o inferno na Terra como passam nas escolas. Foi na idade média que surgiram os conceitos de escola pública, pois a igreja exigia que em cada feudo existisse uma escola gratuita para que as crianças pudessem aprender. Se não fossem os monges da idade média nenhum material antigo da época de Platão ou Aristóteles teria chegado às mãos dos estudantes de história de atualmente. Eles passavam dias inteiros traduzindo manuscritos, tábuas e fazendo registros históricos que mais tarde nos ajudariam a compreender o mundo da antiguidade.
A preocupação deles provavelmente estava mais voltada ao campo do direito e foi aí que houve grandes desenvolvimentos. Vários conceitos criados nessa época são usados e estudados até hoje.
Depois veio a época em que foram feitos grandes avanços científicos. Claro, a igreja cometeu alguns erros, mas as pessoas se esquecem de que a igreja é feita por homens e homens não são perfeitos, eles erram.
No entanto, nessa época também foram feitos muitos avanços com os monges. Se não fossem os monges e as escolas públicas criadas pela igreja, talvez você não estaria usando o seu computador agora.
Sim, pois muitos conceitos como energia hidrelétrica tiveram o seu nascimento nessa época. Na verdade, não o conceito de energia elétrica, mas a ideia que geraria o conceito na cabeça de vários pesquisadores ao longo dos séculos.
Aqueles objetos que vemos em filmes movidos por água para produzir farinha de trigo, tecer roupas e até cozer foram criados e desenvolvidos por monges entre a idade média e a idade moderna. E dos monges foram passadas para seus discípulos.
E ao contrário do que se pensa, os seus discípulos não eram futuros monges, padres ou bispos, eram leigos também, pois em alguns monastérios era permitida a entrada de pessoas de fora do âmbito religioso para estudar, pois nessa época se você queria um ensino de verdade era necessário estudar com monges.
Era uma espécie de universidade da época.
E por falor em universidade, se avançarmos um pouco no tempo veremos que as primeiras universidades foram criadas pela igreja ou pelo menos com financiamento dela.
Sim, pois após ver que Galileu e Copérnico estavam certos, muitos monges e estudiosos religiosos quiseram saber como funcionava o universo e para isso a igreja financiou diversas faculdades e estudos sobre o mundo natural.
Aliás, faz isso até hoje. Tanto faz que anualmente a igreja faz semanários e "reuniões" de cientistas para que se possa debater sobre as novas descobertas científicas e como associar tudo isso à igreja.
Por mais de seis séculos a igreja é a instituição que mais financia e dá suporte financeiro e social á estudos sobre astronomia e tecnologia. Isso não sou eu quem  estou falando. Quem afirma isso é Joh Heilbron, da universidada da Califórnia em Berkeley.
Aliás no campo técnológico, vale destacar dois inventos: O primeiro relógio do mundo, contruído pelo Papa Silvestre II e um forno criado por monges para extração de minério de ferro. Esse último é uma das primeiras máquinas que influenciaram a revolução industrial no século 18.
Isso sem contar nas inúmeras instituições filantrópicas mantidas pela igreja católica em todo o mundo. As pessoas critiam a visão tradicionalista da igreja contra a camisinha. Como se mandar todo mundo colocar camisinha fosse erradicar a AIDS.
Também criticam a visão tradicionalista contra o aborto. Antes de criticar a igreja as pessoas deveriam assistir o filme "Aborto: Um grito silencioso" para saber como é feito esse ato cruel e desumano.
Também criticam a visão que a igreja tem quanto os homossexuais. Eu não acho que a igreja se importe com o que as pessoas fazem ou deixam de fazer em seus quartos de noite ou de dia. Mas pedir para que o Papa dê a benção à um casal homossexual, acho que é um pouco de exagero. Afinal, Deus criou o homem e a mulher, o que você gosta ou deixa de gostar não concerne ao Papa. Afinal se o Papa desse sua benção à algum casal homossexual, nenhum gay ou lésbica do mundo iria realmente se importar com isso, afinal, mesmo com o cara falando que é errado eles continuam fazendo. Então, pra que se preocupar com isso?
Tudo isso para mostar que a igreja não é o grande mal da humanidade como muitos dizem por aí. Nem que o mundo seria muito melhor sem a igreja. Pelo contrário, seria muito pior. Pensa bem, se a idade média já foi ruim com a igreja, imagina sem ela. Se não fosse o investimento da igreja nos campo da filosofia, ciência, filantropia e direito, nós ainda estaríamos vivendo na idade média.
Então,antes de criticar a igreja, relaxa cara, é só o Papa.
Fique com Deus.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Dica cinematográfica: Fish Tank

Hoje eu decidi assistir Fish Tank após ter dado umas voltas para esfriar a cabeça pela cidade.
Fish Tank trata da descoberta do amor por alguém mais velho pela visão de uma menina de 15 anos, que não se dá bem com a família, nem com os amigos e provavelmente não sabe o que fazer da vida, se não dançar hip hop.
Essa menina briga com a mãe, que é uma cadela. Briga com a irmã, que é uma pestinha endiabrada. Briga com as meninas da sua idade, que apesar de terem 15 anos, comportam-se como vadias de 25 anos. E também briga com o novo namorado de sua mãe.
No entanto, o namorado de sua mãe é a única pessoa que não age como se ela fosse apenas uma rebelde de 15 anos, com titica de galinha na cabeça. Ao contrário; mesmo com o comportamento infantil da menina, ele continua agindo normalmente perto dela. Sorri, faz brincadeiras e não se deixa atingir por seus insultos infames.
E é aí que se esconde o perigo, pois quando um adolescente perdido na vida, descobre alguém que age de forma amistosa e diferente dos outros, ele tende a querer se aproximar cada vez dessa pessoa.
Só que o novo namorado da mãe da menina pode esconder alguns segredos que ninguém está realmente pronto para descobrir, nem mesmo o telespectador.
Fish Tank é um filme bem legal pra você que não gosta de carnaval, odeia batuques irritantes e gente transmitindo suas herpes pra qualquer um na avenida.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Dica cinematográfica: Dançando no escuro

Hoje eu assiti um filme muito bom.
Bem, todas as vezes que eu venho com uma dica cinematográfica eu digo que assisti um filme bom... Mas é por que eu realmente assisto filmes bons!
E esse é bom demais.
É um filme do Lars Von Trier, o que para mim é um ponto negativo, já que eu não gosto dele, no entanto, este filme me fora indicado por uma pessoa de confiança, que não em indicaria um filme ruim e realmente, não me decepcionou.
Acho que esse foi o primeiro filme dele que eu gostei, também foi o primeiro que eu realmente prestei atenção a tudo o que acontecia na tela.
Dançando no escuro conta a história de uma mulher Tcheca que se muda para os E.U.A. a fim de conseguir dinheiro para pagar uma cirurgia que seu filho precisava. Seu filho tem uma doença genética que o faz ficar mais cego conforme os dias passam. Doença que a personagem principal, Selma, também tem. Afinal a doença é genética e o garoto a herdou de Selma, sua mãe.
O problema é que Selma é muito bobinha, é a típica mocinha boba de filme, mas que, conforme os minutos de filme passam, se mostra uma mulher forte e pronta para encarar as consequências de suas escolhas, que são feitas a fim de proteger e melhorar a vida da pessoa que ela mais ama na vida.
Selma também é uma mulher muito sonhadora, que adora filmes de sapateado e eu acho que esse é o trunfo do filme. Quando alguma situação fica difícil de ser encarada pela tola Selma, ela imagina como se tudo ao seu redor fosse um musical e é nessas cenas que o filme surpreende, pois se já não bastasse a potente voz de Björk cantando maravilhosas canções, ainda temos acompanhamentos pouco usuais nas músicas e uma equipe muito bem treinada, o que transforma o filme em uma experiência única e maravilhosa.
Eu não estou certo se considero o Lars Von Trier um gênio, como muitos dizem, ou um tremendo idiota, como outros muitos também dizem, mas eu considero esse filme uma verdadeira obra de arte, digna de ser admirada pelos amantes da sétia arte.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Universidade

Olá, como deu pra perceber o blog deu uma mudada. Primeiro, por que eu quero deixá-lo mais apresentável ao grande público, já que agora irei usá-lo cada vez mais para divulgar o meu trabalho como escritor e ilustrador. Segundo, por que eu não gosto muito de ficar com a mesma coisa sempre e preciso mudar alguns detalhes da minha vida periódicamente.
Uma notícia boa (Ou não): Estou na faculdade!
Sim, eu estou na faculdade! Agora você me pergunta se eu estou gostando disso ou não...
"E aí Toringa, tá gostando da facu?"
E eu respondo: Não!
A faculdade é meio diferente do que eu pensava. Primeiro que eu tô fazendo arquitetura em uma faculdade particular. Segundo que eu não conheço ninguém na sala. Terceiro que eu eu não esperava tanta matemática. Quarta que eu tinha uma imagem da vida universitária mais ou menos como aquele desenho alí em cima e está sendo um pouco diferente, ao menos por enquanto.
Eu achava que iria ter amigos inteligentes, desenhistas, que gostassem de conversar sobre filosofia, política, artes, filmes europeus e bandas de lo-fi estadunidenses, canadenses, européias ou japonesas.
Mas não, na minha sala só tem meninas extremamente lindas, mas com uma auto-estima gigante, o que faz delas uma frescas metidas e cowboyolas!
Pra quem não sabe, eu moro no Mato Grosso do Sul, mais especificamente Dourados. A situação com os cowboyolas é tão complicada por aqui que você percebe que chegou no estado só de sentir o cheiro de cú, de tanta calça socada no rego que existe por aqui.
É muito cowboyola pro meu gosto.
Tá legal, eu tô exagerando só um pouquinha e antes que alguém venha me xingar nos comentários (Já passei por isso em outro blog quando eu fiz uma postagem supostamente engraçada sobre a vida no interiorrr de São Paulo), já vou dizer que grande parte do meu arrependimento com a faculdade vêm de mim.
Primeiro que a faculdade é particular e a vida toda eu nutri um certo preconceito contra faculdades particulares, por que todo mundo passa no vestibular de uma faculdade particular, o reitor é sempre um gordo cretino e mercenário, os professores são despreparados, se consegue nota com qualquer bolo de notas de 100 reais, etc... É preconceito, eu sei. E também sei que eu tô errado, por que eu aposto que não existe faculdade mais puxada que aquela que eu faço. É sério, é muito puxado o curso, cheio de atividades extracurriculares, trabalhos para serem feitos na sala, muitas contas de matemática e tal... No entanto, isso é bom, por que a minha imagem de faculdade, além da diversão com amigos universitários, é um lugar onde você tem tanto trabalho que nem dá tempo de fazer amizade, mas as pessoas são tão fodas que conseguem fazer amizades até no tempo livre escasso entre uma aula e outra.
E aí vêm o segundo ponto: Eu sou um zero à esquerda em relações sociais. Esse é o motivo de eu ter decepcionado as duas últimas garotas que ficaram a fim de mim (Aliás, as duas única na minha vida toda), é esse o motivo que me levou a criar uma penca de amigos imaginários, é esse o motivo que me fez escrever um livro e negociar tudo através da internet, é esse o motivo que faz com que o meu livro ainda não tenha se tornado um sucesso comercial, é esse o motivo que faz com que eu ainda não tenha um emprego em alguma loja maneira ou algum estúdio de tatuagem descolado, é esse o motivo por trás de toda as depressões da minha vida.
Eu não sei me comunicar. Eu não sei me relacionar.
E eu queria que fosse diferente, queria mesmo. De vez em quando, levanto de manhã e digo pra mim mesmo no espelho: "Hoje eu vou ser diferente" aí chega na hora H e eu desisto, não falo com ninguém, entro em depressão, fico beijando o travesseiro enquanto escuto música lo-fi triste ao celular e aí, minutos antes de ir dormir, me olho no espelho e digo pra mim mesmo tentando me convencer do que eu digo: "Nós vivemos sozinhos, nós morremos sozinhos, todo o resto é apenas uma ilusão."
Só que eu não me convenço 100% disso e acordo no dia seguinte pensando: "Hoje eu vou ser diferente" e tudo se repete de novo.
A vida é difícil galera e já dizia uma amiga minha, muito religiosa e radical ao mesmo tempo: "Por que Deus não em leva logo pro lado dele, eu adoraria isso!".
Eu também adoraria isso, por que viver é um saco.
E cada dia que passa eu me convenço cada vez mais da minah teoria de que nós só vivemos até os 12 anos, que é a época da real diversão, dos amigos de verdade, dos desenhos animados, das meninas serem nojentas, das disputas de bafo no pátio da escola e dos gibis da turma da Mônica na biblioteca da escola. Depois dos 12 anos, nós não vivemos mais, não contamos os anos progressivamente; mais 1, mais 2, mais 3 e sim regressivamente; menos 1 ano até o dia que eu morrer, menos 2 anos até o dia que eu morrer, menos 3 anos até o dia que eu morrer...
A vida é foda.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Dica cinematográfica: A fraternidade é vermelha

Eu recebi há alguns dias uma lista de filmes para assistir. Filmes clássicos e cult de um amigo que gosta muito de filmes cult.
O primeiro da lista era a "Trilogia das cores". São três filmes franceses baseados nas três cores da bandeira fancesa. "A liberdade é azul", "A igualdade é branca" e "A fraternidade é vermelha".
Já assisti os três, gostei de "A liberdade é azul " e de "A igualdade é branca", mas são todos meio chatos. Todos contém aquele característico tom melancólico do cimena europeu, que faz as pessoas se distanciarem.
No entanto, esse filme que indico a vocês, o último da trilogia, que baseia-se em tons vermelhos é um filme excepcional. Realmente um clássico e também é muito legal.
A história é envolvente e você não precisa se esforçar para acompanhar o filme, pois é muito gostoso de assistir, além é claro da atris principal, que é um colírio para os olhos.
Conta a história de Valentine, uma estudante que também trabalha como modelo. Quando ela está voltando de uma sessão de fotos, atropela uma cachorra, que tem o endereço de seu dono na coleira. Valentine decide devolver a cachorra, mas o dono não a quer mais e por isso Valentine fica com o cão. Ela descobre que a cachorra está prenha e logo vai parir alguns filhotinhos e quando a cachorra foge da coleira e vai até a casa de seu dono original, Valentina revela ao homem que a cachorra terá filhotes. Logo, ela também descobre que o passatempo do dono original da cachorra é ouvir as conversas que seus vizinhos têm ao telefone e tentar adivinhar o quer acontecerá com a vida deles.
Aos poucos começa a se desenvolver uma amizade entre os dois, ao mesmo tempo que Valentine vai descobrindo que seu namorado não está tão afim dela como ela imaginava.
Enfim, é um filme gostoso de se assistir. Ele aborda como tema principal a fraternidade e talvez seja por isso que eu tenha gostado mais desse filme do que dos outros da trilogia das cores.
Eu recomendo a todos que quiserem se aventurar no cinema francês e passar o tempo em uma tarde chuvosa e melancólica qualquer.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Comoção

Hoje o post não tem imagem.
Hoje entro no twitter e o que vejo? Uma conta no twitter zuando um triste evento que aconteceu no Rio Grande do Sul, onde mais de 200 jovens foram mortos em um incêndio.
Que babaquice.
Não tem mais o que dizer de um cara que faz isso! É um babaca, claro!
Aí eu fui ver as notícias e reparei que havia uma enorme comoção pública sobre o caso, um monte de gente falando várias coisas no twitter, gente chorando e blá,blá,blá,blá...
Odeio esse tipo de comoção.
É uma coisa mais babaca que o twitter que o cara fez, que eu comecei a achar que ele tinha certa razão.
Afinal, é um evento triste, mas não é pra tanto.
Ninguém conhecia quem morreu lá, podiam ser um bando de playboys e patricinhas pé-no-saco que só sabem fazer merda o dia todo, não estão nem aí pra estudar, nem nada. Estavam na faculdade, mas provavelmente fossem parte dos 36% de alunos nas faculdades do país que são analfabetos funcionais.
É algo triste, lógico que é, afinal são seres humanos. No entanto, a morte do Osama Bin Laden também foi triste e pelo mesmo motivo.
O problema está na nossa sociedade hipócrita e sem raciocínio, que se aproveita de situações como essa para "unir" o povo em torno de algo triste e desviar a atenção de coisas realmente importantes e úteis.
Desviar a atenção de acontecimentos culturais relevantes ou problemas mais sérios do que um bando de universitários que morreram queimados.
Esse tipo de comoção me deixa p. da vida.
E o pior, pessoas que pensam como eu tem que ficar quietas se não suas contas são suspensas do twitter e são zuados o resto da vida em fóruns na internet.
Que é algo triste, isso eu já admiti, mas que essa comoção geral é estúpida e infundade também é um fato.
É... E assim caminha a humanidade.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Dica cinemátográfica: Django Livre

Ontem eu assisti Django Livre, o novo filme do Quentin Tarantino e cara... Gostei pra caramba!
Caras maus, quebrando tudo, destruindo tudo que eles vêem pela frente, com armas, montado em cavalos e tal... Não tem como não gostar.
Eu gosto de filmes de bang bang. São divertidos!
Claro que tem seus exageros, visto que a maioria vem de uma época em que o cinema não se preocupava com a realidade, mas essa é a parte boa, por que é puro entretenimento.
E entretenimento de boa qualidade!
E nesse filme, com ótima trilha sonora.
Bem, Django Livre é um ótimo filme, está concorrendo ao Oscar e merece ganhar, mas eu sei que não vai.
Então... Essa é a dica de hoje: Django Livre!
Corra para assistir!

domingo, 20 de janeiro de 2013

Dica cinematográfica: A onda

Eu penso que o sistema político e econômico que vivemos é completamente errado. Existem algumas poucas coisas boas, como por exemplo quando o Lula criou vários programas para acabar com os miseráveis do nosso país. Ou algumas ideias menos conhecidas como a Economia de Comunhão.
No entanto, nada disso é 100%.
Todas essas coisas tirão nota 10 comparadas ao que já foi criado, mas não quer dizer que sejam boas. Elas são ruins e fracas, mas comparadas com o resto que já fora criado, são ótimas.
Na verdade, são boas, mas não irão mudar o mundo.
E eu tinha esse sonho de mudar o mundo.
Criar um sistema em que a solidariedade mandasse, onde o dinheiro não existisse e onde as pessoas não precisassem trabalhar. Imagine só, você acorda a hora que quiser e faz o que quiser fazer, se quiser tirar um dia de folga, por que não? Se quiser produzir comidas, produza! Se não quiser, não produza! O mundo não precisa dessas coisas mesmo, tem comida o bastante pra todo mundo. A ciência já avançou demais para que mais gastos fossem feitos com observatórios e centros de pesquisa. Os carros populares já são rápidos o bastante, pra que construir mais carros, mais rápidos, caros e poluentes? Pra que tanto lixo? Pra que tanta sobra?
Imagine viver num mundo onde essas coisas não existissem, onde todos se ajudassem mutuamente? E quem não gostasse, poderia viver do jeito que quisesse. Sozinho, claro, pois nós, pessoas visionárias de um mundo melhor não iríamos dar atenção à essa pessoa.
E eu seria o cara que tivesse iluminado todas as pessoas para essa melhor e nova realidade.
No entanto, sexta-feira eu assisti Die Welle (A Onda, se preferir). Um filme alemão de 2008 baseado em um livro que é leitura obrigatória nas escolas alemãs, que foi inspirado em um caso verídico que ocorreu em uma escola da Califórnia, nos EUA.
No filme, há um professor, que é meio que forçado a dar aula de autocracia, uma forma de governo onde todo o poder se concentra na mão de uma pessoa. Todo o poder. Ou seja, uma ditadura basicamente. Só que na Alemanha, os jovens estão de saco cheio desse assunto (vide Nazismo) e acham que seria impossível uma nova ditadura na Alemanha e então o professor resolve fazer uma pequena experiência: Da porta pra dentro ele seria o novo líder da sala e todos os seus alunos seriam os governados. Ele começa ordenando que eles se levantem para falar, sentem corretamente em suas carteiras e tal, colocando em prático um dos fundamentos para que uma autocracia funcione: Disciplina é poder.
Alguns alunos não concordam e são prontamente expulsos da sala de aula. Outros começam a achar que a coisa é boa e à um pequeno prazo todo o lance da "A Onda", como eles decidem chamar esse movimento é bom. Os alunos começam a prestar mais atenção nas aulas, acabam as panelinhas, todos começaram a interagir entre si e a participar de eventos na escola, como torcer pelo time de pólo aquático.
No entanto, para se alcançar esses bons resultados são necessários sacríficios, como a idealização de uma só pessoa, o fim da liberdade e a exclusão de alguns alunos. O que ninguém esperava, nem mesmo o telespectador, é que "A onda" tomasse proporções tão grandes como tomou, arranjando brigas com gangues ideológicas, atraindo estudantes de outras classes e atos de vandalismo por toda a cidade.
E no final, como a história já nos mostrou inúmeras vezes, um governo autocrático sempre termina de forma trágica e sangrenta.
Esse filme foi uma iluminação para mim, por que eu percebi que eu seria apenas mais um ditador no mundo. Infelizmente, por enquanto, o nosso sistema é o melhor que tem pessoal e temos que nos acostumar com ele ou encontrar uma saída.
Eu estou procurando uma saída.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Dica televisiva: Äkta Människor

Ou Real Humans se preferir, mas já vou avisando, terá poucos resultados se for procurar sobre essa série com seu nome ocidentalizado.
Não é surpresa para ninguém que os EUA deixou de ser o manda-chuva no quesito séries de TV. De vez em quando aparece algo digno de atenção, que prende a atenção do telespectador por uma ou duas temporadas, mas logo você enjoa, pois o roteiro vai ficando fraco e já não chama tanta atenção quanto antes.
A única saída é procurar saciar sua sede por entretenimento em algum lugar onde os roteiristas são mais criativos, o povo não é tão ímbecil e as redes de TV não são tão sensacionalistas.
Você pode procurar na Ásia, onde irá achar séries dramáticas divertidas, mas com uma trilha sonora péssimo, visto que a maioria dos astros das TV's japonesas e coreanas são também horríveis cantores de música pop ou você pode procurar séries européias, mais precisamente nos frios países nórdicos.
E é da Suécia, lar de "Os homens que não amavam as mulheres" que sai essa brilhante série de sci-fi/drama.
Real Humans conta a história de uma Suécia do futuro, onde os Hubbots(Human Robots) foram criados para ajudar os seres humanos em todas as suas necessidades diárias, desde o preparo de um simples café-da-manhã pra família até uma noite fria e solitária de inverno.
Essa série é simplesmente brilhante. Se você pensar bem, de tempos em tempos surge algum filme ou série com essa temática de robôs parecidos com seres humanos com inteligência artificial e de como isso iria prejudicar o nosso planeta e nós, seres humanos e ilumina a cabeça das pessoas, mostrando que um futuro onde exista inteligência artifical e um perfeccionismo maldito em todo canto pode ser, e será, muito ruim.
Só que as pessoas esquecem isso e, após alguns meses, nem se preocupam mais com o assunto.
E pior: Existem pessoas que anseiam pelos avanços nessa área, sonham com o dia em que seres humanos e robôs andarão lado a lado e ninguém saberá a diferença entre um e outro.
No entanto, um mundo assim não seria bom, pelo contrário, seria horrível.
Numa escala pequena, seria ótimo, imagina você acordar todos os dias com uma linda mesa, cheia de comidas e bebidas quentinhas esperando por você. Imagine-se sentado no banco do passageiro do seu carro, enquanto seu amigo robótico faz compras pra você. Imagine que você poderia ter uma mulher linda a sua disposição sempre que quisesse na cama.
Seria ótimo.
Mas e quando esses amigos robóticos começarem a tomar nossos empregos, nossas famílias e o nosso mundo? Como ficariam os humanos?Isso sem falar que nós somos fracos e nos afeiçoamos facilmente às coisas.
Séries como essa são muito importantes por questionar esse tipo de coisa que parece inofensiva e legal, mas é muito perigosa a longo prazo.
E também coloca em questão até que ponto seria possível avançar com a inteligência artificial. Por que se um robô pensa sozinho, o que o impede de criar sentimentos? Mesmo que sejam virtuais, ainda assim são sentimentos e eles podem ficar atormentados com pensamentos sobre suas vidas, o por que deles estarem aqui, o que irá acontecer com eles quando tudo acabar, se acabar um dia, afinal eles serão infinitos.
Para nós seres humanos é fácil pensar sobre como será o futuro, para nós é uma linha com dois pontos, um de começo e um de fim. Um dia, todos iremos morrer. Se o sol ficar tão grande a ponto de nos engolir um dia, tudo bem, iremos morrer milhares de anos antes disso. Se o mundo acabar amanhã, tudo bem, iremos morrer de qualquer jeito um dia. A morte é uma espécie de alívio para nós.
Mas os robôs não teriam essa opção. Eles continuariam alí mesmo após as pessoas pelas quais eles criaram sentimentos estiverem morrido. Eles continuariam aqui mesmo após um meteoro cair na Terra e criar uma nuvem de poeira por todo o planeta. Eles continuariam aqui até que o sol deretesse seus circuitos.
E depois disso, nada, por que eles não tem alma.
Pensa bem... Se nós conseguíssemos avançar tanto na tecnologia da inteligência artificial, em que ponto nós seríamos diferentes deles? O que evitaria que eles se apaixonassem, sentissem alegria, sonhassem ou pensassem sobre a vida após a morte?
Eu acho que um futuro onde robôs e seres humanos existam sem saber a diferença entre um e outro assustador e desejo que isso nunca chegue a acontecer.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Devaneios do desespero

Ontem foi, hipoteticamente falando, minha última aula prática de direção.
Hoje seria, hipoteticamente falando, o dia da minha prova.
Semana que vem seria, hipoteticamente falando, a semana em que eu iria para o DETRAN pegar minha cnh e sair dirigindo por aí.
Dar carona pro pessoal ir no cinema, servir de "chofer" da minha mãe, impressionar umas "bitches", ligar o som em uma música maneira e sair pela noite, admirando as luzes sombrias da cidade.
Seria se eu não fosse eu.
Por algum motivo que eu desconheço as coisas são difíceis para mim.
Eu sei que todo mundo tem vergonha, tem medo, apreensão, ansiedade e anseios, mas para mim, do meu ponto de vista, tudo parece vir com uma intensidade muito maior.
Eu cansei da vida.
Eu já tenho 18 anos. Era pra tudo isso ter mudado, era para eu ter mudado, era pra minha vida ter mudado.
Mas não mudou.
Tudo continua igual. Em uma eterno status quo infinito, que esmaga minha mente e me faz sentir cada vez menor e menor, até chegar na escola das medíocres baratas, que nem cérebro tem.
Eu sei qual a solução. Qual a solução mais rápida para tudo isso.
É o suícidio.
No entanto, nem para isso me resta coragem.
Não fosse minha fé cristã que me move, que permeia meus pensamentos suicidas cruéis, já teria cometido o terrível crime atormentador das almas juvenis condenadas ao fracasso mortal.
É difícil tentar organizar tantos pensamentos que se encontram no meu cérebro e é por isso que estou escrevendo isso aqui, pois também já me cansei da terapia.
Os medicamentos não funcionam para mim, não consigo criar algum laço com aquelas pessoas inteligentes, com prêmios na parede e fotos de suas bem sucedidas vidas no consultório.
Cansei de ser estudado, tratado como um mero coadjuvante na vida interessante deles.
Eu quero ser a estrela principal. Quero ser o Brad Pitt de seu Tróia. Quero ser o Johnny Depp de seu Edward Mãos de Tesoura. Quero ser o Samuel L. Jackson do seu Pulp Fiction. Quero ser lembrado. Quero ser citado. Quero ser elogiado. Quero ser amado. Quero ser querido. Quero ser rico.
No entanto, só escuto críticas. Eu tenho que melhorar nisso, naquilo e naquela outra coisa também. Sou sempre eu o problema, nunca os outros. Eu tenho que me adaptar, não os outros.
Por que?
Por que eu continuo me perguntando isso? Por que eu sou assim? Serei assim a vida inteira? Nunca poderei ser a estrela do meu próprio filme?
Quando é que irá chegar a minha hora?
Vira e Mexe eu me encontro exatamente no mesmo ponto de onde parti...
O desespero!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mlehores e piores filmes de 2012

Olá, hoje estou aqui para dizer-lhe a minha opinião dos melhores filmes desse ano que já passou.
Mas antes vou falar dos piores, que nem merecem capa.
1º-A saga crepúsculo: Amanhecer parte 2 Bem, por motivos óbvios é o pior.
2º-Valente Mais um filminho chato pra meninas mimadas e frescas da Disney. Cheia de músicas idiotas e cretinas, é um daqueles filmes que você não deve deixar a sua filha assistir, a não ser que queira que sua filha se torne uma metida imbecil de nariz empinado.
3º-A era do gelo 4 Quando eu vi os parentes do Sid entrando em cena, até achei que poderia ser um bom filme, explorando a vida do Sid e dando espaço pro personagem mais engraçado de toda a franquia. No entanto, não deram atenção ao Sid e deixaram o lado mais cômico para os gambás nada simpáticos da Ellie. Enfim, esse filme é chato e abusa de uma fórmula que já deu o que tinha que dar.
Agora vamos à coisa boa, os melhores filmes.
5º lugar: Silent Night
Bom terror, é muito divertido e tranforma o bom velhinho (que nunca seria um matador) em um maníaco, sedento por sangue humano.
4º lugar: Jogos Vorazes
Esse filme teria sido melhor se fosse mais fiel ao livro, no entanto é muito bom e deixa a todos ansiosos pela continuação... Só que não.
3º lugar: Batman-o cavaleiro das trevas ressurge
Foi um dos mais aguardados do ano. Supera de longe os mercenários, que deveria estar na lista dos piores do ano e foi muito bem feito, com cenas de tirar o fôlego, ótimos efeitos especiais e uma brilhante história, com um brilhante final.

2º lugar: A origem dos guardiões
Este é o que mais merece estar na lista dos melhores filmes desse ano, afinal que filme que tranforma o bom velhinho num russo tatuado não merece ser o melhor filme do ano? Esse filme é muito legal e funciona muito bem em 3D. Tem uma boa história, o ritmo é frenético e os personagens são pra lá de carismáticos.
Gostei muito.
1º lugar: O Hobbit
Esse é tão bom que eu assisti ele duas vezes, uma em um cinema convencional e a outra em 3D. E posso dizer que é muito melhor em 3D.
Bem, não preciso dizer muita coisa além do óbvio:Brilhante história, efeitos especiais épicos, um filme que vai abocanhar todos os Oscars(se o Oscar fosse um prêmio digno de honra) e quem não gostou, tem que se internar em um hospício urgentemente.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Dica literária: A menina que roubava livros

Aproveitei o tempo que passei longe do mundo no fim do ano, que supostamente seria o fim do mundo e li esse livro, que já me fora indicado por muitas pessoas.
Enfim, o livro conta a história de uma menina alemã na época da guerra fria que perde a mãe e o irmão e tem que morar com uma família adotiva.
O livro é contado do ponto de vista da morte e é uma leitura muito gostosa, de rápido ritmo, fácil e muito interessante.
A Liesel é uma protagonista muito legal, mas sei lá... Não é tão simpática, no entanto, a história é encantadora e te faz querer ler o livro de um fôlego só.
Enfim, muito recomendado! ^^

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Post do fim do mundo!

Bem... Sexta o mundo acaba e eu não podia deixar isso passar em branco no meu querido blog, então esse é o meu post ordinário de fim do mundo.
Tenho que confessar, meu período de vida aqui na Terra não foi dos melhores, estou indo para o além cheio de arrependimentos, mas pelo menos eu estou, pela primeira vez esse ano, animado com o que esta por vir. Seja o fim do mundo ou o começo de 2013.
No entanto, eu vou embora feliz, por que eu vou me lembrar desse mundo como algo legal e se acabar de verdade, pelo menos eu vou feliz por ter vivido aqui, com pessoas tão legais e interessantes.
Também vou pra Catanduva amanhã, então não vai ter mais posts por aqui. Sendo assim, só me resta dizer:
                                                                      Adeus!


sábado, 8 de dezembro de 2012

Dica musical: Amsteradio

Olá, hoje vou indicar uma banda do Rio de Janeiro muito divertida de se ouvir chamada Amsteradio.
Faz um tempinho que eu conheço eles, achei o som legal, com bastante influência do Arctic Monkeys e baixei um monte de músicas deles e passei uns bons dias ouvindo eles direto na solidão dos meus fones de ouvido.
Mas, como a qualidade do som era ruim, acho que era gravado na garagem deles ou algo assim, quando troquei de celular nem em importei em passar as músicas pra ele, aí parei de ouví-los.
No entanto, agora eles lançaram o EP de novo... Só que com uma qualidade muito melhor, gravado em estúdio e tal, então baixei as músicas de novo e agora estou até indicando eles aqui no IDMT.
Curtam o som desses caras e baixem as músicas DE GRAÇA no soundcloud deles>>> Saundiclaudi
Byetchau!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Dica cinematográfica: Violência gratuita

O nome do título em inglês é "Funny Games", muito bem bolado, mas temos que bater palmas pro cara que traduziu o nome do filme pro português, afinal, esse título caiu como uma luva, mas você só percebe isso nos momentos finais.
É um filme de suspense, não se engane pela capa do DVD que diz que é terror, pois não é. Remake de um filme de 1997, de mesmo nome. Eu li que esse remake foi feito exatamente igual ao original, atores super parecidos com os originais, roupas iguais, até a proporção da casa foi mantida.
Conta a história de uma família, que vai passar duas agradáveis semanas em uma casa de veraneio (Acho que é esse o nome) e recebem a visita de dois jovens psicopatas que resolvem jogar alguns "joguinhos" com eles.
É um filme bem bolado, fica meio chato no meio, mas vale a pena assistir.
É um usado um sistema que eu nunca tinha visto antes, em que a câmera não focaliza na ação principal, é focalizado no rosto de algum personagem, enquanto a ação da cena (Por ação, entenda-se tortura, espancamento, etc...) fico sob segundo plano, atrás de algum objeto de cena, etc...
Também é um filme meio maluco, se já não fosse maluquice o bastante terem dois psicopatas, pela forte metalinguagem usada. Algumas pessoas irão achar o uso de metalinguagem algo absurdo, nonsense, mas eu achei demais.
Enfim, o filme é provocador, com certeza divide opiniões, mas vale a pena assistir, seja para falar mal, seja para elogiar.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Dica literária: Onani Master Kurosawa

Sim, mangá também é literatura.
Eu só ouvi falar bem desse mangá e fiquei me perguntando por que ele era tão bom, afinal a história é a seguinte: Kurosawa é um garoto de 15 anos, que tem como fetiche se masturbar no banheiro feminino do último andar da escola após as aulas (Por isso o nome onani, sacou?). E o garoto leva o onanismo a sério e o seu fetiche também, pois essa é a única motivação de sua vida. Ele passa os dias indo na escola só esperando para que alguma menina dê uma falha na sua frente e ele a use como entretenimento sexual em sua imaginação pervertida.
No entanto, falavam que o mangá não era só isso, era filosófico e psicológico, com crítica social e blá, blá, blá, típico de mangás super valorizados que na verdade não são tudo o que dizem por aí.
Então eu decidi começar a lê-lo e após o primeiro capítulo minhas suspeitas começaram a se confirmar, achei que não era tudo isso que falavam. Porém, após o terceiro capítulo você começa a perceber que esse mangá merece o sucesso underground que teve (Underground por que é um doujinshi, ou seja não foi lançado por uma editora, é um quadrinho independente, que fez sucesso na internet).
O mangá explora de uma forma completamente racional e fria o bullying, que fica escondido atrás da perversão e do fetiche maluco do personagem principal, mas você percebe que é um mangá sobre bullying, ao menos na primeira fase.
Mostrando a verdadeira face do valentão e da vítima de bullying, que pode ser tão cruel quanto quem pratica o bullying, só que a vítima não nasceu com os atributos físicos e psicológicos do valentão, como força e desinibição.
Mostra também que todos somos humanos e que afinal até mesmo aquele valentão tem o direito de ser feliz, mesmo que ele não mereça.
O mangá é realmente filosófico e te faz pensar.
No entanto, não aborda só bullying e em uma segunda fase do mangá fica até mais romântico, porém ser abandonar o lado realista, frio e duro da realidade que vivemos.
A forma como tudo isso é abordado, principalmente o bullying te deixa com raiva e te faz pensar se você está vivendo da maneira correta.
E outra coisa, é impossível não se identificar com o personagem, por que todos os homens tem uma fase pervertido, em que vai na escola só pra encontrar inspíração para o momento onanístico no banheiro e o personagem principal é assim, um pervertido completo que em determinado momento do mangá pensa consigo mesmo após uma masturbação potente: "Agora a solidão, a culpa, o vazio..."
E eu tenho certeza que você já se sentiu assim após se masturbar, afinal é algo deveras inútil e sem-sentido, mas que você só irá perceber isso com o ganho de maturidade.
Esse garoto também se apaixona, mas se apaixona do jeito mais humano e másculo possível, pois todas as vezes que ele conversa com a amada, seu membro fica ereto e pulsante como nunca e quando ele finalmente se masturba pensando nela, sente uma enorme culpa invadir seu coração, o que o faz se sentir mal pra caramba, mas enfim ele descobre que está apaixonado.
Porém, como nada perfeito, logo vem a decepção amorosa e tudo é tratado de maneira racional, fria e realística, enfim, esse mangá retrata a vida adolescente de um homem como ela é.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Ordinária


Quando eu era criança tinha um enorme pavor de morrer. E fiquei com esse medo que me tirava o sono todas as noites até mais ou menos os doze anos de idade. Não é por que eu nãso acredito em Deus e tinha medo do fim da minha existência nesse planeta ou algo assim, mas acho que a incerteza do infinito me deixa apavorado. Eu gosto de saber de tudo, odeio surpresas.
Porém, com o passar dos anos, fui perdendo esse medo irracional, que acabou se tranformando em quase um fascínio pelo fim da vida.
Hoje o fim da vida, o fim dos sofrimentos e a sabedoria eterna me alegram. Saber que um dia irei saber de tudo, que iriei conhecer a verdadeira paz (Ou o verdadeiro medo) me deixa curioso e me faz desejar a morte como a única saída para o meu sofrimento existencial.
No entanto, seria triste ir embora sem saber o sabor dos lábios daquela garota do fim de semana, sem ter mudado o mundo e sem ter realizado os meus sonhos.
Mas isso me leva à outro porém... Viver na incerteza de saber se um dia sentirei o sabor daqueles lábios, se irei mudar o mundo, se a minha vida irá mudar para melhor ou não me apavora.
É uma espera angustiante e me deixa mal.
Sinto como se uma parede atemporal me prendesse e a minha alma quisesse fugir disso. Sinto-me como se quisesse correr e sair por aí, descobrindo o passado, presente e futuro de todas as formas possíveis.
A pretensiosidade faz parte do meu ser e eu não quero fracassar.
Quero conhecer quem eu era, pois não tenho certeza do que fui e quem poderá dizer quem serei eu?
Quero ter o conhecimento infinitesinal de todas as coisas e me encontrar com o Todo Poderoso para perguntar-lhe: "Por que Você não me respondeu?"
Eu já perguntei diversas coisas para Ele, mas não recebi resposta alguma ou pelo menos uma que eu pudesse ouvir.
Sinto-me triste e esmagado pelo fracasso.
Sei que so jovem demais para fracassar, mas quando serei velho demais parao fracasso?
E qual é a idade do sucesso?
Só sei que por enquanto sou um fracasso como escritor, como desenhista, como artista, como filho, como amigo, como galanteador, como vestibulando e até como suicida.
Minha cabeça ferve em ideias, as quais não consigo expressar e se conseguisse, quem gostaria de ouví-las?
Todos me dizem para ter calma, que o futuro será melhor e tal, mas...
Eu me pergunto: "A que horas começa o futuro?"
PS: Esse post não tem imagem, por que a porra de merda desse blogger bugou.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Top 5 Anime/Manga

Olá, se você não sabe, eu sou um grande fã de animes e cultura pop japonesa em geral e assisto o vídeo daquele gordo, rolha de poço urso e daquele boiola escândaloso, fresco Kitsune, o Video Quest. Essa semana eles postaram um vídeo em comemoração aos 50 vídeos do canal e eu decidi fazer um post-reposta não um vídeo, por que sou feio demais para qualquer câmera me filmar com a minha lista dos 5 melhor animes/mangás de todos os tempos.
5º Lugar: Death Note
Tudo bem, tem que ser muito idiota e sem noção para não gostar desse anime, mas é perdoável ele não estar em uma lista dos cinco melhores, afinal, é um anime longo e cansativo. Não pelo número de episódios, mas sim pela forma como ele é narrado. Você tem que prestar atenção em tudo que acontece na história, ficar ligado nos mínimos detalhes e ter paciência e calma, pois ele te dá muita raiva em alguns momentos, principalmente depois da morte de um dos melhores protagonistas de todos os tempos. No entanto, já é um clássico. Um dos melhores animes e mangás da história universal. Isso ninguém pode negar.
4º Lugar: Ben-To
Tudo bem, beleza... Agora alguns otakus, ou melhor, muitos otakus irão me xingar e os que não me xingarem vão sair procurando que anime é esse. Pois bem, Ben-To é um anime "indie" lançado em 2011 de comédia e ação, mais comédia que ação. É muito engraçado e é inspirado em uma light-novel de mesmo nome. Conta a história de um garoto colegial, que passa a viver sozinho com uma mesada pequena e tem que comer comida barata. Mas em Tóquio, você tem que lutar, literalmente, para conseguir comida barata e esse menino descobre todo um submundo de lutas violentas em supermercados e lojas de conveniência para conseguir comida barata. É um anime muito divertido, ao menos na minha opinião e por essa lista ser pessoal, mas com valores universais, ele fica em quarto lugar, na frente até de Death Note.
3º Lugar: Tengen Toppa Gurren Lagann

Exagero. Se há uma palavra que defina esse anime é essa: Exagero! Por que o anime é muito exagerado e muitas vezes acaba se tornando sem noção. Isso poderia ser chato se ele apelasse para o humor pastelão tão característico dos japoneses, mas ele não apela para a comédia. Pelo contrário, se mantém focado na ação e os exageros te fazem gritar de emoção. O fim é bem triste, mas é lindo e, com certeza, tirou lágrimas das meninas que assistiram ele. E dos meninos também.
2º Lugar: Durarara!!
Só pela arte Durarara!! já merecia estar em qualquer lista dos melhores animes da história, no entanto, ele não se trata de apenas um anime comum com uma bela arte ou melhor, uma arte do caralho Durarara!! é genial no quesito narrativa. Eu, como escritor, fico observando o modo como uma história é contada, mas esse não é um fator que me faça gostar ou não de um filme, anime, mangá, HQ, série ou livro. Eu só observo o modo como é contada a história e se for algo além do normal (Além do modo linear) uma espécie de "lâmpada" ilumina a minha mente e me faz pensar "Foda o cara que escreveu isso!". Como a narrativa do anime é bem interessante, decidi ler a light novel. Não tem no Brasil, nem nos EUA e eu tive que recorrer a fansubers e fóruns de fãs para ler o primeiro volume e achei demais. O escritor fragmenta toda a história em pedacinhos e vai avançando os capítulos, cada um na visão de um personagem. É até melhor que o anime, mas eu acho que se o anime fosse mostrar cada episódio na visão de um único personagem ia ser algo muito maçante e cansativo de assistir, por isso eu acho que o modo como a história foi adaptada é digna de estar em todas as listas de melhores animes desde a sua estréia, em 2009, eu acho.
1º Lugar: Dragon Ball Z
Sem surpresa nenhuma, Dragon Ball Z está em primeiro lugar. Esse é, sem dúvida alguma, o melhor anime de todos os tempos e mangá também. Apesar de ser muito comprido, ele não é chato, nem maçante e o Akira Toriyama é um gênio. O cara criou um universo tão único, característico e pirado que já podemos chamar o universo de DBZ como parte da mitologia de Akira Toriyama. Criar um novo universo digno de ser chamado de mitologia é algo para poucos. Poucos gênios da humanidade conseguiram fazer isso, Tolkien é um deles e Akira Toriyama é outro. Enfim, se esse anime não figura em pelo menos um dos primeiros lugares da sua lista de animes/mangás favoritos, você tem que se internar em um hospital psiquiátrico, meu amigo.
Menção Honrosa: Cowboy Bebop
E aí você chega no fim da lista e se pergunta: "Mas Felipe, e aquele seu anime favorito, aquele anime muito foda, o Cowboy Bebop?"; e eu te respondo: "Ele está bem aqui, na menção honrosa!".
Cowboy Bebop não pode ficar na lista dos 5 melhores animes, nem dos 10 melhores, nem dos 100 melhores, nem dos 1000 melhores, por que seria concorrência desleal.
Cowboy Bebop é o melhor anime de todos.
Nunca na face da Terra irá existir um anime melhor do que esse. Todo o gênero de animes de ação começou com ele. Hoje em dia é até comum comprarmos quadrinhos violentos e assistirmos a desenhos violentos voltados para o público adulto, cheios de sangues, tiros, filosofias, etc... Mas como será que isso tudo começou. Será que foi com a era de ouro dos quadrinhos estadunidenses? Será que foi com o boom dos quadrinhos europeus na década de 80? Será que foi com Akira, no Japão? Bem... Sinto lhe dizer, mas nem os melhores quadrinhos, mangás ou animes dessas épocas ousaram tanto quando Cowboy Bebop. Cowboy Bebop é cheio de lutas, ele inovou no modo como foi feita toda a animação e a trilha sonora é impecável. Alguns momentos do anime são tão ricos de detalhes e tão belos que faz até a arte de Durarara!! sentir vergonha. Isso sem contar na história, cheia de mistério, um clima noir que perdura em todos os animes e se você acha que isso é coisa de otaku fresco, indie cult que assiste filmes de baixo orçamento com a namorada, então você precisa assistir logo de cara o episódio em que o Spike Spiegel enfrenta o Pierrot, o Louco. Provavelmente Christian Bale assistiu aquele episódio para poder criar o Coringa, do Batman, o cavaleiro das trevas.
Isso sem contar que as personagens são super carismáticas e caracetrísticas sem serem clichês. Aliás, clichê é algo que não existe em Cowboy Bebop. Ou melhor, até que existe, no passado oculto de um dos personagens principais, mas é um clichê que te surpreende, por que você não espera que aquele personagem tenha um passado assim.
Cowboy Bebop é tão bom que virou cult, sim. Praticamente todas as grandes revistas e sites especializados em animes inserem Cowboy Bebop entre os melhores animes de todos os tempos. Merecidamente, afinal é um clássico, que merece ser visto, revisto, revisto de novo e que você deve mostrar aos seus filhos e eles aos seus netos e assim sucessivamente até o fim dos tempos.
Cowboy Bebop não é um anime, mas sim o anime.

domingo, 28 de outubro de 2012

sábado, 27 de outubro de 2012

Dica musical: All Time Low


Você já deve saber que eu sou fã desses caras, né?
Bem... Fã, eu não sei, por que não sou fanático por eles, mas gosto do som deles... E aliás, já gostei mais, hoje nem tanto.
Bem, vou explicar por que já fui mais fã deles: Por que eles já foram melhores!!!
Quando eles começaram, eles eram uma banda de pop punk bem legal, depois eu descobri eles, através de uma entrevista da banda Cine, na época em que ainda não era moda essa coisa de colorido e etc e talz... Aí eu gostei dos caras do ATL, eles tinham um som pop punk bem legal, faziam uns video clipes engraçados, mas aí, eles decidiram se tornar mainstream e a casa começou a cair.
Mas isso não é uma coisa de ideologia indie/hipster minha não, eu não ia ligar deles se tornarem mainstream, até gostaria pois mais pessoas iam curtir algo que eu curto. O problema não é esse, o problema é que os caras começaram a fazer músicas com uma sonoridade cada vez mais pop e aí eles lançaram um CD chamado "Dirty Work", que pelo nome já dá pra saber a porcaria que era, né?
Eles fizeram a maior propaganda do CD, li o caralho a quatro de entrevistas deles, vi um monte de vídeos deles fazendo gracinhas e falando do novo CD e então, quando o CD saiu e eu ouvi, tive vontade de vomitar... O CD era horrível, cheio de letras podres, cheio de mixagens eletrônicas de cantores pop da Disney e aí parei de ouvir essa banda, mas eu ainda tinha as músicas antigas deles e queria acreditar que eles ainda eram bons.
Aí eles desfizeram o acordo com a gravadora de "Dirty Work" e voltaram para a gravadora antiga e independente de antes e começaram a fazer propagandas (bem mais discretas) de um novo CD, o Don't Panic.
Inspirados pelo fim do mundo, o ATL decidiu voltar às suas origens pop punk e lançaram um albúm muito bom, cheio de agradecimentos aos fãs e às suas boas origens.
É claro que eu gostei do CD e é bom mesmo. Tem umas músicas muito pop, como The Reckless and The Brave, mas vale a pena ouvir, por que as letras são boas e a maioria das músicas voltaram a ser pop punk.
Bem, Defend Pop Punk galera!!!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Dica literária: O assassinato de Roger Ackroyd


Confesso que nunca li nada da Agatha Christie, nem nunca tive o interesse de ler, mas em uma noite sem-graça, acabei me deparando com um link de download desse livro... Como não estava lendo nada no momento, resolvi me aventurar pelas páginas de "O Assassinato de Roger Ackroyd" e não me arrependo dessa escolha.
Já pra dizer a minha opinião sobre o livro, é muito bom!!!
Eu gostei muito do livro. Ele não é maçante, a leitura é fácil e apesar de estar cheio de pequenos detalhes, você não precisa se esforçar muito para terminar de lê-lo, por que a história é tão intrigante que uma vez que você chega no clímax da história, não quer mais parar de ler, ou melhor, só quer parar de ler após o mistério ser solucionado... E o mistério só é solucionado no último capítulo, faltando umas duas páginas pra acabar o livro.
Eis a sinopse: Três mortes estranhas em sequência despertam grande curiosidade na moradora de uma pequena vila inglesa. Ela tem então por vizinho um visitante, chamado Hércule Poirot. Essas três mortes envolvem respectivamente um assassinato, um suicídio e um segundo assassinato. O primeiro corpo é do marido de uma mulher que, depois, se suicida. Seu suicídio é seguido pela morte de um terceiro homem, que se descobre ser amante dela. A mulher, por sua vez, estava sendo chantageada em função de ter matado o marido para ficar com o amante. O assassino de seu amante talvez seja, então, o chantagista, que estava para ser descoberto, ou talvez não seja
Bem, leia esse livro. Eu já até comprei outro livro da Agatha Christie, pois estou muito interessado em ler outras aventuras de Hercule Poirot.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Melhores músicas de 2012


Desde que ganhei meu primeiro mp3 vivo ouvindo música, se não tenho nada pra fazer, deito na minha cama, coloco os fones de ouvido e fico ouvindo músicas, enquanto penso na vida, fico me imaginando em uma banda descolada, fazendo clipes e muito sucesso, salvadores do rock n' roll.
Esse foi um ano com muitos lançamentos no mundo da música, muitos CD's, muitos artistas viram que o fim do mundo está próximo e decidiram fazer seus últimos shows com novos fãs e fãs antigos, agraciando seus ouvidos com novas músicas.
Por esse motivo decidi colocar aqui minha pequena lista de melhores músicas do ano.
1-Arctic Monkeys- R U Mine? 
2- All Time Low-For Baltimore
 3-Best Coast-The Only Place
4-The Black Keys-Little Black Submarines
 5-Bloc Party-Octopus
6-Blood Red Shoes-Je Me Perds
7-Eu, Você e a Manga-Só
8-The Hives- Take Back the Toys
9-Japandroids-The Boys are Leaving Town
10-Passion Pit-Constant Conversations
11-Two Door Cinema Club-Sun
12-Veronica Falls-My Heart Beats
13-Vivendo do Ócio-Nostalgia
 14- Now Now-Thread

15-Wavves-Hippies is Punks
Bem... É claro que tem muito mais músicas boas lançadas esse ano, mas eu decidi colocar apenas uma por banda, mas a maioria delas lançaram CD's, então, procure os CD's, ouça essas bandas, garanto que todas valem a pena, se você tiver um bom gosto musical, claro.

 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Dica Musical: Beat!Beat!Beat!

Conheci uma banda muito legal chamada Beat!Beat!Beat!.
Não sei se eles são alemães(acho que sim), só sei que eles cantam muito bem em inglês e são muito legais.
A música deles é bem dançante e divertida, com letras simples, porém sinceras e singelas que se encaixam na vida de qualquer um.
Belo som, gostei dos caras.
Recomendo.
Não são muito famosos e extamente por isso não é fácil de encontrá-los por aí, na internet, porém você pode achar vídeos com músicas deles muito fácil no YouTube, é só procurar.


domingo, 7 de outubro de 2012

Dica literária: Poesia em quadrinhos


Há umas duas semanas, comprei dois quadrinhos do site da Pandêmonio comix, esperando que fossem entregues só dia 15 ou 20 desse mês, mas eles foram muito rápidos e tal, gostei do site e vou comprar mais quadrinhos de lá.

Bem, é por isso que a dica de hoje não fala só de um livro, mas sim de dois, o Duotone e o Mixtape dos irmãos Cafaggi. Já conheço o Vitor Cafaggi, por causa das tirinhas que ele posta no site dele, muito legal por sinal.
Bem, o título do post é poesia em quadrinhos, por que se trata de dois quadrinhos que conbinam traço suave e palavras gentis que juntos formam uma legítima poesia, boa de ler e ver. Gostei muito, porém se você não for fã de quadrinhos, nem está interessado em poesia, esquece, esses dois livrinhos não foram feitos para você, meu amigo.
Mas são muito legais! ^^


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dica literária: Deuses Americanos

Ontem terminei de ler um livro de um dos melhores escritores de fantasia do século 20; e por que não 21? Já que ele ainda não parou de escrever.
O nome do livro é "Deuses americanos" e conta a história de Shadow, uym ex-presidiário, que ao que tudo indica não teve culpa de nada e logo que sai da prisão é contratado por um misterioso homem, chamado Wednesday.
Após alguns capítulos e descobertas nada agradáveis, Shadow descobre que Wednesday é um deus nórdico, o pai de todos, que veio para a América junto com os vikings e outros deuses do velho continente, porém o que ele e seus outros colegas infinitos não esperavam era que a América é um terrível lugar para os deuses, pelo menos a América do "americanos".
O livro contém uma suave critica aos estadunidenses e seu estilo de vida, nada saudável, de esquecer o que é para ser venerado e venerar o que é para ser esquecido e logo em seguida, esquecer o que foi venerado para venerar algo mais novo que também será esquecido.
O livro é muito bom, a história é incrível, com várias reviravoltas e com certeza é uma das melhores obras de Sandman, talvez perde para Sandaman e Coraline... Eu não li Sandman completo e só assisti o filme da Coraline (Muito bom, por sinal).
Mas um fato inegável é que Gaiman é um dos melhores escritores de fantasia da atualidade, se não o melhor, sou muito fã dele e vale a pena ler esse livro.
Leiam, Deuses Americanos, de Neil Gaiman.

sábado, 15 de setembro de 2012

Dica literária: Ratos e Homens

Hoje irei falar de um livro que li há um bom tempo e que gostei muito.
Começarei falando que eu ouvi falar desse livro através de críticas na internet, li que era um clássico realista dos EUA e que por lá eles lêem como leitura obrigatória.
Bem... Pensando nisso comecei a duvidar de que o livro era bom, mas como não tinha nada melhor pra fazer, decidi lê-lo.
O livro é curtinho, então pensei que mesmo que fosse porcaria não teria perdido meu tempo.
Então comecei a lê-lo.
Agora vem a história: O livro retrata uma parte da vida de dois amigos, George e Lennie, um é pequeno, esperto e ambicioso, o outro é grande, forte, porém desprovido de inteligência, mas com um coração puro, como o de uma criança.
A história se passa nos anos 20 e 30, na época da Grande Depressão e os dois amigos tentam encontrar emprego, para comprar seu ranchozinho, com uma casinha, uma horta e coelhos.
É comovente ler esse livro, pois mostra uma amizade sincera, além dos personagens serem muito carismáticos, principalmente Lennie, que já é um dos meus personagens favoritos de livros.
Apesar do final trágico, é um ótimo livro e todo estudante de colegial deveria lê-lo, por que é um retrato da realidade, fria e cruel em que vivemos.
Bem, essa é a minha dica de hoje.
Até!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Dica literária:O apanhador no campo de centeio

Olá, hoje eu estou começando uma nova sessão aqui no meu blog, chamada de "Dica literária".
Essa semana terminei as aulas teóricas na auto escola e hoje passei no simulado, quinta que vem vou fazer a prova no DETRAN, então, até que estou bem hoje, apesar de um desentendimento com uma amiga, mas isso não vem ao caso.
O caso é que eu decidi abrir essa sessão com um livro do qual eu gosto muito chamado "O apanhador no campo de centeio" escrito pelo meu escritor favorito J. D. Salinger.
Sinceramente, não sei o que significa o J e o D, mas sou fã do cara.
Eu gosto muito desse livro e terminei de lê-lo pela segunda vez há algumas semanas, mas não tava com ânimo para escrever uma dica aqui.
Lembrando que isso não é uma crítica, é uma resenha.
E eu não sou capaz de criticar o Salinger, por que o cara escreveu simplesmente os melhores contos que eu já li até hoje.
Já li Neil Gayman, Edgar Allan Poe, Lovecraft e Stephen King, ou seja, os melhores do gênero de contos... Esses escritores são todos de horror e fantasia e tal, mas criam textos incríveis e nada cansativos.
Mas o Salinger é diferente, o cara escreve de um jeito casual, que faz com que você esteja lendo apenas uma página no livro da vida dos personagens.
E é isso que ele faz no "apanhador", ele nos mostra apenas alguns dias na vida de um adolescente chamado Holden Caulfield, o rebelde que inspirou a música do Green Day.
Holden é um adolescente que havia acabado de ser expulso de um colégio particular chamado Pensey, cheio de cretinos (sei bem como é), mas ele não havia contado isso para os pais, só que ele não tinha nada para fazer, então vai para Nova Yorque, só passar o tempo.
E assim o livro passa, Holden toma decisões ruins, desiste delas, comete erros, apanha., fica bêbado, dorme pouco, come menos ainda, assiste filmes, bate uns papinhos intelectuais, estraga tudo com uma garota, fica indeciso, faz as pazes com a garota, se encontra com a irmã e filosofa muito nas 80 ou 90 páginas do livro (Eu li uma versão antiga).
Bem, essa é a minha dica, aliás a minha dica é você ler toda a obra de Salinger, que consiste em apenas 4 livros, muito bons por sinal e que me inspira muito.
Até mais.
Ps: Essa é a capa estadunidense, muito melhor que a brasileira.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Educação na auto-escola

Auto-escolas vivem espalhando a mensagem de educação no trânsito e blá, blá, blá... Mas ao meu ver eles esqueceram de praticar a tão falada "educação" também fora do trânsito.
Eu estou fazendo aula teórica de direção e além da aula ser um verdadeiro pé no saco (Quem já fez sabe que é uma m****), as pessoas que lá trabalham também são uns filhos da p*** sem educação.
Eu estou muito revoltado com aquele centro teórico, que aliás não é da auto-escola, pois serve a mais de uma auto-escola.
Mas o problema é que os trabalhadores daquela joça são uns imbecis sem-educação bem desprezíveis.
Eu faço auto-escola de manhã e estudo à noite (Péssima decisão, eu sei) e vou para lá com muito sono. Para quem não sabe, o curso teórico é a porcaria mais inútil que eu já vi na minha vida e eu não suporto aquele curso de tanto sono. O curso é desprezível, metade da sala fica dormindo, um quarto da sala fica sonhando acordado, outro quarto da sala fica do lado de fora da sala coçando o saco e assistindo tv e eu fico desenhando no meu caderno.
Não me surpreenda que tenha tanta gente sem respeito no trânsito, o curso teórico é uma bosta e aqueles imbecis que fazem merda no trânsito são exatamente os idiotas simpáticos que "adoçam" os instrutores nas aulas práticas.
Mas o curso que eu faço é o pior por que aquela joça é formada por cretinos sem-educação nenhuma.
Pra começar, eu fui conversar com a professora ontem no final da aula pra ver se conseguia marcar minha aula pra sexta de tarde, por que sexta de manhã não vou poder ir na aula.
No final da aula de quarta, me aproximei da mesa, quando quase todo mundo havia saído da sala e perguntou pra professora:
-É... Posso marcar a aula de sexta para a tarde?
Ela olha pra mim com aquela cara de cú e responde:
- Eu não dou aula na sexta a tarde.
Ela vira-se para as outras duas alunas e não olha mais pra mim. Ela sequer respondeu a minha pergunta, eu não perguntei se ela dava aula, mas sim se podia marcar a aula para a sexta a tarde.
Ela saiu da sala, sem nem ao menos olhar para mim, apagou a luz da sala e eu a segui, mas a filha da puta nem olhou para mim e quando chegou à recepção ficou de costas para mim conversando com a recepcionista.
Eu pensei: "Beleza, eu vejo amanhã!"
Hoje entrei na escola e fui conversar com a recepcionista.
Eu perguntei:
- É... - Estava meio hesitante - Posso marcar a aula de sexta para a tarde?
A filha da puta me olha com aquela maldita cara de cú, para de mexer nos papéis e responde:
- Não é o mesmo curso, vai ter que marcar para outro dia!
-Então está bem... Obrigado! - Agradeci.
A lazarenta sequer olhou para mim.
Eu estou muito bravo com aqueles desgraçados do curso teórico e estou avisando:eu podia queimar aquele prédio vou estourar um dia com eles e isso não vai ser nada legal.
Uma dica: Nunca tire carteira de habilitação na cidade de Dourados-MS, mais especificamente na auto-escola Liderança!
Maldito curso teórico, acho que dirigir não vale o esforço.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Dica Musical:Sweet Valley


Pode não parecer, mas eu sou fã de Wavves, que é uma banda formada por dois caras e um deles é o Nathan Williams, que junto com seu irmão irá lançar no dia 7 de Agosto o primeiro CD da banda deles: A Sweet Valley.
Bem, a artwork do álbum é bem legal, como você pode ver no início do post e a primeira música lançada para download e ouvir no soundcloud também ficou bem legalzinha, não é do estilo "Wavves" de fazer música, mas ficou bem divertida e engraçada de ouvir.
Só lembrando, o Nathan Williams é um maconheiro de carteirinha e essa é a razão das músicas dele serem sempre assim, meio maluconas!
Sweet Valley - Total Carnage

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Dica literária: O livro das coisas perdidas

Olá, hoje eu estou aqui para indicar um livro muito legal e gostoso de ler.
Esse livro é p "Livro das coisas perdidas", um livro que conta a história de David, uma criança de... Não sei quantos anos, acho que não é mencionado no livro, se for, escrevam nos comentários, faz tempo que li o livro.
A história é bem interessante, pois mostra como que um garoto com imaginação fértil passa da infância para a fase adulta da vida, ganhando responsabilidade e enfrentando problemas pessoais, como a morte da mãe e o surgimento de uma madrasta.
Tudo isso com muita imaginação e influências de contos de fada, que estão pelo livro todo, em todos os capítulos.
Por falar nos contos de fada, nesse livro eles são tratados da forma original deles, da forma cruel e sanguinária que foram criados, não do jeito infantil e bonitinho que a Disney inventou, oque faz desse livro, uma história para adultos, com um personagem infantil... Algo que quero fazer em algum livro futuramente...
Bem, essa é a minha dica de hoje: " O livro das coisas perdidas".
Tchau.

domingo, 24 de junho de 2012

Dica musical: The Glammers

Essa semana algo nem tão novo irá estreiar no mundo da música: É uma banda digital/animada chamada The Glammers.
Bem no estilo Gorillaz, eles já tem umas quatro músicas no YouTube para ouvir e todas são bem legais, o que faz deles um bom grupo musical animado.
A única coisa ruim foi ver em uma entrevista (sim eles gravam entrevista, como o Gorillaz fazia) que eles não acham que podem ser comparados ao Gorillaz.
Musicalmente falando eles tem razão, mas basicamente a ideia é a mesma que Damon Albarn e Jamie Hewlett exploraram no passado.
Afinal, não como não comparar esse tipo de coisa (musicos animados) com Gorillaz, por que foram eles que começaram com tudo isso. Tá certo que antes deles existiram o Alvin e os esquilos, que eram desenhos animados que cantavam musiquinhas engraçadinhas em fitas de VHS, mas foram eles que começaram a usar animações 3D em palcos, muito antes dos Vocaloids até.
Gorillaz foi início de tudo isso e eu espero que não seja o fim, por que eu me lembro que comecei a gostar de música com Gorillaz, quando eu tinha uns sete anos e aí comecei a gostar de ouvir riffs de guitarra, depois resolvi ouvir Blur, por que era do Damon Albarn e não em decepcionei, apesar deles serem bem mais "eletrônicos" do que a minha preferência musical atual, mas o que eu estou querendo dizer é que eu tive um bom início na música. Meus pais também ajudaram um pouco, eles não são fãs de rock, mas o que eles gostam de rock são bandas muito boas, deve dizer.
E o The Glammers parece ser um projeto voltado para crianças e pré-adolescentes (diferente do Gorillaz, que parecia ser menos pretencioso), pois a propaganda do CD que estreia dia 26, eu acho, está passando nos intervalos do Cartoon Network e, atualmente, em tempos em que a Nickelodeon e o Disney Channel estragam a mente (e os ouvidos) das crianças com músicas pops podres, é necessário algo que as faça entender o que é música de verdade.
E pelo que eu ouvi do The Glammers, eles irão fazer um bom trabalho, mostrando para as crianças a magia dos riffs, do baixo incansável e da bateria marcante.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Toringa, meu livro!

Olá, estou aqui mais uma vez para anunciar que meu livro foi lançado... Estou anunciando atrasado, aliás... por que o livro foi lançado há umas duas semanas.
Bem, vou falar um pouco da história para você:
Débora é uma menina brasileira que vai para Londres e junto, leva também um segredo que a vem corroendo por dentro há anos. E não é só os poderes dela, não... Ela também guarda um trauma de infância. No entanto, ela descobrirá que com a ajuda dos amigos, todos os problemas se tornam pequenos."
O livro tem toda essa história de poderes e um pouco de ficção científica no meio, mas é na verdade uma história sobre a amizade.
Sim, sobre a amizade, porque eu valorizo a amizade, valorizo muito meus amigos e os considero parte da minha família.
Bem... se você se interessou no livro pode comprá-lo clicando aqui!
Agora se você quiser conhecer mais dos meus desenhos, inclusive um desses ilustra a capa do livro, pode clicar aqui!
Agora se você quiser alguma outra coisa, está no blog errado, falou!